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Uma das principais características do Mitraísmo era a refeição sacrificial, que envolvia comer a carne e beber o sangue de um touro. Mitras, o deus do Mitraismo, estava “presente” na carne e no sangue do touro, e quando consumido, concedia salvação àqueles que tomavam parte da refeição sacrificial (teofagia, comer o próprio deus). (…) Constantino e seus sucessores encontraram um substituto fácil para a refeição sacrificial do Mitraísmo no conceito da Ceia do Senhor/Comunhão Cristã. Infelizmente, alguns cristãos primitivos já haviam ligado o misticismo à Ceia do Senhor, rejeitando o conceito bíblico de uma simples e adorativa rememoração da morte e sangue derramado de Cristo. A romanização da Ceia do Senhor completou a transição para a consumação sacrificial de Jesus Cristo, agora conhecida como a Missa Católica/Eucaristia.

Há uma mentira grotesca no texto quando diz que se comia a carne e se bebia o sangue do touro. Na verdade Justino Mártir, falando sobre a eucaristia, nos relata que os mitras usavam água e pão nas suas celebrações: … que os demônios perversos imitaram nos mistérios de Mitra, ordenando a mesma coisa para ser feita. Por que um pão e um copo de água são colocados com encantamentos certos nos ritos místicos de quem está sendo iniciado, que você ora conhece ou pode aprender [1].

Hoje se supõe por alguns achados arqueológicos que poderia haver o uso do vinho, mas isso não era relatado pelos primeiros cristãos. Por tanto é extremamente forçado dizer que bebia sangue e comia carne de um touro. Além disso, dizer que Mitra estava presente na carne e no sangue é um absurdo. Não há nenhuma prova relatada sobre isso, muito menos que isso concedia a salvação para aqueles que o praticavam. Os seguidores dessa religião não escreviam textos sagrados nem tão pouco deixaram escritos onde relatavam as suas práticas. As únicas coisas que restaram foram pinturas e esculturas de Mitra nos locais onde eram praticados os cultos. Dizer sobre presença real e salvação é forçar de mais a calúnia contra a Igreja Católica. Esses argumentos costumam ser usados por ateus e céticos, que afirmam que o cristianismo surgiu do paganismo. Ver um suposto “cristão” distorcer algo que já é uma mentira para usar de acordo com suas convicções é realmente lamentável.

O Mitraísmo também possuía sete “sacramentos”, o que faz com que as semelhanças entre o Mitraísmo e o Catolicismo Romano sejam tão numerosas que não as podemos ignorar.

Outra enorme mentira. Eles não possuíam sacramentos mas sim níveis de iniciação, que estavam provavelmente relacionados com a Lua, Mercúrio, Vénus, Sol, Marte, Júpiter e Saturno. Os nívels foram listados por São Jerônimo[2] e são esses: Corax (corvo), Cryphius (oculto), Miles (soldado), Leo (leão), Perses (persa), Heliodromus (emissário solar) e Pater (pai). Esses níveis em nada são sacramentos, mas sim posições dentro da religião. Por exemplo, Leo oferecia a Mitra as oferendas, Chryphius seria como esposo e Miles usava como insígnias a coroa e uma espada. Muitos não passavam no nível de Leo. Eram apenas cargos dentro da religião e não sacramentos. Quem escreveu isso não deve saber nem o que é sacramento. Sobre o nível de Miles, por exemplo, Tertuliano nos conta que candidato era batizado, recebia alguma marca e colocava uma coroa na sua cabeça, proclamando que Mitra era a sua coroa. Posteriormente os iniciados assistiam a uma morte ritual e simulada, cujo celebrante era um Pater [3][4]. Com isso ele se tornava um Miles, um soldado de Mitra. Em nada isso tem a ver com sacramentos.

***

Como sempre mentiras e mais mentiras contra a Santa Igreja. Sabemos o que a bíblia nos diz sobre os mentirosos: Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira. (Jo 8:44)

In Corde Jesu, semper,

Guilherme Welte.

Notas: [1] – St. Justin Martyr, The First Apology, chapter 66. De Ante-Nicene Fathers, Vol. 1. Editado por Alexander Roberts, James Donaldson e A. Cleveland Coxe. (Buffalo, NY: Christian Literature Publishing Co., 1885.) Revisado e editado para New Advent por Kevin Knight. Disponível em: <http://www.newadvent.org/fathers/0126.htm> [2] – Jerome, Letters 107(To Laeta), chapter 2. De Nicene and Post-Nicene Fathers, Second Series, Vol. 6. Editado by Philip Schaff e Henry Wace. (Buffalo, NY: Christian Literature Publishing Co., 1893.) Revisado e editado para New Advent por Kevin Knight. Disponível em: <http://www.newadvent.org/fathers/3001107.htm> [3] – Tertullian, The Chaplet, chapter 15. De Ante-Nicene Fathers, Vol. 3. Editado por Alexander Roberts, James Donaldson e A. Cleveland Coxe. (Buffalo, NY: Christian Literature Publishing Co., 1885.) Revisado e editado for New Advent by Kevin Knight. Disponível em: <http://www.newadvent.org/fathers/0304.htm> [4] – Tertullian, Prescription against Heretics, chapter 40. De Ante-Nicene Fathers, Vol. 3. Editado por Alexander Roberts, James Donaldson e A. Cleveland Coxe. (Buffalo, NY: Christian Literature Publishing Co., 1885.) Revised and edited for New Advent by Kevin Knight. Disponível: <http://www.newadvent.org/fathers/0311.htm>

 
 
 

SANTIAGO, 05 Out. 11 / 11:29 am (

Líderes das diferentes confissões cristãs presentes no Chile entregaram esta segunda-feira uma carta às autoridades executivas, legislativas e judiciais, para exortá-las a não aprovar o aborto nem as uniões homossexuais, porque vão contra os valores sobre os quais se fundou o país e que são a base da sociedade.

“Considerando que mais de 85 % da comunidade nacional se declara de convicções cristãs, convidamos nossas autoridades e legisladores a uma séria reflexão a respeito das conseqüências que legislações como as assinaladas podem importar para o futuro do Chile”, expressaram na carta.

Os assinantes disseram que respeitam aqueles que pensam diferente, mas indicaram que isso “não legitima que sejam introduzidas mudanças conceituais drásticas na legislação que afetem as profundas convicções arraigadas em nosso povo”.

“À autoridade corresponde reconhecer que existem princípios e valores imutáveis que alimentaram a alma e os alicerces de nossa nação, cristã desde seus inícios. Quem não os aceite têm todo o direito de fazê-lo, mas a lei é uma ordenação social, moral e ética para todos e não pode impor-se contrariando a natureza das coisas e vulnerando, acreditam, o sentir majoritário do país”, afirmaram.

Do mesmo modo, rechaçaram que o projeto contra a discriminação “use o termo ‘orientação sexual’, um conceito cuja ambigüidade derivou, em outras nações, em uma distorção da sexualidade e das bases da família, assim como em um sério perigo para o exercício de numerosas liberdades, entre outras a religiosa, que são os fundamentos de uma sociedade livre”.

“Tampouco gostaríamos que, em virtude deste pretexto, chegue-se a permitir o matrimônio e a adoção de crianças e jovens por pessoas do mesmo sexo unidas legalmente”, acrescentaram.

Os líderes cristãos pediram a Deus que ilumine as autoridades chilenas e reiteraram seu “chamado fraternal” às autoridades do Poder Executivo, Legislativo e Judicial, para que “compreendam que estas iniciativas de lei, atualmente em estado de tramitação, são atentatórias ao desenvolvimento de valores e instituições fundamentais como a vida, o matrimônio e a família”.

“A saúde ou enfermidade de uma sociedade e de seu Estado se reflete na situação de suas famílias”, afirmaram.

A carta foi assinada pelo Presidente da Conferência Episcopal Chilena, Dom Ricardo Ezzati; e os representantes da Igreja Ortodoxa do Chile, Arcebispo Sergio Abade; Mesa Ampliada de Organizações Evangélicas, Bispo Emiliano Soto; Igreja Anglicana do Chile, Arcebispo Héctor Zavala; Igreja Metodista Pentecostal, Bispo Roberto López; e Igreja Pentecostal Apostólica, Bispo Francisco Anabalón.

 
 
 

Por Dom Murilo Krieger

SALVADOR, terça-feira, 26 de julho de 2011 (ZENIT.org) – “Você acredita em Deus?” Com essa pergunta, a jornalista terminava uma longa entrevista com um conhecido esportista nacional. A resposta que ele lhe deu chamou minha atenção, porque expressa o que muita gente pensa a respeito do problema do mal. O drama e a angústia do esportista são a angústia e o drama de inúmeras pessoas, em situações, épocas e lugares diferentes: “É difícil dizer que acredito em Deus. Quanto mais desgraças vejo na vida, menos acredito em Deus. É uma confusão na minha cabeça; não encontro explicação para o que acontece. Por que é que meu filho nasce em berço de ouro, enquanto outro, infeliz, nasce para sofrer, morrer de doença, e há tudo isso de triste que a gente vê na vida? É uma coisa que não entendo e, como não tenho explicação, é difícil de acreditar em um Ser superior.”

O mal, o sofrimento e a doença fazem parte de nosso cotidiano. As injustiças, a fome e a dor são tão frequentes em nosso mundo que parecem ser normais e obrigatórias. Fôssemos colocar em uma biblioteca todos os livros já escritos para tentar explicar o porquê dessa realidade, ficaríamos surpresos com sua quantidade.

Para o cristão, mais do que um culpado, o mal tem uma causa: a liberdade. Fomos criados livres, com a possibilidade de escolher nossos caminhos. Podemos, pois, fazer tanto o bem quanto o mal. Se não tivéssemos inteligência e vontade, não existiria o mal no mundo; se fossemos meros robôs, também não. Por outro lado, sem liberdade não haveria o bem e nem saberíamos o que é um gesto de amor. Também não conheceríamos o sentido de palavras como gratidão, amizade, solidariedade e lealdade.

O mal nasce do abuso da liberdade ou da falta de amor. Nem sempre ele é feito consciente ou voluntariamente. Quanto sofrimento acontece por imprudência! Poderíamos recordar os motoristas que abusam da velocidade ou que dirigem embriagados, e acabam mutilando e matando pessoas inocentes. Não é da vontade de Deus que isso aconteça. Mas Ele não vai corrigir cada um de nossos erros e descuidos. Não impedirá, por exemplo, que o gás que ficou ligado na casa fechada asfixie o idoso que ali dorme. Repito: Deus não intervém a todo momento para modificar as leis da natureza ou para corrigir os erros humanos.

O que mais nos angustia, talvez pela gravidade das consequências, é o mal causado pela violência, pelo ódio e egoísmo. Os assassinatos e roubos, os sequestros e acidentes, as guerras e destruições são como que pegadas da passagem do homem pelo mundo. O mal acontece porque usamos de forma errada nossa liberdade ou não aceitamos o plano de Deus, expresso nos mandamentos. Quando nos deixamos levar pelo egoísmo e seguimos nossas próprias ideias, construímos o nosso mundo, não o mundo desejado por Deus para nós.

Outro imenso campo de sofrimento é o das injustiças. Quantos se aproveitam de sua posição e de seu poder para se enriquecer sempre mais, à custa da miséria dos fracos e do sofrimento dos indefesos! Terrível poder o nosso: podemos fechar-nos em nosso próprio mundo e contemplar, indiferentes, a desgraça dos outros.

Não se pode, também, esquecer o mal causado pela natureza, quando suas leis não são respeitadas. Com muita propriedade, o povo diz: “Deus perdoa sempre; o homem, nem sempre; a natureza, nunca!” A devastação das florestas e a contaminação das águas fluviais trazem consequências inevitáveis, permanentes e dolorosas para a vida da humanidade. Culpa de Deus?…

Diante do mal, não podemos ter uma atitude de mera resignação. Cristo nos ensina a lutar, combatendo o mal em suas causas. O bom uso da liberdade e a prática do bem nos ajudarão a construir o mundo que o Pai sonhou para nós. Descobriremos, então, que somos muito mais responsáveis por nossos atos do que imaginamos. Fugir dessa responsabilidade, procurando fora de nós a culpa de nossos erros é uma atitude cômoda, ineficiente e incoerente. Assumirmos a própria história, colocando nossas capacidades a serviço dos outros, é uma tarefa exigente, sim, mas que nos dignifica e nos realiza como seres humanos e filhos de Deus.

Dom Murilo S.R. Krieger, scj, é arcebispo de São Salvador da Bahia

 
 
 
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