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Como falar de Deus no mundo de hoje?” esta foi a pergunta proposta pelo Papa Bento XVI para a catequese desta quarta-feira 28 de novembro, “Deus não é uma hipótese distante sobre a origem do mundo; não é uma inteligência matemática que está longe de nós. O amor de Deus por nós é infinito e eterno, e a fé cristã é uma resposta aos anseios mais profundos do coração humano” — explicou o Santo Padre. “Comunicar Jesus Cristo aos homens e mulheres do nosso tempo significa dar testemunho silencioso e humilde do núcleo da mensagem do Evangelho”. “Falar de Deus requer um crescimento na fé, familiaridade com Jesus e seu Evangelho e uma vida de fé e caridade”, explicou o Papa .

Neste sentido, o primeiro passo é procurar aprender a forma como Deus se comunica ao longo da história humana, sobretudo com a Encarnação: através da simplicidade. É necessário retornar ao aspecto essencial do anúncio, olhando para o exemplo de Jesus. N’Ele, o anúncio e a vida se entrelaçam: Jesus atua e ensina, partindo sempre da sua relação íntima com Deus Pai. De fato, comunicar a fé não significa levar a si mesmo aos outros, mas transmitir publicamente a experiência do encontro com Cristo, a começar pela família. Esta é um lugar privilegiado para falar de Deus, onde se deve procurar fazer entender que a fé não é um peso, mas uma profunda alegria que transforma a vida.

 
 
 

Vaticano, 24 Nov. 12 / 10:01 am (

ACI/EWTN Noticias).- Em sua alocução no consistório deste sábado, 24 de novembro, no qual foram criados seis novoscardeais, o Papa Bento XVI pôs em evidência de modo particular que a Igreja é Igreja de todos os povos, e por conseguinte exprime-se nas várias culturas dos diversos Continentes.

Ao iniciar seu discurso o Papa afirmou “só professando e guardando intacta esta norma da verdade é que somos discípulos autênticos do Senhor”. “Neste Consistório, quero deter-me em particular sobre o significado do termo “católica”, que indica um traço essencial da Igreja e da sua missão”.

O Pontífice sublinhou que “a Igreja é católica, porque Cristo, na sua missão de salvação, abraça toda a humanidade”.

“Jesus envia a sua Igreja, não a um grupo, mas à totalidade do gênero humano para, na fé, o reunir num único povo a fim de o salvar, como justamente se exprime o Concílio Vaticano II na Constituição dogmática Lumen Gentium: “Ao novo Povo de Deus todos os homens são chamados. Por isso, este Povo, permanecendo uno e único, deve estender-se a todo o mundo e por todos os séculos, para se cumprir o desígnio da vontade de Deus” (n. 13). Por conseguinte a universalidade da Igreja deriva da universalidade do único desígnio divino de salvação do mundo”, explicou o Santo Padre.

““Ide pelo mundo inteiro, proclamai o Evangelho a toda criatura” (Mc 16, 15); “fazei discípulos de todos os povos” (Mt 28, 19). Com estas palavras, Jesus envia os apóstolos a todas as criaturas, para que chegue a todo o lado a ação salvadora de Deus. Entretanto, se observarmos os discípulos no momento da ascensão de Jesus ao Céu, narrada no livro dos Atos dos Apóstolos, vemo-los ainda na sua visão fechada e pensam na restauração de um novo reino davídico, perguntando ao Senhor: “É agora que vais restaurar o Reino de Israel?” (Act 1, 6). E como responde Jesus? Responde, abrindo os seus horizontes e confiando-lhes uma promessa e uma tarefa: promete que serão cumulados da força do Espírito Santo e confere-lhes o encargo de O testemunharem em todo o mundo, superando as fronteiras culturais e religiosas em que estavam habituados a pensar e viver para se abrirem ao Reino universal de Deus”, disse o Papa Bento.

“E, no início do caminho da Igreja, os Apóstolos e os discípulos partem sem nenhuma segurança humana, mas unicamente com a força do Espírito Santo, do Evangelho e da fé. É o fermento que se espalha pelo mundo, entra nas diferentes vicissitudes e nos mais variados contextos culturais e sociais, mas permanece uma única Igreja. (…) E quando os Apóstolos falam de Igreja, não falam de uma comunidade própria, falam da Igreja de Cristo e insistem sobre esta identidade única, universal e total da Católica, que se realiza em cada Igreja local. A Igreja é una, santa, católica e apostólica, refletindo em si mesma a fonte da sua vida e do seu caminho: a unidade e a comunhão da Trindade”, refletiu o Sucessor de Pedro.

“No sulco e na perspectiva da unidade e universalidade da Igreja, situa-se também o Colégio Cardinalício: este apresenta uma variedade de rostos, dado que exprime o rosto da Igreja universal. Desejo, com este Consistório, pôr em evidência de modo particular que a Igreja é Igreja de todos os povos, e por conseguinte exprime-se nas várias culturas dos diversos Continentes. É a Igreja de Pentecostes, que, na polifonia das vozes, ergue um canto único e harmonioso ao Deus vivo”.

Dirigindo-se aos novos cardeais o Papa disse: “Daqui para diante estareis unidos de forma ainda mais estreita e intima com a Sé de Pedro: os títulos ou as diaconias das igrejas da Urbe recordar-vos-ão o vínculo que vos une, como membros a título muito especial, a esta Igreja de Roma, que preside à caridade universal. Especialmente através da vossa colaboração com os Dicastérios da Cúria Romana, sereis meus preciosos cooperadores antes de tudo no ministério apostólico a favor da catolicidade inteira, como Pastor de todo o rebanho de Cristo e primeiro garante da doutrina, da disciplina e da moral”.

“Queridos amigos, louvemos ao Senhor, que “não cessa de enriquecer, com largueza de dons, a sua Igreja dispersa pelo mundo” (Oração), revigorando-a na perene juventude que lhe deu. A Ele confiamos o novo serviço eclesial destes prezados e venerados Irmãos, para que possam prestar corajoso testemunho de Cristo, com o dinamismo edificante da fé e o sinal de um incessante amor oblativo”, concluiu Bento XVI.

Os seis novos cardeais criados hoje são: o Arcebispo de Bogotá e Presidente da Conferência Episcopal da Colômbia, Dom Rubén Salazar; o Arcebispo americano James Harvey, nomeado Arcipreste da Basílica de São Paulo Extramuros em Roma; Patriarca Maronita Béchara Raï, principal líder católico do Líbano; o Arcebispo mor da Igreja Siro-Malankaresa Baselios Thottunkal, da Índia; o Arcebispo de Abuja (Nigéria), Dom John Onaiyekan; e Dom Luis Antonio Tagle, Arcebispo de Manila (Filipinas).

 
 
 
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