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Em vários sítios de apologética protestantes, muitos textos contra o primado de Pedro vêm falando que Pedro Príncipe dos Apóstolos se denominava um simples presbítero logo não gozava de nenhuma suprema autoridade sobre a Igreja, o que não lhe fazia  em nada um Papa, apenas um simples sacerdote da Igreja.

O texto em que se baseiam é 1 Pedro 5, 1 onde lêem “Aos presbíteros, que estão entre vós, admoesto eu, que sou também presbítero com eles, e testemunha das aflições de Cristo, e participante da glória que se há de revelar:” (Tradução João Almeida)

Presbitero em algumas Igreja protestantes “reformadas” diz respeito ao  líder espiritual de uma comunidade, algumas outras afirmam que presbitero é um pastor.

Na Igreja católica o título prebítero é  atribuido aos padres ordenados.

Mas será que Pedro quis dizer realmente que ele era um presbítero no sentido de um simples pastor da Igreja? Vamos fazer uma exegese mais acurada do texto em grego:

Πρεσβυτέρους τοὺς ἐν ὑμῖν παρακαλῶ ὁ συμπρεσβύτερος καὶ μάρτυς τῶν τοῦ χριστοῦ παθημάτων, ὁ καὶ τῆς μελλούσης ἀποκαλύπτεσθαι δόξης κοινωνός· (1Pe 5, 1 )

A palavra Πρεσβυτέρους (do grego antigo “πρεσβύτερος” de “πρέσβυς”) em negrito no texto, apesar de se pronunciar como “presbíteros” tem sua tradução não como “presbítero” como vulgarmente entendemos hoje, como um simples sacerdote da Igreja, mas sua real tradução significa, “Ancião”, logo Pedro não estava falando como um simples presbítero como imaginamos hoje, mais sim como um ancião que foi testemunha da paixão de Cristo.

E um presbítero , nas igrejas cristãs primitivas, era cada um dos anciãos aos quais era confiado o governo da comunidade cristã.

A palavra hebraica equivalente é za·qen e identificava os líderes do Antigo Israel, quer no Âmbito de uma cidade, da tribo ou em nível nacional.

Segundo o dicionário grego temos:

1. De idade avançada, freqüentemente subst. Pessoa (mais) velha Lc 15, 25; Jo 8, 9; At 2, 17; 1 Ti 5, 1b. De um período de tempo οἱ π. Homem antigo, nossos ancestrais Mt 15, 2; Mc 7, 3, 5; Hb 11, 2.

2. Como uma designação de um oficial idoso. presbitero.

Logo nenhuma tradução possível se encaixa como presbítero no sentido que entendemos hoje, de sacerdote, padre ou pastor.

Agora vamos analisar quantas vezes esta palavra Πρεσβυτέρους se repete na bíblia e a tradução João Almeida a traduz como ancião e não como presbítero:

Entre Judeus

Grego:

Ἀπὸ τότε ἤρξατο ὁ Ἰησοῦς δεικνύειν τοῖς μαθηταῖς αὐτοῦ ὅτι δεῖ αὐτὸν ἀπελθεῖν εἰς Ἱεροσόλυμα, καὶ πολλὰ παθεῖν ἀπὸ τῶν πρεσβυτέρων καὶ ἀρχιερέων καὶ γραμματέων, καὶ ἀποκτανθῆναι, καὶ τῇ τρίτῃ ἡμέρᾳ ἐγερθῆναι.

João Almeida :

“Desde então começou Jesus a mostrar aos seus discípulos que convinha ir a Jerusalém, e padecer muitas coisas dos anciãos, e dos principais dos sacerdotes, e dos escribas, e ser morto, e ressuscitar ao terceiro dia.”

Grego:

“ Ὁμοίως δὲ καὶ οἱ ἀρχιερεῖς ἐμπαίζοντες μετὰ τῶν γραμματέων καὶ πρεσβυτέρων καὶ Φαρισαίων ἔλεγον”

João Almeida:

“E da mesma maneira também os príncipes dos sacerdotes, com os escribas, e anciãos, e fariseus, escarnecendo…”

A mesma coisa se repete em Mc 14, 43, 53; Lc 7, 3; 9, 22; At 4, 23; 6, 12.

Entre os Cristãos

Grego

“ ὃ καὶ ἐποίησαν, ἀποστείλαντες πρὸς τοὺς πρεσβυτέρους διὰ χειρὸς Βαρνάβα καὶ Σαύλου.”

João Almeida

O que eles com efeito fizeram, enviando-o aos anciãos por mão de Barnabé e de Saulo.”

Grego:

“ Χειροτονήσαντες δὲ αὐτοῖς πρεσβυτέρους κατ᾽ ἐκκλησίαν, προσευξάμενοι μετὰ νηστειῶν, παρέθεντο αὐτοὺς τῷ κυρίῳ εἰς ὃν πεπιστεύκεισαν. ”

João Almeida:

”E, havendo-lhes, por comum consentimento, eleito anciãos em cada igreja, orando com jejuns, os encomendaram ao SENHOR em quem haviam crido.”

A mesma coisa se repete em 1 Tm 5:17,19; Tt 1, 5; Js 5, 14;  1 Pd5:5; 2 Jo 1; 3 Jo 1; Ap 4:4; 7:11.

Logo vemos que a Tradução João Almeida nada mais passa do que uma tradução tendenciosa. A palavra πρεσβυτέρους (ancião) se repete quase que 30 vezes no novo testamento e somente na que Pedro de refere a ele mesmo, a “João Almeida” traduz como presbítero. Logo na de Pedro!

E além de tudo os protestantes caem de boca em cima da passagem, não sabendo eles o real significado e a morfologia  da palavra e o como Pedro realmente se intitulou.

Apesar de hoje usarmos a palavra “Presbítero” como um sacerdote que preside uma Igreja particular, Pedro emprega o sentido etimológico da palavra que é “ancião” em oposição ao que ele vai falar aos Jovens no versículo 5 do mesmo capítulo onde lemos:

“Semelhantemente vós jovens, sede sujeitos aos anciãos . . .” (1 Peter 5, 5 – João Almeida)

Note que no versículo 1 já analisado a João Almeida traduz  πρεσβυτέρους como Presbítero por que Pedro se referia a ele próprio, mas 4 versículos depois a mesma João Almeida traduz a mesma palavra πρεσβυτέρους como Ancião, logo podemos ver a tradução tendenciosa.

Por Que Pedro Não Poderia Ser Um Simples Presbítero, no sentido atual da palavra?

Existe uma hierarquia na Igreja e Pedro só poderia estar no todo dela, como apostolo:

Ef 4, 11 “A uns ele constituiu apóstolos; a outros, profetas; a outros, evangelistas, pastores, doutores…”

Cada um na Igreja tem sua função logo, Pedro não teria 2 cargos:

1 Cor 12, 29 Porventura são todos apóstolos? são todos profetas? são todos doutores? são todos operadores de milagres?

Pedro é notável e coluna da Igreja (Gl 2, 1-9)

É freqüentemente chamado por Paulo de Cefas. Κηφᾶς, ᾶ, ὁ (Aramaico = ‘rocha’) (Jo 1, 42; 1 Cor 1, 12; 3, 22; 9, 5; 15, 5; Gal 1, 18; 2, 9, 11, 14).

Seu nome está na frente todas as listas dos apóstolos e dos grupo intimo de Jesus (Mt 10,2; Mt 17,1; Mt 26,37.40; Mc 3,16Mc 5,37; Mc 14,37; Lc 6,14; At 1,13)

Pedro – Pedra sobre a qual Jesus edificou sua Igreja (Mt 16,18)

Jesus paga imposto por ele e por Pedro (Mt 17,26)

Jesus confia aos apóstolos a papel de Ensinar as pessoas tudo que prescreveu (Mt 28,20)

Pedro é sempre destacado dos demais apóstolos (Mc 1,36; Mc 16,7; Lc 9,32Jo 13,6-9Jo 21,7-8;  At 2,37; At 5,29;  ICor 15,5)

Jesus Roga por Pedro para que ele Confirme os irmãos (Lc 22,31s)

Cristo Ressuscitado aparece primeiro a Pedro (Lc 24,34; 1Cor 15,5s)

Jesus manda Pedro a apascenta as ovelhas dele (Jo 21,15ss)

É sempre ele que toma as decisões e toma a palavra entre os apóstolos (Mt 18,21; Mc 8,29; Lc 9,5; Lc12,41; Jo 6,67ss; At 1,15.22; At 2,14; At 10,1; At 15,7-12)

Pedro realiza o primeiro milagre da Era da Igreja, curando um aleijado (At 3,6-12)

Pedro lança a primeira excomunhão a Safira e Ananias (At 5,2-11)

Pedro é a primeira pessoa após Cristo a ressuscitar um morto (At 9,40)

Cornélio, o 1º pagão convertido, é orientado por um anjo a procurar Pedro para ser instruído no cristianismo (At 10,1-6)

Pedro abre, preside e encerra o primeiro Concílio da Cristandade (At 15,7-11)

S.Paulo vai conhecer Pedro e fica 15 dias com ele (Gál 1,18)

Logo Pedro se referiu a ele mesmo como ancião e não como “presbítero” atual como andam colocam as palavras na boca de Pedro.

Fica provado portanto que Pedro nunca quis dizer que ele era um simples presbitério como pensam os protestantes e insinua a tendenciosa tradução protestante da bíblia, de João Almeida.

Rafael Rodrigues.

 
 
 
PT = Aborto

O filósofo marxista Antonio Gramsci (1891-1937) foi uma das referências essenciais do pensamento da esquerda no século XX e um dos fundadores do Partido Comunista Italiano. Entre suas obras de maior relevância encontra-se Maquiavel, a política e o Estado moderno, um clássico do pensamento da esquerda no século XX.

Em 1926 ele foi preso acusado de participar de atos subversivos contra o governo fascista. implantado na Itália, sua terra natal, e só foi libertado oito anos depois em 1934. Durante o período em que esteve preso Gramsci, como é mais conhecido, escreveu mais de 30 cadernos de história e análise sócio-cultural. Estes cadernos ficaram conhecidos como Cadernos do Cárcere e Cartas do Cárcere.

Nos Cadernos do Cárcere, uma obra monumental que foi editada em seis volumes, Gramsci descreve como foi sua dura vida nas prisões do regime fascista na Itália. Entretanto, estes Cadernos tornaram-se famosos por outro motivo. O fato é que neles Gramsci desenvolve técnicas para que a esquerda pudesse conquistar o poder. Ele não abandona as tradicionais táticas de terrorismo empregadas pela esquerda, tais como: seqüestro de empresários, assassinato de políticos e altos funcionários públicos e destruição do patrimônio público. Entretanto, ele introduz uma nova e sofisticada técnica para conquistar o poder. Essa técnica é a lavagem cerebral.

Segundo ele, ao invés da esquerda lutar diretamente contra o Estado e a sociedade, ela deve procurar convencer as pessoas que sua ideologia está correta e é a única possibilidade da espécie humana atingir a prosperidade e a felicidade. Para tanto, deve apresentar suas idéias, por mais absurdas e desumanas que sejam, de forma atraente e procurar, sempre que possível, desqualificar as idéias dos oponentes. Ele recomenda que se use a técnica de modificar o sentido original das palavras. Dessa forma, algo que é ruim pode passar a ser bom e algo bom passar a ser visto como ruim. Essa técnica deve ser utilizada em toda a população, mas principalmente dentro das escolas e com o púbico jovem. Justamente o jovem que ainda está formando o seu caráter e conhecendo as normas e o funcionamento correto da vida social. Em outras palavras, o que Gramsci propõe, nos Cadernos do Cárcere, é que seja utilizada em ampla escala dentro da sociedade o processo de lavagem cerebral. Só assim o que antes era percebido como negativo, ruim, mau, pecaminoso e odioso, pode passar a ser percebido como positivo, bom, agradável e saudável.

De acordo com o jornalista italiano Alex Sardenha, que escreveu um livro chamado Gramsci: uma biografia, “Gramsci promoveu o casamento das idéias de Marx com as de Maquiavel, considerando o Partido Comunista o novo “Príncipe”, a quem o pensador florentino renascentista dava conselhos para tomar e permanecer no poder.

Para Gramsci, mais ainda do que para Maquiavel, os fins justificam os meios e qualquer ato só pode ser julgado a partir de sua utilidade para a revolução comunista. Nesse sentido, certamente, Gramsci é um dos maiores teóricos do totalitarismo [do regime político autoritário] de todos os tempos”.

Como é público a esquerda totalitária e autoritária representada por Gramsci nunca conseguiu impor sua ideologia ao mundo. Essa ideologia é o regime socialista.

Entretanto, apesar do fracasso da ideologia do socialismo as idéias de Gramsci continuam obtendo adeptos em todo mundo. Na sociedade contemporânea a mídia é um desses adeptos. Constantemente ela utiliza as técnicas de lavagem cerebral desenvolvidas por Gramsci para conseguir vender produtos, idéias e serviços que, a princípio, a população considera ruim, de baixa qualidade e desnecessários.

Outra corrente adepta das idéias de Gramsci é o movimento favorável ao aborto ou pró-aborto, ou seja, o movimento que defende que um feto, um bebê ainda no ventre da mãe seja assassinado.

A idéia de assassinar um feto é terrível. Dificilmente um cidadão, gozando de suas plenas faculdades mentais, concordaria com ela. O mesmo se dá com a sociedade. Ela tende a rejeitar totalmente essa idéia.

Para tornar essa macabra idéia agradável e aceitável, tanto pelo cidadão como também pela sociedade, entra em cena, mais uma vez, as técnicas de lavagem cerebral de Gramsci.

O movimento favorável ao aborto ou pró-aborto se utiliza, basicamente, de duas grandes técnicas desenvolvidas por Gramsci. A primeira técnica é o esquecimento. Essa técnica se dá da seguinte forma: como esse movimento possui alta penetração na mídia, ele consegue lentamente retirar a imagem da gravidez e do feto de circulação. Nos diversos meios de comunicação como, por exemplo, TV, cinema, jornal e revistas, a imagem da gravidez e do feto está, cada vez mais, desaparecendo. É comum aparecer apenas indivíduos adultos. Se um extraterrestre chegasse ao planeta terra e tivesse contato com a programação da mídia, pensaria que os seres humanos nascem todos adultos e que são gerados por árvores ou algum outro objeto. Este extraterrestre jamais pensaria que um ser humano nasce de outro ser humano e que leva nove meses para crescer no ventre de sua mãe antes de nascer.

Atualmente, existe em curso um grande processo que tem por objetivo fazer a população esquecer que existe a gravidez e o feto, ou seja, o bebê no ventre da mãe. A gravidez e o feto estão deixando de ser algo natural, para se transformar em algo estranho e desconhecido pelas pessoas.

A segunda técnica utilizada é procurar modificar o sentido original das palavras.

Uma palavra que antes tinha um sentido positivo, após passar pela técnica de lavagem cerebral torna-se negativa e ruim. Para tanto, utiliza-se do procedimento de substituição de palavras. Uma palavra “X” passa a ser substituída por outra “Y”. O movimento favorável ao aborto ou pró-aborto se utiliza largamente dessa técnica.

Por essa técnica a palavra “feto”, o bebê no ventre da mãe, justamente uma palavra carregada de sentidos positivos e otimistas passa a ser substituída por palavras que tenham sentidos contrários, ou seja, negativos e pessimistas. Entre as palavras que o movimento favorável ao aborto ou pró-aborto utiliza para substituir a palavra “feto” encontram-se “amontoado de células”, “indesejado”, “pedaço de carne”, “massa”, “bife”, “alienígena”, “tumor”, “estrangeiro”, “estranho”, “monstro”, “vírus”, “doença”, “erro”, “resto”, “sobra”, “castigo” e “pacote”. Já imaginou o estrago mental que ocorre na consciência de uma adolescente quando ela ouve na escola, na TV ou em qualquer ambiente social que um feto é um “amontoado de células”, um ser “indesejado”, um “erro”, um “tumor”, um “pedaço de carne” ou qualquer uma das palavras acima citadas?

Além da palavra “feto” o movimento favorável ao aborto ou pró-aborto procura modificar o sentido de outras palavras. Entre elas estão à palavra “gravidez”, “casamento”, “aborto” e as expressões “movimento favorável ao aborto ou pró-aborto” e “movimento em defesa da vida e contra o aborto”.

No tocante a palavra “gravidez” o movimento favorável ao aborto ou próaborto procura modificá-la para “imprevisto”, “inconveniente”, “doença”, “erro”, “acidente”, “punição” e “irregularidade”. Imagine o estrago causado na consciência de uma jovem ao saber que gravidez é um “acidente”, um “inconveniente”, uma “irregularidade” ou uma “punição”?

Já a palavra “casamento”, uma das mais odiadas pelo movimento favorável ao aborto ou pró-aborto, é substituída pela palavra “morte”, “sepultura”, “tumulo”, “depressão”, “decadência”, “submissão”, “infelicidade”, “erro”, “prisão” e “castigo”

Além dessas palavras são utilizadas as seguintes expressão para se referir ao casamento: “instituição social”, “valor masculino e machista”, “valor social superado” e “punição social”. Imagine um jovem casal de namorados após ter contato com essas palavras e expressões, esse casal vai querer se casar e ter filhos(as)? Uma adolescente vai querer se casar e ter filhos(as)?

A expressão “movimento favorável ao aborto ou pró-aborto” é substituída por palavras e expressões, tais como: “inovador”, “consciente”, “liberal”, “livre escolha”, “transgressor”, “transformador” e “libertador”. Qual é o jovem ou o cidadão que após anos ouvindo essas palavras e expressões vai pensar que o movimento favorável ao aborto ou pró-aborto é um movimento que defende o assassinato em massa de fetos? É um movimento que promove o genocídio de fetos?

Já a expressão “movimento em defesa da vida e contra o aborto” é ridicularizada e sofre todas as formas de preconceito. Isso fica patente nas palavras e expressões que são atribuídas a esse movimento. Entre elas citam-se: “conservador”, “antiquado”, “alienado”, “quadrado”, “ignorante”, “analfabeto”, “iletrado”, “defensor de valores sociais superados”, “submisso”, “infeliz”, “selvagem”, “retrogrado” e “superado”. Qual é o cidadão que vai querer aderir a um movimento social que possua características tão negativas? Como se pode ver a técnica da substituição de palavras é muito eficiente.

Outra palavra que o movimento favorável ao aborto ou pró-aborto procura desesperadamente substituir é a palavra “aborto”, ou seja, o assassinato do feto ainda no ventre da mãe. Historicamente, a palavra “aborto” tem um forte teor negativo. Em algumas regiões do planeta ela é até proibida de ser pronunciada. Entretanto, o movimento favorável ao aborto ou pró-aborto procura lhe dá um sentido positivo, afável e agradável. Para tanto, propõe substituir a palavra “aborto” por “esvaziamento do conteúdo do útero” (Qual é o conteúdo do útero, senão a criança por nascer?), “antecipação terapêutica do parto”, “terapia”, “regulação menstrual” (Aborto nos primeiros dias de gravidez. Este tipo de aborto geralmente é feito por aspiração), “livre escolha”, “ato de liberdade”, “cura de uma doença”, “libertação social”, “ato transformador”, “independência da mulher”, “proteção social”, “avanço social” e “projeto de sociedade”, “qualidade de vida” e “bem-estar”.

Qual é a pessoa que após anos ouvindo na TV, lendo nos jornais e tendo contato, em diversos ambientes sociais, com essas palavras e expressões vai pensar que por traz de um sentido tão positivo e otimista há em curso um massacre de fetos? Um genocídio de fetos? Quem pensará o contrário? Quem pensará que por traz da palavra ou expressão como, por exemplo, “terapia”, “antecipação terapêutica do parto”, “esvaziamento do conteúdo do útero”, “livre escolha” e “ato de liberdade” encontra-se o assassinato de bebês inocentes?

É possível ter uma visualização melhor da técnica de substituição de palavras no quadro que se encontra logo abaixo, cujo título é: “Lavagem cerebral. Técnica de substituição de palavras”.

* fragmento da obra Aborto: discursos filosóficos / Ivanaldo Santos. – João Pessoa: Idéia, 2008. Disponível em www.providafamilia.org.br%2Fsite%2F_arquivos%2F2008%2F370__aborto_-_discursos_filosoficos.pdf.

 
 
 

O governo da Jordânia tenta repatriar livros feitos de chumbo que, segundo suspeitas de especialistas, parecem ser os mais antigos da história cristã, tendo sobrevivido a quase 2.000 anos em uma caverna do país do Oriente Médio.

As relíquias, que estão atualmente em Israel, poderiam trazer à luz novos dados para nosso entendimento sobre o nascimento do cristianismo e sobre a crucificação e a ressurreição de Jesus Cristo.

O conjunto de cerca de 70 livros –cada um com entre 5 e 15 “folhas” de chumbo presas por aros de chumbo– foi aparentemente descoberto em um vale remoto e árido no norte da Jordânia, entre 2005 e 2007.

Uma enchente expôs dois nichos dentro da caverna, um deles marcado com um menorá, candelabro que é símbolo do judaísmo.

Um beduíno jordaniano abriu os nichos e o que encontrou ali dentro parece ser uma extremamente rara relíquia dos primórdios do cristianismo.

Essa é a visão do governo da Jordânia, que alega que os livros foram contrabandeados para Israel por outro beduíno.

O beduíno israelense que atualmente guarda os livros nega tê-los contrabandeado e alega que as antiguidades são peças que sua família possui há cem anos.

O governo jordaniano disse que fará “todos os esforços, em todos os níveis” para repatriar as relíquias.

VALOR HISTÓRICO

O diretor do Departamento de Antiguidades da Jordânia, Ziad Al-Saad (foto) diz que os livros parecem ter sido feitos por seguidores de Jesus nas décadas seguintes a sua crucificação.

“Talvez eles sejam mais significativos que os pergaminhos do mar Morto (relíquias descobertas nos anos 1940 que contêm textos bíblicos)”, disse Saad.

“Talvez eles precisem de mais interpretação e conferência de autenticidade, mas a informação inicial é muito animadora. Parece que estamos diante de uma descoberta importante e significativa, talvez a mais importante da história da arqueologia.”

Ante alegações tão fortes, quais são as provas?

As “folhas” dos livros –a maioria delas do tamanho de um cartão de crédito– contêm textos escritos em hebraico antigo, a maior parte em código. Se as relíquias forem de fato de origens cristãs, em vez de judaicas, são de grande significado.

Um dos poucos a ter visto a coleção é David Elkington, acadêmico que estuda arqueologia religiosa e líder de uma equipe britânica empenhada em levar os livros a um museu na Jordânia.

Elkington alega que os livros podem ser “a maior descoberta da história cristã”.

“É de tirar o fôlego a ideia que tenhamos contato com objetos que podem ter sido portados pelos primeiros santos da Igreja.”

O acadêmico diz que as relíquias contêm sinais que seriam interpretados, pelos cristãos da época, como imagens de Jesus e de Deus e da “chegada do messias”.

Na “capa” de um dos livros “vemos o menorá de sete ramificações, o que os judeus eram proibidos de representar porque ele residia no local mais sagrado do templo, na presença de Deus”, explica Elkington. “Assim, temos a vinda do messias para obter a legitimidade de Deus.”

IMAGENS

Philip Davies, professor emérito de estudos do Velho Testamento da Universidade de Sheffield, afirma que a prova mais contundente da origem cristã das relíquias está em um mapa feito da cidade sagrada de Jerusalém.

“Há uma cruz em primeiro plano e, atrás dela, está o que seria a tumba (de Jesus), um pequeno edifício com uma abertura e as muralhas da cidade. Outras muralhas representadas em outras páginas dos livros quase certamente se referem a Jerusalém”, diz Davies, que afirma ter ficado “estupefato” com as imagens, “claramente cristãs”.

A cruz é o que mais chama a atenção dos especialistas, feita no formato de um T maiúsculo, como eram as cruzes que os romanos usavam para crucificações.

“É uma crucificação ocorrida fora dos muros da cidade”, diz Davies.

Margaret Barker, especialista em história do Novo Testamento, ressalta que o local onde se acredita que as relíquias tenham sido encontradas denota sua origem cristã –e não puramente judaica.

“Sabemos que, em duas ocasiões, grupos de refugiados dos distúrbios em Jerusalém rumaram a leste, atravessaram a Jordânia perto de Jericó e foram para perto de onde esses livros parecem ter sido achados.”

Ela acrescenta que outra prova da “proveniência cristã” é que as relíquias são em formato de livros, e não de pergaminhos. “Os cristãos eram particularmente associados com a escrita na forma de livros e guardavam os livros como parte da secreta tradição do início do cristianismo.”

O Livro das Revelações se refere a esses textos guardados.

Outro possível elo com a Bíblia está contido em um dos poucos fragmentos de texto que foram traduzidos das relíquias. O fragmento, acompanhado da imagem do menorá, diz: “Devo andar honradamente”, frase que também aparece no Livro das Revelações.

Ainda que a frase possa simplesmente significar um sentimento comum no judaísmo, pode também se referir à ressurreição.

TESTES

Não está esclarecido se todos os artefatos descobertos são parte do mesmo período, mas testes feitos no chumbo corroído dos livros indica que eles não foram feitos recentemente.

A arqueologia dos primórdios do cristianismo é especialmente esparsa ainda. Pouco se sabe dos desdobramentos após a crucificação de Jesus até as cartas escritas por Paulo, décadas mais tarde.

A história contida nas relíquias parecem ser, assim, a descoberta de maior escala até agora dessa época do cristianismo, em sua terra de origem e em seus primórdios

Fonte: BBC Brasil

 
 
 
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