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Deus, rico em misericórdia, está pronto para dar um basta naquilo que nos escraviza

Nós nem sempre pensamos assim, mas o pecado realmente nos escraviza, enquanto a virtude nos liberta.

Às vezes, quando queremos fazer o bem e seguir a vontade de Deus, sentimo-nos sobrecarregados e aprisionados pelos nossos pecados. A escravidão pode até chegar ao ponto de causar cegueira espiritual. Nós, literalmente, não conseguimos “ver” que estamos pecando, e não percebemos o dano que estamos causando a nós mesmos e a toda a criação de Deus.

No livro “O Combate Espiritual”, o Padre Lorenzo Scupoli diz:

“Quando o diabo mantém um homem na escravidão do pecado, seu principal cuidado é cegar cada vez mais os olhos e afastar dele tudo aquilo que possa levá-lo ao conhecimento de sua condição mais infeliz.”

O que começa com um pecado pequeno de repente se torna um pecado maior e assim só vai crescendo de proporção. Scupoli explica:

“Da cegueira à cegueira mais profunda, do pecado ao pecado mais impuro, sua vida miserável irá rodopiar até a morte, a menos que Deus, por sua graça, intervenha para salvá-lo”.

Um remédio simples (mas poderoso) para libertar-se desta vida de pecado é voltar-se para Deus de todo o coração.

Scupoli aconselha:

“O remédio para quem está nesta condição infeliz é estar pronto para dar atenção diligente aos pensamentos e inspirações que o chamam das trevas para a luz, clamando de todo o coração para o seu Criador.”

O autor, então, sugere a seguinte oração:

“Ó Senhor, ajudai-me; ajudai-me rapidamente; não me deixeis mais na escuridão do pecado.”

A oração deve ser repetida várias vezes, implorando a Deus que a Sua misericórdia seja derramada sobre você. A prece também deve ser acompanhada pelo sacramento da Reconciliação

Pode parecer antipático, mas este tem sido o caminho de muitos santos ao longo dos séculos. Eles conseguiram iniciar o caminho da conversão depois de se voltarem para Deus, caindo diante dele com lágrimas de arrependimento.

Deus deseja um coração contrito e, como o Papa Francisco diz, ele nunca se cansa de perdoar. Uma vez que a contrição toma conta de uma pessoa, a verdadeira mudança acontece.

 
 
 

Palavras antes do Ângelus de hoje

CIDADE DO VATICANO, domingo, 1º de fevereiro de 2009 (ZENIT.org).- Publicamos as palavras que Bento XVI dirigiu neste domingos ao rezar a oração mariana do Ângelus junto a milhares de peregrinos reunidos na Praça de São Pedro.

* * *

Caros irmãos e irmãs!

Este ano, nas celebrações dominicais, a liturgia propõe para a nossa meditação o Evangelho de São Marcos, do qual uma singular característica é o assim chamado «segredo messiânico», o fato de Jesus não querer que por enquanto se saiba, fora do grupo restrito dos discípulos, que Ele é o Cristo, o Filho de Deus. Eis, então, que sempre volta a exortar, seja os apóstolos, seja os doentes, que cuidem para não revelar a ninguém sua identidade. Por exemplo, o trecho evangélico deste domingo (Mc 1, 21-28) narra um homem possuído pelo demônio, que de repente começa a gritar: «Que queres de nós, Jesus Nazareno? Vieste nos arruinar? Sei quem és: o santo de Deus!». E Jesus o intima: «Cala-te! Sai dele!». E rapidamente, nota o evangelista, o espírito maligno, com gritos agonizantes, sai daquele homem. Jesus não só expulsa os demônios das pessoas, libertando-as das piores escravidões, mas impede aos próprios demônios de revelarem sua identidade. E insiste sobre este «segredo» porque está em jogo o sucesso de sua missão, da qual depende nossa salvação. Sabe, de fato, que para libertar a humanidade do domínio do pecado, Ele deverá ser sacrificado sobre a cruz como verdadeiro cordeiro pascal. O diabo, por sua vez, busca dissuadir-lhe para derrotá-lo sob a lógica humana de um Messias poderoso e cheio de sucesso. A cruz de Cristo será a ruína do demônio, e é para isso que Jesus não deixa de ensinar aos seus discípulos que, para entrar na sua glória, Ele deve padecer muito, ser rejeitado, condenado e crucificado (cf. Lc 24, 26), pois o sofrimento faz parte de sua missão.

Jesus sofre e morre na cruz por amor. Desse modo, Ele deu sentido ao nosso sofrimento, um sentido que muitos homens e mulheres de todas as épocas entenderam e tornaram seu, experimentando serenidade profunda também no amargor de duras provas físicas e morais. E justamente «a força da vida no sofrimento» é o tema que os bispos italianos escolheram para a conhecida Mensagem por ocasião da atual Jornada pela Vida. Uno-me de coração às suas palavras, nas quais se vê o amor dos pastores pelo povo, e à coragem de anunciar a verdade, a coragem de dizer com clareza, por exemplo, que a eutanásia é uma falsa solução para o drama do sofrimento, uma solução indigna do homem. A verdadeira resposta não pode ser a da morte, por mais que seja «doce», e sim o testemunho do amor que ajuda a enfrentar a dor e a agonia de forma humana.

Tenhamos certeza de uma coisa: nenhuma lágrima, nem de quem sofre, nem de quem lhe está próximo, se perde diante de Deus.

A Virgem Maria guardou em seu coração de mãe o segredo de seu Filho; compartilhou com ele a hora dolorosa da paixão e da crucifixão, apoiada na esperança da ressurreição. A Ela confiamos as pessoas que estão em sofrimento e quem se esforça todos os dias por seu sustento, servindo a vida em todas as suas fases: genitores, agentes da saúde, sacerdotes, religiosos, pesquisadores, voluntários e muitos outros. Rezamos por todos eles.

[Tradução: José Caetano. Revisão: Aline Banchieri.

© Copyright 2009 – Libreria Editrice Vaticana]

 
 
 

A seguir, o Credo que Eusébio de Cesaréia apresentou ao Concílio, que alguns supõem tenha sugerido o Credo adotado ao final. O texto é encontrado em carta à sua diocese (v.tb.: St. Atanásio e Teodoreto). Outros, porém, observam que o Credo de Eusébio se posicionou de forma equívoca ou omissa quanto à definição do “consubstancial”, palavra de primordial importância no Concílio.



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Cremos num só Deus, Pai Todo-Poderoso, Criador das coisas visíveis e invisíveis. E no Senhor Jesus Cristo, porque ele é a Palavra de Deus, Deus de Deus, Luz da Luz, Vida da Vida, seu único Filho, o primogênito de todas as criaturas, gerado do Pai antes de todo o tempo, por quem também tudo foi criado, que se encarnou para nossa redenção, que viveu e padeceu entre os homens, ressuscitou ao terceiro dia, retornou ao Pai, e virá de novo um dia em sua glória para julgar os vivos e os mortos. Cremos também no Espírito Santo. Cremos que cada um dos três existe e subsiste: o Pai verdadeiramente como Pai, o Filho verdadeiramente como Filho, o Espírito Santo verdadeiramente como Espírito Santo, como Nosso Senhor também disse quando mandou seus discípulos para pregar: “Ide e ensinai a todos os povos, e batizai-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.”

Autor: aa.vv. Fonte: Veritatis Splendor Tradução: José Fernandes Vidal

 
 
 
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Esta obra é inteiramente dedicada à Santíssima Virgem Maria!

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