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Vaticano, 03 Ago. 11 / 04:05 pm (

Ao retomar esta quarta-feira a habitual audiência geral, desde a residência pontifícia de Castelgandolfo, o Papa Bento XVI alentou os católicos a “inundar-se” nos livros da Bíblia nas férias, para que o tempo de descanso também sirva para a oração e a amizade com Deus.

O Papa assinalou que quando a pessoa tem um espaço de pausa das atividades cotidianas, em especial em férias “normalmente pegamos nas mãos um livros que desejamos ler. E é justamente sobre este aspecto que gostaria hoje de destacar. Cada um de nós tem necessidade de um tempo e um espaço para se recolher, meditar, se acalmar… Graças a Deus é assim!”.

“De fato, esta experiência nos mostra que não somos feitos só para trabalhar, mas também para pensar, refletir, ou simplesmente para seguir com a mente e com o coração uma história, uma história que nos coloca de um certo modo “perdidos” para depois nos re-encontrarmos enriquecidos”.

Bento XVI comentou logo que “naturalmente, muitos desses livros de leitura que pegamos durante as férias são, na sua maioria, para “fugir” [da realidade] e isso é normal. Entretanto, várias pessoas, particularmente aquelas que podem ter um espaço de pausa e de relaxamento prolongado, se dedicam a ler algo mais empenhativo”.

“Gostaria agora de fazer uma proposta: por que não descobrir alguns livros da Bíblia que normalmente não são conhecidos? Ou aqueles que talvez escutamos qualquer pedaço durante a Liturgia, mas que jamais lemos por inteiro?”, disse o Papa.

“Na realidade, muitos cristãos nunca leram a Bíblia e tem um conhecimento muito limitado e superficial. A Bíblia – como diz o nome – é uma coleção de livros, um pequena “biblioteca”, nascida com o passar de um milênio”.

“Alguns desses livrinhos que a compõe permanecem quase que desconhecidos para a maior parte das pessoas, também para bons cristãos. Alguns são bem breves, como o “Livro de Tobias”, um livro que contem um sentido muito alto de família e de matrimônio; o Livro de Ester, no qual a rainha judia, com a fé e a oração, salva seu povo do extermínio. Ou ainda um mais breve: o Livro de Rute,  uma estrangeira que conhece Deus e experimenta sua providência”.

“Estes pequenos livros podem ser lidos por inteiro em uma hora”, afirmou o Papa Bento.

O Santo Padre disse logo que certamente os livros do Novo Testamento são mais conhecidos “são gêneros menos diversificados. É preciso redescobrir a beleza de ler um Evangelho completo bem como os Atos dos Apóstolos ou uma das Cartas”.

“Em conclusão, queridos amigos, hoje, quero sugerir de ter em mãos, durante às férias ou nos momentos de pausa, a santa Bíblia, para apreciá-la de modo novo, lendo subsequentemente alguns de seus Livros, aqueles menos conhecidos e também aqueles mais notáveis, como o Evangelho, mas uma leitura contínua”.

“Fazendo assim, os momentos de descanso podem-se tornar, além de um enriquecimento cultural, também um nutrimento do espírito, capaz de alimentar o conhecimento de Deus e o diálogo com Ele, na oração”, concluiu.

 
 
 

Durante a oração do último Ângelus do mês de junho

CIDADE DO VATICANO, domingo, 27 de junho de 2010 (ZENIT.org) – Bento XVI convidou os fiéis hoje a dirigirem o olhar ao Sagrado Coração de Jesus, para estarem dispostos a um seguimento radical do Senhor.

Ao rezar, ao meio-dia, a oração do Ângelus junto a milhares de peregrinos reunidos na Praça de São Pedro neste último domingo do mês de junho, o Papa retomou o tema do chamado de Cristo e de suas exigências.

“Hoje, eu gostaria de convidar todos vós a contemplar o mistério do Coração divino-humano do Senhor Jesus, para extrair água da própria fonte do amor de Deus”, disse.

“Quem fixa seu olhar nesse Coração atravessado e sempre aberto por amor a nós, sente a verdade desta invocação: ‘Ó Senhor, sois minha herança e minha taça’, e está pronto para deixar tudo por seguir o Senhor”, acrescentou.

O Pontífice destacou que “um jovem ou uma moça que deixa sua família de origem, os estudos ou o trabalho para se consagrar a Deus” é “um exemplo vivo de resposta radical à vocação divina”.

E garantiu que “esta é uma das experiências mais belas que existem na Igreja: ver, tocar com a mão a ação do Senhor na vida das pessoas; experimentar que Deus não é uma entidade abstrata, mas uma Realidade tão grande e forte como para preencher de uma maneira superabundante o coração do homem; uma Pessoa viva e próxima, que nos ama e pede ser amada”.

Também se referiu à “novidade e a prioridade absoluta do Reino de Deus que se faz presente na própria Pessoa de Jesus Cristo” e à “radicalidade que é devida ao amor de Deus, ao qual Jesus mesmo por primeiro obedece”.

Bento XVI continuou falando do seguimento radical da vocação divina indicando que “quem renuncia a tudo, inclusive a si mesmo, para seguir Jesus, entra em uma nova dimensão da liberdade”.

“Liberdade e amor coincidem! Ao contrário, obedecer ao próprio egoísmo conduz a rivalidades e conflitos”, concluiu.

 
 
 
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