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Aceito as críticas e quero me redimir! Apresento, agora, os pontos POSITIVOS do 14° Intereclesial das CEBs em Londrina. (Contém BÔNUS no final.)

1. PT E A IGREJA: https://youtu.be/5-hnf-Z9vD8 2. NOVAS EVIDÊNCIAS: https://youtu.be/qndau1if6CY 3. DOSSIÊ FREI BETTO: https://youtu.be/J5afKQlhI2Y

– Arquidiocese de Londrina: (43) 3371-3141 – Nunciatura Apostólica no Brasil: (61) 3223-0794 e 3223-0916 – E-mail Nunciatura Apostólica no Brasil: nunapost@solar.com.br

 
 
 

Oi Povo Católicooooo!!!!!

Hoje vamos desmistificar um dos assuntos preferidos dos não-católicos… DOGMAS!  Todo mundo atira pedras evocando os tais “dogmas católicos” sem fazer a menor ideia do que significam.  Em geral fazem crer que são grandes imposições misteriosas da toda-poderosa Igreja Católica.  E o pior é que muitos de nós, católicos, engolimos mais essa besteira e ficamos quietos.  Então vamos lá… hoje você vai entender o que é isso e, da próxima vez que lhe encherem a paciência, você já pode meter o pé na porta.

Pra começar, a palavra dogma vem do grego e significa “opinião, princípio, o que se acredita ser verdade“.  Ou seja, são princípios básicos que, no nosso contexto, significam os pontos de partida da nossa fé.

Agora que você já sabe o significado, vamos contextualizar melhor: os dogmas são verdades de fé baseadas em fatos narrados na Bíblia ou em consequências claras destes fatos.  Então, pra que o povo católico não se perca em divagações malucas e saiba exatamente o significado das coisas, a Igreja Católica registrou e confirmou o significado destes fatos.  Esse é um dos ingredientes “mágicos” da invejada unidade do nosso povo há 2.000 anos!

Outras religiões e designações Cristãs, que se gabam por não terem dogmas, acabam virando um bundalelê em que qualquer um pega a Bíblia, entende o que quer e sai fundando uma Igreja pra cada verso que interpreta… assim, seria mais prático consultar uma cartomante.

Enfim… voltemos ao nosso.  A Igreja Católica elucidou muitas verdades de fé durante estes 2000 anos.  Só pra exemplificar, veja a lista abaixo com ALGUNS dos dogmas mais importantes:

  1. A Existência de Deus;

  2. Santíssima Trindade;

  3. Jesus Cristo é verdadeiro Deus e filho de Deus por essência;

  4. Cristo nos resgatou e reconciliou com Deus por meio do sacrifício de sua morte na cruz;

  5. Ao terceiro dia depois de sua morte, Cristo ressuscitou glorioso dentre os mortos;

  6. A Imaculada Conceição de Maria;

  7. A Assunção de Maria;

  8. A Virgindade Perpétua de Maria;

  9. A Igreja foi fundada pelo Deus e Homem, Jesus Cristo;

  10. Cristo constituiu o Apóstolo São Pedro como primeiro entre os Apóstolos e como cabeça visível de toda Igreja, conferindo-lhe imediata e pessoalmente o primado de jurisdição;

  11. O Papa é infalível sempre que se pronuncia ex catedra;

  12. A Igreja é infalível quando faz definição em matéria de fé e costumes;

  13. O Fim do mundo e a Segunda Vinda de Cristo.

Ufa… e isso é só uma pequena parte deles!  Agora, descendo um pouco do pedestal teórico, vamos meter a mão na massa para analisar um exemplo.  Que tal a  famosa Infalibilidade Papal?  Os não-católicos enchem a paciência dizendo que isso é uma invenção da Igreja para dar poderes ao Papa.  Mas, na verdade, é apenas uma constatação diante do que o próprio Cristo disse!!!

Olha aí:

“E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela“. (São Mateus 16,18)

Os Papas nunca erram…

Essa passagem não deixa dúvidas Cristo quis se fazer presente para sempre, através da sua Igreja (que naquele momento surgia apenas com os Apóstolos) e escolheu Pedro como o seu grande guardião.  Também deixou claro que a Igreja nunca se corromperia porque “as portas do inferno nunca prevalecerão contra ela”.

Bom, se as portas do inferno nunca prevalecerão sobre ela e quem guia a Igreja é Pedro e seus sucessores (os Papas), podemos dizer claramente que, em assuntos de fé e moral, eles jamais poderiam errar. Afinal, pra que Cristo teria o trabalho de fundar uma Igreja e depois deixá-la à mercê dos limites humanos, do pecado que fere, eventualmente, até os mais santos? Percebam que o dogma é resultado de um racionínio claro e direto, partindo dos fatos, não é uma imposição teológica arbitrária, como a mentalidade comum acredita.

E notem que estamos sendo conservadores!  Estamos admitindo que todos os católicos podem errar em questões de fé e moral, menos aquele que tem a função de nortear os caminhos deste povo.  E também estamos restringindo a infalibilidade a questões que efetivamente tenham a ver com os rumos da Igreja!  Ou seja, se o Papa estiver dirigindo um carro pode errar o caminho a vontade… isso não tem nada a ver com fé, nem com moral.

Mas, como pode um homem normal ser infalível em qualquer coisa que seja?  Vamos voltar às palavras de Cristo:

“Mas o Paráclito, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, ensinar-vos-á todas as coisas e vos recordará tudo o que vos tenho dito“. (São João 14,26)

É o Espírito Santo que garante a retidão da Igreja.  Logo, em assuntos de fé e moral, portanto, da condução do Povo Católico, o Papa é guiado pelo Espírito Santo.  Por isso não erra.  Não é um mérito dele.  Mas do próprio Deus, que conduz seu povo através de Pedro.

Então pronto… aí está de forma simples e objetiva a prova de que a “Infalibilidade Papal” é uma afirmação evidente, baseada nos fatos narrados na Bíblia.

Isso é um dogma.  Não tem nada a ver com autoritarismos, mas com coerência. Pronto… caiu o mito.  E você quase acreditando que eram verdades indiscutíveis inventadas por homens maus de capuz preto, para dominar o mundo…

Então, agora que você já entendeu qual é o raciocínio por trás de tudo, não abaixe mais a cabeça quando lhe disserem que a Igreja Católica força a barra.  O seu povo tem 2.000 anos e o próprio Espírito Santo trabalha para que você receba da Igreja o mesmo conteúdo de fé que os Apóstolos receberam de Cristo.

Abraços!

 
 
 

Hernán Cosp – 3º Teologia

São Tomás de Aquino, no seu tratado sobre a temperança[1], aborda um assunto ao mesmo tempo, tão interessante e agradável quanto atraente e fascinante: a curiositas. Analisemos o pensamento do doutor angélico a respeito de tal questão.

Em primeiro lugar, São Tomás distingue dois tipos de curiositas. Uma é aquela que diz respeito ao conhecimento intelectual e outra é aquela que toca no conhecimento sensitivo. O Aquinate, com a sua natural clareza e simplicidade, nos mostra que sendo o objeto a conhecer alheio às nossas necessidades espirituais e conveniências terrenas, pode facilmente ser nocivo à alma. Em outras palavras, o afã de conhecimento pelo mero prazer de dilatar nossa inteligência, pode levar à perversão do indivíduo, pois o aparta de seu fim último que é Deus Nosso Senhor.

Num segundo momento, o Teólogo indica os principais defeitos da curiositas, a saber:

1º) Quanto ao aspecto intelectual, é um vício o desejo de conhecer as coisas pelo mero prazer pessoal de autoprojeção ou, pior ainda, quando esse “conhecer” leva a pessoa a se considerar outro deus. Uma verdadeira abominação, contrária à reta razão. Nesse caso, o sujeito se esquece que a verdade capital é amar a Deus sobre todas as coisas e, mediante isso, salvar a própria alma. Resultado: há uma degringolada rápida e fatídica no abismo do intelectualismo, nascendo daí o ateísmo, ou seja, a negação da existência de Deus.

2º) Quanto aos sentidos, existe nos indivíduos uma natural tendência para querer conhecer as coisas que os rodeiam. Depois do pecado original, tais coisas podem facilmente converter-se em supérfluas ou até prejudiciais para a alma – por exemplo, um olhar indiferente que excita a concupiscência – nesse caso a curiosidade se transforma num vício, pois penetra no conhecimento para deturpá-lo. Cabe ressaltar que, muitas das vezes, as coisas criadas se apresentam de maneira apática e neutra, porém, no campo das tendências, podem exercer uma grande influência sobre os indivíduos, arrastando-os para o erro e a corrupção.

Resumindo, muitas vezes nos preocupamos com futilidades e tolices, colocando-as no centro de nossas vidas, em detrimento do próprio Deus que é nossa causa primeira e fim último. Dele viemos e para Ele iremos! De que adianta interessar-se pelas criaturas e esquecer-se do Criador?!

[1] Pensamento tomista sobre a temperança e a curiosidade tratado na Suma Teológica II-II questões 161 e 167.

Fonte: Revista Lumen Veritatis Link: http://ittanoticias.arautos.org/?p=864

 
 
 
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Esta obra é inteiramente dedicada à Santíssima Virgem Maria!

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