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Análise do manuscrito da terceira parte do segredo de Fátima, no Arquivo da Congregação para a Doutrina da Fé. Foto: Fatima.pt

FATIMA, 09 Jan. 14 / 01:07 pm (ACI/EWTN Noticias).- Maria José Azevedo Santos, professora universitária da Faculdade de Letras da Universidade da Coimbra (Portugal), perita em paleografia (estudo de escrituras antigas), logo depois de analisar o manuscrito da terceira parte do segredo de Fátima assinalou que se trata de um documento “autêntico”.

Maria José Azevedo Santos foi convidada a analisar cientificamente o manuscrito da terceira parte do segredo de Fátima, de propriedade do Vaticano, e atualmente cedido ao Santuário da Fátima para a exposição  “Segredo e Revelação”, que durará até final de outubro de 2014.

Em uma entrevista ao periódico jornal do santuário Mariano da Fátima, “Voz dá Fátima”, que será publicada no próximo 13 de janeiro, a perita assinalou que “a Igreja nunca teve dúvidas de que o documento era original, e se a Igreja pede à ciência que a sua leitura seja-lhe submetida, poderíamos, é óbvio, encontrar algum elemento contraditório, o que não aconteceu. Trata-se de um documento autêntico, verdadeiro, que saiu das mãos da Irmã Lucia”.

“O documento tem uma dimensão universal, porque o interesse nele não se restringe apenas à comunidade cristã católica, é patrimônio da humanidade”, indicou.

Azevedo Santos assinalou que apesar de que não figure a assinatura da autora, a Irmã Lucia, isto não “invalida a autenticidade do documento”.

“Pudemos comparar a letra com outros documentos manuscritos da Irmã Luzia e chegar à conclusão de que este, que não está assinado, é da mesma autora. Esta é uma conclusão científica”, disse.

A perita assinalou que “meu testemunho é verdadeiramente um testemunho singular, porque o encargo que recebi também é singular. Fui a primeira mulher leiga a entrar em contato direto com o documento em questão, com prévia autorização de Sua Santidade, o Papa Francisco, concedida aos delegados do Bispo de Leiria-Fátima”, Dom António Augusto Marto.

Maria José Azevedo Santos, junto ao Pe. Luciano Cristino, diretor do serviço de Estudos e Difusão do Santuário da Fátima, junto do Padre Marco Daniel Duarte, diretor do Museu do Santuário da Fátima, visitaram Roma (Itália) em setembro de 2013, obtendo as permissões necessárias, incluindo a autorização do Arquivo da Congregação para a Doutrina da Fé (CDF), que custodia o manuscrito.

O manuscrito da vidente Lucia descreve o que Nossa Senhora lhe disse nas aparições em Fátima e seu conteúdo foi divulgado em 2000 pela Congregação da Doutrina da Fé, então presidida pelo Cardeal Ratzinger. O texto do segredo e a interpretação feita pelo mencionado dicastério, desmentindo certos rumores milenaristas de que o documento continha dados sobre o fim dos tempos, seguem publicados no site do Vaticano em: http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cfaith/documents/ rc_con_cfaith_doc_20000626_message-fatima_po.html

 
 
 

ROMA, 29 Jul. 11 / 01:11 pm (

O regente da Penitenciaria Apostólica, Monsenhor Gianfranco Girotti, afirmou que a Igreja Católica jamais denunciará a confissão de um fiel, após as autoridades civis da Irlanda terem anunciado uma tentativa legal para encarcerar os sacerdotes que mantenham o segredo de confissão nos casos de abuso sexual.

Em declarações ao jornal Il Foglio, Mons. Girotti indicou que “a Irlanda pode fazer os projetos de lei que deseje, mas deve saber que a Igreja jamais se submeterá à obrigação da denúncia do confessor à autoridade civil”.

No dia 14 de julho, o Primeiro Ministro irlandês, Enda Kenny, prometeu introduzir uma nova lei que levaria à prisão os sacerdotes por até cinco anos se não denunciarem às autoridades os crimes de abuso sexual revelados durante as confissões.

A proposta de lei contradiz o Direito Canônico que defende a inviolabilidade do segredo sacramental e proíbe que os confessores o traiam de modo algum sob pena de excomunhão.

Dom Girotti explicou que “para o confessor que infringe o segredo de confissão está prevista a excomunhão ‘latae sententiae’ – automática- por parte da Igreja”, e por isso é “absurda e inadmissível” a proposta de lei.

“A confissão é uma questão privada que permite que o penitente se emende, se purifique. O segredo é uma condição necessária”, mas isto “não significa que os bispos não devam vigiar os pedófilos, e feitas as oportunas verificações, pedir a estas pessoas que paguem por seus próprios crimes”, assinalou.

“Se querem violar a confissão, a resposta da Igreja será sempre não”.

“Todos –os delinqüentes– têm o dever de pagar suas contas à justiça pelos crimes cometidos, mas não diz respeito ao confessor violar o segredo. A confissão é destinada para limpar a alma perante Deus”, recordou.

Finalmente, o funcionário da penitenciaria apostólica explicou que o confessor “tem o dever de absolver –os pecados- na suposição de que se reconheça o sincero arrependimento” do penitente, e esclareceu que “a denúncia ao poder judicial, o cárcere, e as sanções previstas das leis do estado, são outra coisa diferente”.

 
 
 

Palavras antes do Ângelus de hoje

CIDADE DO VATICANO, domingo, 1º de fevereiro de 2009 (ZENIT.org).- Publicamos as palavras que Bento XVI dirigiu neste domingos ao rezar a oração mariana do Ângelus junto a milhares de peregrinos reunidos na Praça de São Pedro.

* * *

Caros irmãos e irmãs!

Este ano, nas celebrações dominicais, a liturgia propõe para a nossa meditação o Evangelho de São Marcos, do qual uma singular característica é o assim chamado «segredo messiânico», o fato de Jesus não querer que por enquanto se saiba, fora do grupo restrito dos discípulos, que Ele é o Cristo, o Filho de Deus. Eis, então, que sempre volta a exortar, seja os apóstolos, seja os doentes, que cuidem para não revelar a ninguém sua identidade. Por exemplo, o trecho evangélico deste domingo (Mc 1, 21-28) narra um homem possuído pelo demônio, que de repente começa a gritar: «Que queres de nós, Jesus Nazareno? Vieste nos arruinar? Sei quem és: o santo de Deus!». E Jesus o intima: «Cala-te! Sai dele!». E rapidamente, nota o evangelista, o espírito maligno, com gritos agonizantes, sai daquele homem. Jesus não só expulsa os demônios das pessoas, libertando-as das piores escravidões, mas impede aos próprios demônios de revelarem sua identidade. E insiste sobre este «segredo» porque está em jogo o sucesso de sua missão, da qual depende nossa salvação. Sabe, de fato, que para libertar a humanidade do domínio do pecado, Ele deverá ser sacrificado sobre a cruz como verdadeiro cordeiro pascal. O diabo, por sua vez, busca dissuadir-lhe para derrotá-lo sob a lógica humana de um Messias poderoso e cheio de sucesso. A cruz de Cristo será a ruína do demônio, e é para isso que Jesus não deixa de ensinar aos seus discípulos que, para entrar na sua glória, Ele deve padecer muito, ser rejeitado, condenado e crucificado (cf. Lc 24, 26), pois o sofrimento faz parte de sua missão.

Jesus sofre e morre na cruz por amor. Desse modo, Ele deu sentido ao nosso sofrimento, um sentido que muitos homens e mulheres de todas as épocas entenderam e tornaram seu, experimentando serenidade profunda também no amargor de duras provas físicas e morais. E justamente «a força da vida no sofrimento» é o tema que os bispos italianos escolheram para a conhecida Mensagem por ocasião da atual Jornada pela Vida. Uno-me de coração às suas palavras, nas quais se vê o amor dos pastores pelo povo, e à coragem de anunciar a verdade, a coragem de dizer com clareza, por exemplo, que a eutanásia é uma falsa solução para o drama do sofrimento, uma solução indigna do homem. A verdadeira resposta não pode ser a da morte, por mais que seja «doce», e sim o testemunho do amor que ajuda a enfrentar a dor e a agonia de forma humana.

Tenhamos certeza de uma coisa: nenhuma lágrima, nem de quem sofre, nem de quem lhe está próximo, se perde diante de Deus.

A Virgem Maria guardou em seu coração de mãe o segredo de seu Filho; compartilhou com ele a hora dolorosa da paixão e da crucifixão, apoiada na esperança da ressurreição. A Ela confiamos as pessoas que estão em sofrimento e quem se esforça todos os dias por seu sustento, servindo a vida em todas as suas fases: genitores, agentes da saúde, sacerdotes, religiosos, pesquisadores, voluntários e muitos outros. Rezamos por todos eles.

[Tradução: José Caetano. Revisão: Aline Banchieri.

© Copyright 2009 – Libreria Editrice Vaticana]

 
 
 
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Esta obra é inteiramente dedicada à Santíssima Virgem Maria!

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