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BUENOS AIRES, 17 Jun. 14 / 03:23 am (ACI/EWTN Noticias).- Quatro ladrões desistiram de assaltar um pedestre na rua do bairro Liniers, em Buenos Aires (Argentina), quando perceberam que a vítima era um sacerdote católico.

Conforme informa o jornal argentino Clarín, quatro ladrões interceptaram o Pe. Adolfo Granillo Ocampo quando passeava com o seu cachorro, “algo que costumo fazer sempre. De repente, na esquina apareceram quatro rapazes em duas motos na contramão e me rodearam”.

“Passa tudo, passa a carteira ou atiro!”, gritou-lhe um dos assaltantes.

Enquanto outro dos malfeitores revistava os seus bolsos, o Pe. Adolfo se apresentou: “eu sou o padre…”.

O presbítero vestia um sobretudo e um cachecol, por isso os assaltantes não tinham podido ver antes que por baixo estava com a roupa de sacerdote.

Assim que se deram conta que era verdade o que o Pe. Andolfo dizia, os assaltantes desistiram da tentativa de assalto, pediram desculpas e foram embora sem levar nada.

O Pe. Granillo Ocampo, por sua parte, continuou o passeio com o seu cachorro para depois ir dormir.

O sacerdote tem uma clara explicação para o que aconteceu: “Evidentemente, assim como não roubariam os seus pais, algo fez com que eles percebessem que também não podem roubar um sacerdote”.

A tentativa de ataque aconteceu no dia 6 de junho. “Eu estava bastante perplexo, porque na verdade eu nunca tinha sido roubado na minha vida. Olhei para o rapaz e disse isso. E se vê que, pelo menos, eram crentes”, disse o presbítero.

O Pe. Granillo Ocampo assegurou que “não tive medo nesse momento e tampouco o tenho agora, decidi continuar fazendo as minhas coisas como costumo fazer todos os dias”.

“Certamente estes rapazes têm realidades complexas como as que costumamos atender na paróquia e isso os fez refletir. Sou consciente de que há muita gente que sofre as consequências da insegurança, mas tenho que dizer que depois disto me esforcei por continuar com a minha rotina de trabalho”, disse.

 
 
 

LONDRES, 15 Nov. 11 / 04:43 pm (

Uma investigação do Centro para o Cérebro e a Mente da Universidade de Ontario Ocidental no Canadá mostrou que os pacientes que parecem estar em um estado de inconsciência permanente ou mal chamado “estado vegetativo” têm consciência e podem entender o que se diz ou acontece ao seu redor.

O usualmente chamado “estado vegetativo” é um transtorno no qual se acredita que a pessoa –vítima de uma lesão cerebral severa ou que esteve em coma–, permanece em estado de inconsciência; algo que foi posto em dúvida com os resultados desta investigação publicada na revista The Lancet e reproduzida esta quinta-feira pela BBC Mundo.

Um aparelho portátil de eletro encefalograma (EEG) foi a ferramenta usada para comunicar-se com pacientes que acreditavam estar em estado de inconsciência.

“O aparelho conseguiu detectar consciência e medir atividade elétrica cerebral nestes indivíduos, o qual revela que os pacientes eram capazes de entender o que se lhes dizia e seguir uma instrução para ter pensamentos determinados”, indicou a cadeia britânica.

O estudo envolveu 16 pacientes no Hospital Addenbrooke em Cambridge (Inglaterra) e no Hospital Universitário de Lyege (Bélgica), aos quais pediram que imaginassem que moviam os dedos dos pés ou apertavam sua mão direita.

Três dos 16 pacientes geraram repetidamente atividade elétrica cerebral em resposta às duas instruções diferentes, apesar de que condutualmente não mostraram nenhuma resposta.

“Muitas áreas do cérebro que se ativam quando realiza um movimento também se ativam quando se imagina que o estão realizando”, explicou Adrian Owen, autor do estudo.

“Sabemos que estes três pacientes estavam conscientes porque foram capazes de responder repetidamente às instruções que lhes demos”. “Um deles o fez mais de 100 vezes”, indicou.

 
 
 

NOVA IORQUE, 23 Fev. 11 / 10:55 am (

Bernard Nathanson, o célebre médico que se converteu em um incansável líder pró-vida após realizar 75 mil abortos, faleceu esta segunda-feira 21 de fevereiro em Nova Iorque vítima de câncer.

Nathanson, de 84 anos de idade, foi um dos mais ativos promotores da legalização do aborto nos Estados Unidos e um dos fundadores da Liga de Ação Nacional pelo Direito ao Aborto em 1969 e praticava tantos abortos por dia que seus colegas o batizaram como “o rei do aborto”.

No final da década de 70 graças ao uso da ultra-sonografia se convenceu de que o aborto era o assassinato de um ser humano e começou seu caminho de conversão.

Em 1984 obteve que um amigo médico gravasse o ultra-som de um aborto e a partir desse material realizou o hoje famoso documentário “O grito silencioso” que revela a verdade sobre esta prática anti-vida e assegura que não há justificação alguma para assassinar um não-nascido.

Nathanson, que admitiu ter feito o aborto de um filho seu, atravessou um longo e intenso caminho espiritual no qual deixou de considerar-se um “judeu ateu” para abraçar a fé católica.

Recebeu os sacramentos de iniciação cristã em dezembro de 1996 em uma cerimônia presidida pelo falecido Arcebispo de Nova Iorque, Cardeal John O’Connor.

“Durante dez anos, passei por um período de transição. Senti que o peso de meus abortos se fazia mais oneroso e persistente, pois despertava cada dia às quatro ou cinco da manhã, olhando à escuridão e esperando (mas sem rezar ainda) que se acendesse uma mensagem declarando-me inocente diante de um jurado invisível”, afirmou Nathanson em uma entrevista.

Sua amizade com o sacerdote católico, o Padre John C. McCloskey, permitiu-lhe descobrir que permanecer no agnosticismo, conduzia-o ao abismo e encontrou na fé católica o consolo que procurou por tanto tempo.

 
 
 
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