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MAÇONARIA

, LIBERDADE, FRATERNIDADE E IGUALDADE, PARA OS CRISTÃOS A MORTE.

Parte I

Vamos falar da maçonaria, começando com o syllabus de Pio IX que termina com esta proposição condenável e condenada:

‘O pontífice Romano pode e deve se reconciliar e transigir com Progresso, o liberalismo e a civilização moderna”.

A última proposição do Decreto que se chamou o syllabus de Pio X, proposição Igualmente condenável e condenada está Concebida assim:

“O catolicismo de hoje não pode harmonizar-se com a verdadeira ciência, a menos que se transforme num cristianismo sem dogmas, isto é, num protestantismo Largo e liberal”.

Diante dessas duas proposições demos que é necessário que a igreja se reconcilia com a civilização moderna e a base proposta para essa reconciliação É não a aceitação dos dados da verdadeira ciência que a igreja jamais repudiou que ela sempre favoreceu cujos Progressos ela sempre aplaudiu e para o qual contribui mais do que qualquer outra instituição mas o abandono da Verdade Revelada abandono que transformariam o catolicismo no protestantismo Largo e liberal no qual todos os homens pudessem se reencontrar quaisquer que fossem suas ideias a respeito de Deus de suas revelações e de seus mandamentos dizem os modernistas que é apenas através desse liberalismo que a igreja pode ver novos dias se abrir em diante dela obter a honra de entrar nas vias da civilização moderna e marchar junto com o progresso.

Onde está o problema na ciência moderna? A sociedade ocidental no pós iluminismo produziu uma forma específica de explicar o mundo, chamada de ciência, ou seja, uma forma racional, objetiva, sistemática, metódica e refutável de formulação das leis que regem os fenômenos. Na sociedade ocidental, a ciência é a principal forma de construção da realidade, considerada por muitos críticos como um novo mito por pretender ser a única promotora e critério de verdade.

A sociologia é uma ciência nova, criada no século XIX, criada na França por Auguste Comte (1798-1857).

As transformações políticas, econômicas, culturais e sociais ocorridas à partir do século XV, e que foram diretamente influenciadas pela renascença, foi a grande contribuição para a criação desta ciência e levar o homem ao antropocentrismo.

Renascimento

O Renascimento é o momento classificado por muitos estudiosos como a ruptura entre o mundo medieval e o mundo moderno urbano, burguês e comercial.

De acordo com Costa (2005), existiam diversas visões do Renascimento. Dentre elas, destaco três:

Existem pensadores que vêem de forma positiva, em que as mudanças trouxeram um desenvolvimento do comércio, navegação e dos contatos com outros povos, crescimento urbano, é uma nova nuance na produção artística.

Outros históriadores vêem essa época como momento de turbulência social e política (que foi provocada por grupos que se interessavam em se opor à Igreja e levar ao caos social, veremos mais adiante).

Segundo Costa havia um clima de fim de mundo nas obras artísticas da época, como na Divina comédia de Dante Alighieri e no juízo final de Michelangelo. O fato é que, a partir de então, o homem ocidental passa a ter uma nova postura em relação a natureza e ao conhecimento.



Reforma Protestante

O fim do teocentrismo e das explicações religiosas sobre os fatos possibilitou que aparecessem questões mais imediatistas e materiais, cujo Foco principal era o homem.

Ao abandonar as explicações Sobrenaturais os indivíduos passaram a utilizar a indagação racional e o método científico através da observação e experimentação.

Foi no século XVI que ocorreu o movimento da reforma protestante.




De acordo com Quintaneiro (2002), ao contestar a autoridade da Igreja como instância última na interpretação dos textos sagrados e na absolvição dos pecados, a Reforma colocou sobre o fiel essa responsabilidade e, instituindo o livre exame, fez da consciência individual o principal nexo com a divindade. Para esse autor:

O espírito secular impregnou distintas esferas da atividade humana. Generalizou-se aos a convicção de que o destino dos homens também depende de suas ações. Críticas à educação tradicional nas universidades católicas levaram à substituição do estudo da teologia pelo da matemática e da química (2002,p.13)

Vemos que a honestidade intelectual dos fatos históricos não é o forte dos revolucionários, sejam eles de qualquer linha. As universidades católicas sempre desenvolveram um estudo sobre a matemática, astronomia e outras matérias importantes, lembrando que Mendel um monge Católico é conhecido como o Pai da genética.

Racionalismo

No século XVII, surge o Racionalismo e fortalece a ideia de que o homem produz a história e não a Divina providência. Essa concepção fundamentava a ideia de que a sociedade podia ser compreendida porque, ao contrário da natureza, ela é obra dos próprios indivíduos. O pensamento filosófico desse século contribuiu para a popularização do pensamento científico.

Segundo Francis Bacon, a Teologia perdeu o posto de norteadora do pensamento.

A autoridade, que exatamente constituía um dos alicerces da teologia, deveria, em sua opinião, ceder lugar a uma dúvida metódica, a fim de possibilitar um conhecimento objetivo da realidade.

Os pensadores desse período defenderam, assim, o emprego sistemático da razão e do livre exame da realidade.



É em meio a esse cenário de efervescência intelectual, política e social que observamos dois eventos históricos importantes, que também ficaram conhecidos como Revoluções Burguesas. São eles:

Revolução francesa e Revolução industrial.

Podemos observar que foram eventos com uma sincronização que, não podemos acreditar que o acaso que criou tais eventos, a não ser que você queira chamar Satã de o acaso. A partir desta pequena apresentação vou mostrar os diversos eventos que e conjurações que foram feitas contra à Igreja.

Vou mostrar o grande esforço que está instituição demoníaca tem feito para destruir a civilização cristã, Quais as diferenças que existem entre a civilização antiga e uma civilização nova? Antes da era digital moderna uma civilização diversa daquela que o mundo de nossos dias usufrui, ou pelo menos persegue?

Sim, existiu, e existe em toda Europa uma civilização chamada civilização cristã, não apenas na Europa, mas nas Américas, na África, na Ásia e na Oceânia.

Que motivo faz com que essas duas civilizações se diferenciem?

Elas se diferenciam pela concepção que tem do fim último do homem, e dos efeitos diversos e mesmo opostos que uma e outra concepção produzem tanto na ordem social como na ordem privada.

“O objetivo último do homem é ser feliz”, diz Bossuet. Este objetivo não lhe é exclusivo: é o fim para o qual tendem todas as inteligências, sem exceção. O grande orador não falha em reconhecer isso: “As naturezas inteligentes não tem vontade desejo senão para sua felicidade”. E acrescenta: “nada de mais razoável, porque o que há de melhor do que desejar o bem, Isto é, a felicidade?” Assim, encontramos no coração do homem um impulso Invencível, que o impele a procurar a felicidade. Mesmo se quisesse, não poderia se desfazer dele. É o fundo de todos os seus pensamentos, o grande móvel de todas as suas ações; e mesmo quando ele atira à morte, é porque está persuadido de que encontrará no nada uma sorte preferível àquela na qual ele se vê.

O homem pode-se enganar, e de fato se engana muito frequentemente Na Busca da Felicidade, na escolha da via que o deve levar a ela. Colocar a felicidade onde ela está é a fonte de todo o bem, diz ainda Bossuet; e a fonte de todo mal consiste em colocá-la onde não é preciso. Isto é tão verdadeiro para a sociedade como para o indivíduo. O impulso em direção à felicidade vem do Criador, e Deus neele acrescenta sua Luz para Iluminar o caminho, diretamente por sua graça, e indiretamente pelos ensinamentos de sua Igreja. Mas pertence ao homem, indivíduo ou sociedade, pertence ao livre arbítrio dirigir-se, ir buscar sua felicidade ali onde lhe agrada colocá-la, no que é realmente bom, e, acima de toda a bondade, no bem absoluto, Deus; ou naquilo que tem apenas as aparências do bem, ou que não é senão um bem relativo.

Desde a criação do gênero humano o homem se desviou do bom caminho. Ao invés de crer na palavra de Deus e de obedecer à sua determinação, Adão de ouvido a voz encantadora que lhe dizia para colocar seu fim nele mesmo, na satisfação de sua sensualidade, nas ambições de seu orgulho. “Sereis como Deus”; “o fruto da árvore era bom de comer, Belo de ver, e de um aspecto que excitava o desejo”. Tendo assim se desviado desde o primeiro passo, Adão arrastou sua descendência na direção que ele acabava de tomar.

Nessa direção ela caminhou, nessa direção ela avançou, nessa direção era submergiu durante longos séculos. A história aí está para contar os males que ela encontrou nesse longo extravio. Deus teve piedade dela. No seu conselho de infinita Misericórdia e de Infinita sabedoria, Ele resolveu recolocar o homem no caminho da felicidade. E a fim de tornar sua intervenção mais eficaz, Ele quis que uma pessoa Divina viesse sobre a terra mostrar o caminho Por sua palavra, tocar os homens por seu exemplo. O verbo de Deus se encarnou e passou trinta e três anos entre nós, para tirar-nos da via da perdição e para abrir-nos a estrada de uma felicidade não enganosa.

Continua

 
 
 



Esta figura diz: “morte à nobreza, aos Reis e ao Papa.”

Dom Vital denunciou os planos deles: “estrangularemos o último monarca católico com as tripas do último sacerdote”.

Ódio àTiara,ou Trirregno,na sua máxima expressão neste emblema do Cavaleiro Kadosk do 30 grau da Maçonaria de Rito Escocês Antigo e Aceite.

As três caveiras representam a morte da Nobreza (representada pelos louros na fronte), dos Reis (representada pela caveira coroada) e do Papa (representada pela caveira envergando a Trirregnum). A faixa preta representa a igualdade de todos os homens na morte, desde os cavalheiros até os homens comuns. A Águia Bicéfala bem poderia representar o Império Romano do Oriente. No entanto, percebe-se que ela também é bicolor. Ela representa a própria Roma, no seu aspecto negativo, de prostituta. Roma é a sede da Igreja de Deus E a sede do Anticristo, conforme nos revela Nossa Senhora. A águia também enverga uma coroa, demonstrando a sua soberania sobre si e os seus subditos, e carrega uma espada, que significa que irá julgar a todos os seus integrantes, condenando-os. A estrela de sete pontas no meio da imagem, bem como as sete pontas de arma ao redor do cavaleiro, representam o espírito do desperto, enquanto que os sete fantasmas ao redor da caveira representam o espírito do adormecido, representando que há maçons de grau 30 despertos E adormecidos e, ainda, que é com a morte que começa o despertar. Finalmente, a cruz representa a divindade de Cristo, negada pelo número “30”, que representam os trinta anos em que Jesus viveu como um homem na Galiléia, “coincidentemente” o número do grau referido. Por fim, há o punhal por detrás do mantel, que eu não revelo o significado.


 
 
 




O início da democracia

O Franco-Gallia teve uma repercussão enorme. Os panfletários huguenotes plagiaram-no, um melhor que o outro. O sistema exposto neste texto é a democracia tal como compreendida. Hoje em dia. Essa forma de governo, que dava aos agitadores fácil acesso aos primeiros cargos do estado, propiciou-lhes o poder para propagarem suas doutrinas; ao mesmo tempo, ela deu melhor resposta às idéias de independência que estavam no fundo da reforma, ao direito que a Renascença Queria conferir ao homem para que se dirigisse por si mesmo em direção ao ideal de felicidade que ela lhe apresentava.

A França, por causa dos huguenotes, Estava à Beira do Abismo.

A situação não era menos crítica para a igreja católica Ela acabou de perder a Alemanha, a Escandinávia, a Inglaterra e a Suíça; os países baixos se insurgiram contra ela. A apostasia da França, se viesse a confirmar-se, devia causar no mundo inteiro o escândalo mais pernicioso e o mais profundo Abalo: tanto mais que a Espanha deveria segui-la. O objetivo constante de todo partido protestante, para o Qual Coligny Não cansou de trabalhar, era arrastar a França para uma liga geral com todos os estados protestantes, a fim de esmagar a Espanha, única grande nação católica que permanecerá poderosa, isto teria sido a ruína completa da civilização cristã.

Deus não não permitiu e a França também não. Os Valois fraquejavam, hesitavam, adotavam variações na política. A Liga nasceu para tomar em suas mãos a defesa da fé, para mantê-la na nação e no governo do país. Os católicos, que formavam agora a quase totalidade dos Franceses (os protestantes eram apenas 400.000 em 1558, é o número que dá o historiador protestante Ranke castelnau, testemunha bem informada, vai mais longe; afirma que os protestantes estavam para o resto da Nação na proporção de 1 para 100. Os católicos viram seu país devastado durante 50 anos por esse punhado de calvinistas), quiseram ter chefes absolutamente inquebrantáveis em sua fé. Escolheram a casa de Guise. “em qualquer apreciação que se faça sobre as guerras de religião, diz Boselli, é impossível deslconhecer que a casa de Guise foi, durante todo esse período, a própria encarnação da religião do Estado, do culto nacional e tradicional ao qual tantos franceses permaneciam Unidos. Ela personificou a idéia da fidelidade católica Os Guise provavelmente ter-se-iam tornado Reis de França se Henrique III se tivesse feiti de Protestantes, ou se Henrique IV não se tivesse feito católico”.

Deus quis conservar à França sua estirpe real, como ele havia feito uma primeira vez pela Missão dada a Joana D’arc. O Herdeiro do Trono, segundo a lei sálica, era Henrique de Navarra, aluno de coligny, Protestante e chefe dos Protestantes. Deus mudou seu coração. A França recobrou a paz, e Luís XIII e Luiz XIV recolocaram a França no caminho da civilização católica. digamos, entretanto, que esse último cometeu a falta, que por si só teria graves consequências, de desejar a declaração de 1682. Ela trazia nos seus flancos a Constituição Civil do clero, ela começava a obra, nefasta entre todas, da secularização que prossegue hoje até às suas últimas consequências.

Luís XV, que se entregara aos costumes da Renascença, viu a obra de descristianização iniciada pela Reforma ser retomada por Voltaire e pelos enciclopedistas precursores de Robespierre, ancestrais daqueles que nos governa atualmente. Taine disse com muita propriedade: “A reforma não é senão um movimento particular dentro de uma revolução que começou antes dela. O século XIV abre o caminho; e depois, cada século se ocupa apenas a preparar, na ordem das idéias, novas concepções, e, na ordem prática, novas instituições. desde aquele tempo, a sociedade não mais reencontrou seu guia na igreja, nem a igreja sua imagem na sociedade”.

 
 
 
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