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Fonte: Ágora

De certo, esta é uma das obras mais intrigantes e provocativas de Chesterton, leitura obrigatória a todo Cristão que interessa-se em adentrar, através da Filosofia, a indelével mística Cristã, que fez-se diferente não por pregar a contingência, a moralidade, a concepção de um Deus uno e trino, mas por fundar o Cristianismo… Esta dura verdade, tão útil e necessária. Tão atual e profunda, que move milhares, pelo caminho estreito, chamado Jesus.

“Uma eloqüente apologia do cristianismo contra as filosofias e doutrinas do início do século XX.” O Globo

Aqui deixo um breve deleite, proporcionado por seu eloquente discurso e pela bela produção visual deste vídeo. A tradução do mesmo foi feita pelo web site Chesterton Brasil. [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=ITUArebJxRc[/youtube]

 
 
 

Autor: This Rock Magazine – Julho/1990 Tradução: Carlos Martins Nabeto Fonte: Catholic Answers – http://www.catholic.com

– Quando eu era católica, me disseram que eu só podia rezar usando fórmulas pré-estabelecidas, e apenas em certas horas e locais. Agora que eu sou uma cristã nascida de novo, eu posso orar usando as minhas próprias palavras, em qualquer tempo e lugar, mesmo quando estou lavando a louça! (Anônimo) Parece-nos pouco provável que um padre, freira ou instrutor religioso tenha dito a você: “Reze usando fórmulas pré-estabelecidas, em certas horas e locais”. É bem mais provável que você tenha compreendido errado o que lhe disseram. Ou será que você concluiu, a partir das orações litúrgicas da Missa e dos livros de orações, que toda oração precisa seguir uma fórmula pré-determinada? Se foi isso o que ocorreu, você foi vítima do raciocínio do “non sequitur”: é falácia lógica concluir que todas as orações tenham palavras padronizadas só porque algumas as possuem. A Igreja Católica sempre ensinou que você pode usar [nas orações] as suas próprias palavras e em qualquer tempo e lugar. Na verdade, a importância da oração mental como uma atitude constante durante o decorrer do dia é bastante recomendada pelos escritores espirituais católicos, tanto antigos quanto contemporâneos. Ficamos felizes de saber que você descobriu que pode orar usando suas próprias palavras, mas recordamos que você formou uma falsa impressão de que isto não era possível no Catolicismo e, em razão disto, concluiu que precisava abandonar a Igreja para poder ser capaz de orar enquanto lava a louça. E por falar em lavar, você já era uma cristã nascida de novo quando católica. Isto, evidentemente, não quer negar a realidade da sua conversão espiritual obtida sob os auspícios protestantes, uma conversão que faz o Cristianismo ser vivo para você. Entretanto, é coisa certa que você nasceu de novo pelo Batismo. É claro que você, como protestante evangélica, pode querer objetar esta afirmação, mas o ensinamento claro da Bíblia seria contrário a você (João 3,3; 5,22; Tito 3,5).
 
 
 

Vaticano, 23 Nov. 11 / 07:35 pm (

Como é habitual logo depois de uma viagem internacional, o Papa Bento XVI recordou na audiência geral desta quarta-feira sua visita ao Benin na África Ocidental e animou os fiéis a trabalharem pela reconciliação e a paz, comprometendo-se na tarefa de anunciar o Evangelho àqueles que ainda não o conhecem.

Na Sala Paulo VI no Vaticano, o Papa recordou as etapas de sua viagem entre os dias 18 e em 20 de novembro, começando pela visita à Basílica da Imaculada Concepção no Ouidah, onde depositou aos pés da Virgem os frutos da Segunda Assembléia Especial para a África do Sínodo dos Bispos.

“Agora as comunidades cristãs da África –disse– estão chamadas a renovar-se na fé para servir melhor à reconciliação, a justiça e a paz. Devem reconciliar-se em seu interior para ser instrumentos da misericórdia divina, contribuindo cada una suas riquezas espirituais e materiais à tarefa comum”.

O Santo Padre afirmou logo que “naturalmente, esse espírito de reconciliação é indispensável também em âmbito civil, e necessita uma abertura à esperança que deve animar a vidasócio-política e econômica do continente”.

Em seu encontro com as autoridades civis, políticas e religiosas do Benin reiterou que “a esperança deve animar o caminho do continente, tomando ato do ardente desejo de liberdade e justiça que nestes momentos se difunde entre os numerosos povos africanos”.

Na Eucaristia dominical no Estádio da Amizade no Cotonou, o Papa constatou que a numerosa presença de jovens e pessoas da terceira idade é “um testemunho inigualável de como a fé consegue unir as gerações e responder aos desafios de cada fase da vida”.

Nessa celebração, o Papa entregou aos presidentes das conferências episcopais da África a exortação apostólica pós-sinodal Africae Munus, na qual “os fiéis encontrarão as diretrizes que guiarão e alentarão o caminho daIgreja na África, chamada a ser cada vez mais ‘sal da terra’ e ‘luz do mundo’”.

Referindo-se depois ao encontro com as crianças e os doentes na igreja da Santa Rita e no Lar “Paz e Alegria”, das Missionárias da Caridade da Beata Madre Teresa de CalcutáBento XVI disse que compartilhou “a alegria de viver e o entusiasmo das novas gerações que constituem o futuro da África”.

Também pôde ver de perto “como o amor e a solidariedade fazem presentes na debilidade a força e o afeto de Cristo ressuscitado”.

Bento XVI se referiu logo ao encontro com os sacerdotes, seminaristas, religiosos e leigos, a quem apresentou magistralmente um programa de vida. Aos sacerdotes, o Santo Padre mostrou “o caminho de santidade, conscientes de que o ministério não é uma simples função social, mas se trata de levar Deus ao ser humano e o ser humano a Deus”.

O encontro com os Bispos, recordou, esteve centrado na “reflexão sobre as origens do anúncio evangélico em seu país graças à obra dos missionários”, e na exortação aos prelados a “redescobrir constantemente a Sagrada Escritura como fonte de renovação espiritual e ocasião de aprofundar na fé”. O Papa Bento XVI disse logo, a modo de resumo, que “na África vi a frescura do sim à vida, do sentido religioso e da esperança; uma percepção da realidade em sua totalidade com Deus não reduzida ao positivismo que, ao final, extingue a esperança”.

“Todo isso –assegurou– testemunha que nesse continente há uma reserva de vida e vitalidade para o futuro com a qual podemos contar, sobre a qual pode apoiar-se a Igreja”.

“Esta viagem foi uma grande chamada à África para que oriente todos seus esforços para o anúncio do Evangelho a quem ainda não o conhece. É um compromisso renovado para a evangelização à qual estão chamados todos os batizados, promovendo a reconciliação, a justiça e a paz”, concluiu o Papa.

Para ver o vídeo resumindo a catequese de hoje, visite: http://www.youtube.com/watch?v=f5YgKHnU6AI [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=f5YgKHnU6AI[/youtube]

 
 
 
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