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Huaraz, 30 Ago. 11 / 02:50 pm (

O Bispo de Huaraz (Peru), Dom José Eduardo Velásquez Tarazona, celebrou no domingo passado uma Missa de desagravo pelo roubo que sofreu na madrugada do sábado 27 de agosto a paróquia Nossa Senhora de Belém na sua diocese de Huaraz, quando desconhecidos profanaram o Sacrário e levaram uma âmbula cheia de hóstias consagradas.

O Pe. Santiago León Quiñones, pároco de Nossa Senhora de Belém, informou do roubo mediante um comunicado à comunidade católica e à opinião pública em geral.

Terminada a Missa foi feita uma vigília, com cânticos e orações, também como um ato de reparação, no qual também se pediu pelos autores do roubo sacrílego.

Representantes da paróquia repudiaram este fato que atenta contra a fé dos católicos. Em sua homilia da Missa de ontem, Dom Velásquez repudiou o roubo sacrílego e pediu aos delinqüentes devolver as jóias levadas que têm um valor incalculável para a Igreja e para todos os católicos.

Ao fechamento desta edição e logo depois das investigações do caso que ainda continuam, a polícia local já teria cercados os autores do roubo.

 
 
 

Vaticano, 03 Ago. 11 / 04:05 pm (

Ao retomar esta quarta-feira a habitual audiência geral, desde a residência pontifícia de Castelgandolfo, o Papa Bento XVI alentou os católicos a “inundar-se” nos livros da Bíblia nas férias, para que o tempo de descanso também sirva para a oração e a amizade com Deus.

O Papa assinalou que quando a pessoa tem um espaço de pausa das atividades cotidianas, em especial em férias “normalmente pegamos nas mãos um livros que desejamos ler. E é justamente sobre este aspecto que gostaria hoje de destacar. Cada um de nós tem necessidade de um tempo e um espaço para se recolher, meditar, se acalmar… Graças a Deus é assim!”.

“De fato, esta experiência nos mostra que não somos feitos só para trabalhar, mas também para pensar, refletir, ou simplesmente para seguir com a mente e com o coração uma história, uma história que nos coloca de um certo modo “perdidos” para depois nos re-encontrarmos enriquecidos”.

Bento XVI comentou logo que “naturalmente, muitos desses livros de leitura que pegamos durante as férias são, na sua maioria, para “fugir” [da realidade] e isso é normal. Entretanto, várias pessoas, particularmente aquelas que podem ter um espaço de pausa e de relaxamento prolongado, se dedicam a ler algo mais empenhativo”.

“Gostaria agora de fazer uma proposta: por que não descobrir alguns livros da Bíblia que normalmente não são conhecidos? Ou aqueles que talvez escutamos qualquer pedaço durante a Liturgia, mas que jamais lemos por inteiro?”, disse o Papa.

“Na realidade, muitos cristãos nunca leram a Bíblia e tem um conhecimento muito limitado e superficial. A Bíblia – como diz o nome – é uma coleção de livros, um pequena “biblioteca”, nascida com o passar de um milênio”.

“Alguns desses livrinhos que a compõe permanecem quase que desconhecidos para a maior parte das pessoas, também para bons cristãos. Alguns são bem breves, como o “Livro de Tobias”, um livro que contem um sentido muito alto de família e de matrimônio; o Livro de Ester, no qual a rainha judia, com a fé e a oração, salva seu povo do extermínio. Ou ainda um mais breve: o Livro de Rute,  uma estrangeira que conhece Deus e experimenta sua providência”.

“Estes pequenos livros podem ser lidos por inteiro em uma hora”, afirmou o Papa Bento.

O Santo Padre disse logo que certamente os livros do Novo Testamento são mais conhecidos “são gêneros menos diversificados. É preciso redescobrir a beleza de ler um Evangelho completo bem como os Atos dos Apóstolos ou uma das Cartas”.

“Em conclusão, queridos amigos, hoje, quero sugerir de ter em mãos, durante às férias ou nos momentos de pausa, a santa Bíblia, para apreciá-la de modo novo, lendo subsequentemente alguns de seus Livros, aqueles menos conhecidos e também aqueles mais notáveis, como o Evangelho, mas uma leitura contínua”.

“Fazendo assim, os momentos de descanso podem-se tornar, além de um enriquecimento cultural, também um nutrimento do espírito, capaz de alimentar o conhecimento de Deus e o diálogo com Ele, na oração”, concluiu.

 
 
 

Vaticano, 29 Jul. 11 / 02:09 pm (

O Papa Bento XVI assinalou que a ausência de amor é uma das principais “pobrezas” que afetam os jovens atualmente e que ademais é “a raiz de qualquer problema humano”.

Assim indicou o Pontífice em sua mensagem, divulgado ontem, enviado ao superior geral dos Clérigos Regulares de Somasca, o Pe. Franco Moscone, por ocasião do Ano Jubilar pelo V centenário da milagrosa liberação do cárcere de seu fundador São Girolamo (Jerônimo) Emiliani.

Conforme assinala a nota de Rádio Vaticano, o Santo Padre também afirma no texto que “as provações pessoais e institucionais a que somos submetidos servem para aumentar a nossa fé”.

Bento XVI afirmou na mensagem que “a libertação do padroeiro universal dos órfãos e da juventude abandonada foi um evento prodigioso que modificou o curso de uma trajetória humana e deu início a uma experiência de vida consagrada muito significativa para a história da Igreja”.

Deste modo expressou seu desejo de que este Santo “nos ajude a dar prioridade a qualquer pobreza que sofram nossos jovens, seja moral, física ou existencial, e sobre tudo à ausência de amor, que é a raiz de todo problema humano sério”.

Diante dos problemas políticos da época, a libertação do cárcere de São Jerônimo Emiliani graças à intervenção divina, também foi uma liberação “dos laços do egoísmo, do orgulho, da busca de reafirmação pessoal. De forma que sua existência, antes dedicada às coisas temporais, orientou-se unicamente a Deus, amado e servido através da juventude órfã, doente e abandonada”.

Para o Santo, o que os jovens precisavam era de amor, “um amor que emanava da mesma caridade de Deus repleto de paciência e compreensão: atento, tenro e preparado ao sacrifício como o de uma mãe”.

Logo em seguida ressaltou o trabalho dos clérigos regulares com os jovens e alentou a que a educação das novas gerações seja animada por um “amor que vence o individualismo e o egoísmo e que se sensibiliza diante das necessidades de qualquer irmão, inclusive quando não pode ser correspondido e especialmente então”.

As celebrações terão início no próximo 25 de setembro em Veneza, com a Santa Missa na basílica de São Marcos e se prolongarão durante o ano com uma série de congressos históricos dedicados à figura e a espiritualidade de São Jerônimo Emiliani. O encerramento oficial será em Somasca no dia 30 de setembro de 2012.

A liberação

Em 27 de agosto de 1511, São Jerônimo Emiliani liderou a resistência militar de uma das fortalezas de Veneza, que nesse momento enfrentava várias potências européias que não queriam que a cidade seguisse obtendo mais poder.

Foi derrotado e feito prisioneiro no castelo que defendeu. Foi preso com grilhões nas mãos, no pescoço e uma corrente atada a uma grande coluna de mármore. Em uma situação similar à de São Inácio de Loyola, teve tempo para meditar sobre o “poder” das ações militares.

Assim começa a rezar e logo se descobre, de repente, livre. Isto aconteceu em 27 de setembro de 1511. O santo atribuiu sempre sua liberação à especial intervenção da Virgem Maria.

Depois de sua liberação dedica sua vida a ajudar os órfãos e os jovens abandonados. Por seu trabalho em Veneza, diversos bispos da região da Lombardia pedem que ele reorganize os trabalhos de caridade.

Surge em torno dele um grupo de pessoas que querem compartilhar seu estilo de vida e surge a Companhia dos servidores dos pobres, hoje chamados Padres Somascos.

São Girolamo ou São Jerônimo faleceu em Somasca -Lecco, ao norte da Itália- no dia 8 de fevereiro de 1537, por causa da peste contraída assistindo os doentes, durante uma das muitas epidemias que assolaram o Vale de São Martinho.

 
 
 
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