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“A Fé Cristã Primitiva” é a reunião, em um só volume de 500 páginas, de todos os 6 livros da clássica Série “Citações Patrísticas”.

Referida Série constitui uma hercúlea coletânea das palavras e ensinamentos dos Santos Padres da Igreja, aqueles homens que, no início da Era Cristã, sedimentaram as bases desta Fé, guiados pelo Espírito Santo.

Qual a importância de uma obra como esta para os nossos dias? Grandiosa, responderíamos. Não só pelo seu caráter histórico e doutrinário, mas ainda pelo contexto singular e confuso no qual vivemos nestes tempos.

Mas poderíamos ainda encontrar essa “Antiga Fé” no nosso “mundo moderno”? O presente compêndio demonstra que sim…

DETALHES DA OBRA:

  1. Número de páginas: 500

  2. Peso: 540 gramas

  3. Edição: 1ª (2009)

  4. Acabamento da capa: Papel supremo 250g/m², 4×0, laminação fosca.

  5. Acabamento do miolo: Papel offset 75g/m², 1×1, cadernos fresados e colados

  6. Formato: Médio (140x210mm), brochura sem orelhas

RECOMENDAÇÃO

Esta obra é especialmente recomendada a todos os que amam a única Igreja de Cristo e/ou se interessam pela literatura Patrística, especialmente sacerdotes, religiosos, seminaristas, catequistas e ministros extraordinários, além de leigos em geral que queiram conhecer a doutrina cristã tal como foi professada pela Igreja primitiva (e continua sendo pela Igreja contemporânea!).

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ÍNDICE DA OBRA

Prefácio do Volume Único (Taiguara Fernandes de Souza) Introdução Geral (Carlos Martins Nabeto) LIVRO 1 – A Palavra de Deus e a Profissão de Fé Prefácio ao Livro 1 (Prof. Felipe Aquino) Parte I – A Palavra de Deus
  1. As Sagradas Escrituras: a Bíblia – a Tradução da Septuaginta – o Cânon Bíblico – o Antigo Testamento – o Novo Testamento – Inspiração da Bíblia – Inerrância Bíblica

  2. A Sagrada Tradição: o Depósito da Fé – o Valor da Tradição – a Impossibilidade da Doutrina da Sola Scriptura

  3. O Sagrado Magistério: o Magistério da Igreja – a Autoridade da Igreja Parte II – A Profissão de Fé dos Primeiros Cristãos

  4. Credos da Igreja Primitiva LIVRO 2 – Deus Pai, Filho e Espírito Santo Prefácio ao Livro 2 (Prof. Alessandro Ricardo Lima) Parte Única: Deus

  5. A Santíssima Trindade: existência – unidade das Pessoas divinas – distinção das Pessoas divinas

  6. Deus Pai: Deus – monoteísmo – o nome de Deus – Deus é todo-poderoso – Deus é justo, sábio e onisciente – Deus se relaciona com o homem – a graça divina – Deus deve ser amado

  7. Jesus Cristo: seu nome – a encarnação do Verbo – verdadeiramente Deus e homem – filho único de Deus – sua primeira vinda – homem sem pecado – novo Adão – Verbo do Pai – amava perfeitamente sua Mãe – não teve irmãos consaguíneos – morreu verdadeiramente – desceu aos infernos – ressuscitou dos mortos – é redentor do gênero humano – seu sangue é valiosíssimo – sua vontade e conhecimento – todo homem deve confessá-lo – ultrajado por judeus e pagãos

  8. O Espírito Santo: terceira Pessoa da Trindade – ação vivificante – procede do Pai e do Filho LIVRO 3 – Maria, os Anjos e os Santos Prefácio ao Livro 3 (Dr. Rafael Vitola Brodbeck) Parte Única: Maria, os Anjos e os Santos

  9. Maria: descendente de Davi – nova Eva – imaculada conceição – virgem antes do parto – virgem durante o parto – virgem após o parto – a sempre virgem Maria – assunção aos céus – Mãe de Deus – Maria e a Igreja – a mais bem-aventurada

  10. Os Santos: existência – a predestinação de alguns – o martírio – a expansão da Igreja mediante a perseguição e o martírio – intercessão dos santos – possibilidade das aparições.

  11. Os Anjos: existência – hierarquia – anjos da guarda

  12. Imagens x Idolatria: veneração não é adoração – culto mariano – possibilidade do uso das imagens sagradas – o simbolismo das velas LIVRO 4 – A Igreja de Cristo Prefácio ao Livro 4 (Prof. Dr. Pe. Manoel Augusto Santos dos Santos) Parte Única: A Igreja

  13. A Igreja: instituição por Cristo – Cristo Cabeça – Corpo de Cristo – Cristo e Igreja – amada pelos fiéis – santa e pecadora – católica – pregação do Reino – fora não há salvação

  14. Igreja Apostólica: pregação dos Apóstolos – fundamento apostólico – sucessão apostólica

  15. Igreja Una: unicidade – unidade – verdadeira Igreja

  16. Clero: função – hierarquia – título “padre” – poder para perdoar pecados – celibato

  17. Fiéis Cristãos: identidade – imitadores de Cristo – filhos adotivos de Deus – comunhão com o clero – fé – fé e razão

  18. O Papa: primazia da Igreja de Roma e do Papa – Pedro, a pedra – sucessor de Pedro – autoridade papal – presença e morte de Pedro em Roma

  19. A Missa: liturgia – ação sagrada por excelência – sacrifício único de Jesus

  20. Dias e Tempos Sagrados: domingo – solenidades diversas

  21. Instrução Religiosa: catequese – sinal da cruz – decálogo – teologia

  22. Oração: definição – Pai Nosso

  23. Os Hereges: condenação Livro 5 – Os 7 Sacramentos e a Criação Prefácio ao Livro 5 (Marcos Monteiro Grillo) Parte I: Os 7 Sacramentos

  24. Existência dos Sacramentos

  25. Batismo: necessidade – regeneração – batismo infantil – batismo por infusão – fórmula trinitária – batismo realizado por hereges – tempo preferencial

  26. Confirmação: sacramento

  27. Penitência: sacramento – conversão – confissão auricular – penas espirituais

  28. Eucaristia: transubstanciação – culto eucarístico – comunhão na mão

  29. Matrimônio: sacramento – indissolubilidade

  30. Ordem: sacramento

  31. Unção dos enfermos: sacramento – viático Parte II: A Criação

  32. A Obra de Deus: o bem e o mal – criação do mundo

  33. O homem: definição – imagem e semelhança de Deus – corpo e alma – chamado por Deus – livre arbítrio – nada é sem Deus

  34. O pecado: existência – pecado original – pecados pessoais – graus de pecado – renúncia do pecado – perdão dos pecados LIVRO 6 – Escatologia e Questões Diversas Prefácio ao Livro 6 (Ana Maria Bueno Cunha de Freitas) Parte I – Escatologia

  35. Morte: certeza – salvação – fé x obras

  36. As Últimas Coisas: fim dos tempos – juízo final

  37. Purgatório: existência – oração pelos falecidos

  38. Inferno: diabo e demônios – exorcismo

  39. A Nova Criação: ressurreição da carne – vida eterna Parte II – Questões Diversas

  40. Amor: caridade – pobreza x riqueza – sofrimento

  41. Moral: aborto – castidade e virgindade

  42. Esoterismo e Espiritismo: astrologia – magia – superstição – reencarnação

  43. Direito: direito natural – direito eclesial – Igreja e Estado

  44. Outros temas: dízimos e ofertas – milagres e sinais – a mulher – jejum – abstenção de sangue – miscelânea Anexo: Relação de Padres e Escritores do Período Patrístico Índice Onomástico

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Missa católica ou culto protestante?

Que culto os cristãos devem prestar a Deus, é uma questão presente em algumas discussões religiosas promovidas por círculos cristãos diversos. Com o crescimento das seitas no Brasil, desde o fim da década passada podemos verificar a soberba de muitos não-catolicos em afirmar que o culto ou liturgia que eles prestam a Deus são verdadeiros e solidamente legítimos, pois identificam-se com o culto que os primeiros cristãos tributavam a Deus, sendo seu culto bíblico; seria verdadeiro este argumento? Acusam que a Missa católica é invenção humana e não se trata de um culto a Deus, mais uma simples reunião social, cujo Deus não ouve ou aceita, sem base bíblica mais um sacrifício paganizado; verdade estas afirmações?

Vamos analisar a historicidade litúrgica do culto oferecido pela Igreja, que tipo de culto e ritos os cristãos prestavam a Deus na antiguidade, sabemos que os primeiros cristãos seguiram a doutrina ensinada pelos apóstolos e mais tarde guarnecida pelos Padres da Igreja, o próprio mandamento do Senhor diz como lembra Paulo: “Fazei isto em memória de mim. Todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice, anunciareis a minha morte, e confessareis a minha ressurreição” (1 Cor 11,26) . Lembra também Jesus no Evangelho de João “Em verdade, em verdade vos digo: se não comerdes a carne do Filho do Homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós mesmos” Jo 6, 53.

Os cristãos primitivos então viviam:

Na comunhão do pão e na oração perseveravam os primeiros cristãos convertidos após a Ressurreição de Cristo, como atestado na Igreja primitiva (At 2, 42), celebrando os santos mistérios sacramentais, e no inicio do II séc.  usando a disciplina do Arcano¹, onde os mistérios cristãos eram celebrados secretamente para que não se paganizassem e se mantivessem no seio da Igreja, vivos, os gentios não participavam, os que podiam gozar de tais mistérios os “sacramentos” eram os já catequizados e batizados e não os catecúmenos. No serviço litúrgico (At 13, 2); reunidos na casa de membros da comunidade ou em lugares ocultos (como catacumbas), devido à perseguição, nos tempos primitivos muitos apóstolos ministraram a “liturgia”, ou seja, o oficio ou serviço de adoração a Deus, em suas casas edificações que ficaram conhecidas como Domus Eclesiae que mais tarde virá a se tornar Domus Dei edifícios só para o culto cristão.

Celebravam no primeiro dia depois do sábado (o Domingo, segundo São João, Ap. 1, 10), quando S. Paulo diz para partir o pão (At. 20,7), os cristãos cultuavam a Deus mais frequentemente. Faziam à leitura dos profetas, das epístolas dos apóstolos, das cartas que dirigiam às igrejas. Estas leituras eram explicadas, conforme S. João, que, conduzido a Éfeso, limitou-se a esta exortação: “Meus filhos, amai-vos uns aos outros”. Desta prática de explicar o que era lido no Texto Sagrado, deriva a realização das homilias e sermões.

Vejamos os primeiros registros sobre a liturgia o que dizem os Pais Apostólicos da Igreja

S. Justino Mártir, (103-167) filósofo pagão que se convertera , tornando-se sacerdote e mártir, contemporâneo de Simeão (que havia ouvido Nosso Senhor Jesus Cristo), de S. Inácio, de Clemente, companheiro de S. Paulo na pregação, de Potino e de Irineu, discípulos de Policarpo em sua obra Apologia 2, escreve: “No chamado dia do Sol todos os fiéis das vilas e do campo se reúnem num mesmo lugar: em todas as oblações que fazemos, bendizemos e louvamos o Criador de todas as coisas, por Jesus Cristo, seu Filho, e pelo Espírito Santo” e sobre a reunião dos primeiros cristãos para culto ele descreve.

“Lêem-se os escritos dos profetas e os comentários dos apóstolos. Concluídas as leituras, o sacerdote faz um discurso em que instrui e exorta o povo a imitar tão belos exemplos”. “Em seguida, nos erguemos, recitamos várias orações, e oferecemos pão, vinho e água”.

“O sacerdote pronuncia claramente várias orações e ações de graças, que são acompanhadas pelo povo, com a aclamação Amem!”. “Distribui-se os dons oferecidos, comunga-se desta oferenda, sobre a qual pronunciara-se a ação de graças, e os diáconos levam esta comunhão aos ausentes”.

“Os que possuem bens e riquezas dão uma esmola, conforme sua vontade, que é coletada e levada ao sacerdote que, com ela, socorre órfãos, viúvas, prisioneiros e forasteiros, pois ele é o encarregado de aliviar todas as necessidades”.

“Celebramos nossas reuniões no dia do Sol, porque ele é o primeiro dia da criação em que Deus separou a luz das trevas, e em que Jesus Cristo ressuscitou dos mortos”.

Outro atestado é de;

S. Inácio de Antioquia, (†110) terceiro bispo de Antioquia, sucessor de S. Pedro e de Evódio, contemporâneo dos apóstolos quando muito jovem, que declarou ter visto Nosso Senhor ressuscitado; Conheceu pessoalmente São Paulo e São João. Sob o imperador Trajano, foi preso e conduzido a Roma onde morreu nos dentes dos leões no Coliseu. A caminho de Roma escreveu Cartas as igrejas de Éfeso, Magnésia, Trales, Filadélfia, Esmirna e ao bispo S. Policarpo de Esmirna. Apresenta alguns detalhes sobre a oblação da Eucaristia, na sua primeira carta aos cristãos de Esmirna. E nesta aparece pela primeira vez a expressão “Igreja Católica”.

“Abstêm-se eles da Eucaristia e da oração, por que não reconhecem que a Eucaristia é a carne de nosso Salvador Jesus Cristo, carne que padeceu por nos­sos pecados e que o Pai, em Sua bondade, ressuscitou.” (Epístola aos Esmirnenses: Cap. VII; Santo Inácio de Antioquia).

S. Ireneu de Lião, (130-202) eminente teólogo ocidental, confirma-nos o sacrifício que era prestado pelos primeiros cristãos figurado no sacrifício de Cristo, em outra obra ele ressalta a importância e a transubstanciação na Eucaristia.

“(Nosso Senhor) nos ensinou também que há um novo sacrifício da Nova Aliança, sacrifício que a Igreja recebeu dos Apóstolos, e que se oferece em todos os lugares da terra ao Deus que se nos dá em alimento como primícia dos favores que Ele nos concede no Novo Testamento. Já o havia prefigurado Malaquias ao dizer: Porque desde o nascer do sol, (…) (Malaquias, I, 11). O que equivale dizer com toda clareza que o povo primeiramente eleito (os judeus) não havia mais de oferecer sacrifícios, senão que em todo lugar se ofereceria um sacrifício puro e que seu nome seria glorificado entre as nações.” (Adversus haereses, São Ireneu de Lion).

Outro Registro é o:

Didaqué um catecismo cristão que fora escrito por volta do ano 120 d.C. um dos mais antigos registros do cristianismo, fala nos do culto cristão e da celebração dos primeiros crentes após transcrever regras a respeito da celebração da eucaristia; diz:

“Que ninguém coma nem beba da Eucaristia sem antes ter sido batizado em nome do Senhor pois sobre isso o Senhor disse: “Não dêem as coisas santas aos cães”. (Didaqué, Cap. IX, Nº 5)

Também diz sobre a reunião dos crentes;

“Reúna-se no dia do Senhor para partir o pão e agradecer após ter confessado seus pecados, para que o sacrifício seja puro” (Didaqué, Cap. XIV, nº 1)

O que tem em comum estes testemunhos do fim do I séc. e inicio do II século, comprovam a liturgia católica como herdeira, da liturgia dos primeiros cristãos oferecidas em suas reuniões, mais tarde no séc. III conhecidas pelo termo Missa, que Procede do latim “mitere”, que quer dizer “enviar, mandar, despedir”. Missa é o particípio que adquira o sentido de substantivo; “missão, despedida, dispensa,” é, pois a despedida na partida. Podemos observar que eles perseveravam na comunhão e na celebração eucarística então onde ficam os cultos protestantes? Os gritos, os longos sermões, e as musicas e estilos exagerados e sentimentais, além dos pseudo-exorcismos e das tidas manifestações do “Espírito”? Se não tem embasamento histórico, bíblico ou nas reuniões dos primeiros cristãos? Trata-se de invenções humanas posteriores a antiguidade cristã.

Notas:

Disciplina do Arcano¹: Disciplina do Segredo, ou Lei do Arcano, é o termo teológico para expressar o costume que prevaleceu na Igreja primitiva, na qual o conhecimento dos mistérios da religião cristã era, por medida de prudência, cuidadosamente mantido oculto aos gentios, aos não-iniciados e até mesmo aos que se submetiam à instrução na fé, para evitar que aprendessem algo que pudessem fazer mau uso, o costume pendurou-se até o séc. VI.

 
 
 

DADOS DA OBRA


Série: Citações Patrísticas Título: “Os Sete Sacramentos e a Criação” Autor: Carlos Martins Nabeto Categoria: Religião Tema: Patrística – Literatura Cristã Primitiva Ano: 2009 Número de páginas: 120 Edição: 1ª

Diante do sucesso de downloads dos Volumes 1 a 4 da série “Citações Patrísticas”, publicamos agora o Volume 5 desta série abordando o tema “Os Sete Sacramentos e a Criação”.

A obra, que conta com o Imprimatur das autoridades eclesiásticas e é prefaciada pelo ex-protestante e apologista católico Marcos Monteiro Grillo, muito conhecido pela clareza e firmeza, reúne o pensamento dos Padres primitivos acerca dos Sacramentos e a Criação de Deus.

Cada tema e subtema é introduzido com versículos bíblicos e exertos do Catecismo da Igreja Católica, demonstrando a linha contínua que liga a Igreja dos primeiros tempos diretamente à Igreja Católica de nossos dias.

Os leitores que ficarem satisfeitos com o conteúdo da obra são incentivados a adquirirem o arquivo em formato .pdf, procedendo um depósito no valor de R$ 10,00 (dez reais), visando a atualização e futura ampliação dos volumes que compõem a série, bem como para colaborar com os novos projetos do Autor, como a expansão e manutenção do site COCP-Central de Obras do Cristianismo Primitivo (http://cocp.veritatis.com.br), que disponibiliza os escritos da Igreja primitiva em sua íntegra.

A série completa, em 6 (seis) volumes, entregará ao leitor mais de 1600 citações patrísticas e estará assim organizada:

  1. Volume 1: A Palavra de Deus e a Profissão de Fé

  2. Volume 2: Deus Pai, Filho e Espírito Santo

  3. Volume 3: Maria, os Santos e os Anjos

  4. Volume 4: A Igreja de Cristo

  5. Volume 5: Os Sete Sacramentos e a Criação (e-book que ora apresentamos)

  6. Volume 6: Escatologia e Questões Diversas

Esta obra é especialmente recomendada a todos os que desejam conhecer a fé dos primeiros cristãos acerca dos sacramentos, fontes de santificação da alma humana, além de leigos em geral que queiram conhecer a doutrina cristã tal como foi professada pela Igreja primitiva (e continua sendo pela Igreja contemporânea!).

BREVE SUMÁRIO DO VOLUME V – OS SETE SACRAMENTOS E A CRIAÇÃO

Sobre os Sacramentos

– 1. Existência – 2. Batismo – 3. Confirmação – 4. Penitência – 5. Eucaristia – 6. Matrimonio – 7. Ordem – 8. Unção dos Enfermos

Sobre a Criação

– 1. A obra de Deus – 2. O Homem – 3. O Pecado

– Anexo: Relação de Padres e Escritores do Período Patrístico – Índice Onomástico

Leia ou peça o seu aqui.

 
 
 
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Esta obra é inteiramente dedicada à Santíssima Virgem Maria!

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