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Casais postergam divórcio na crise econômica Por Carl Anderson

NEW HAVEN, domingo, 18 de outubro de 2009 (ZENIT.org).- Quaisquer que sejam os problemas que a recessão criou, ela também abriu uma grande oportunidade, para cada um de nós individualmente e para as paróquias e organizações católicas: ajudar a salvar casamentos.

Como na Grande Depressão dos anos 30, quando caíram as taxas de divórcio, a evidência preliminar parece mostrar que se registra a mesma tendência em nossa atual crise econômica.

Em setembro, a agência France Press informou que as taxas de divórcio na Espanha caíram 12,5%, e o número de separações se reduziu em 25%.

Nos EUA, as informações indicam uma queda similar. Recentes notícias de Washington, D.C., Phoenix (Arizona), e Reno (Nevada) sugerem uma tendência nacional das pessoas a postergar o divórcio porque se encontram incapazes de “seguir sozinhas”.

Steve King, advogado matrimonialista de Reno (Nevada) explicou ao jornal local, Gazette Journal: “algumas pessoas se veem em uma situação de perda, sem nada a ganhar com o divórcio, exceto voltar a ser solteiro. Frequentemente, não se podem permitir casas separadas ou pagar um aluguel, e isso inclusive para os casais em que os dois trabalham”.

Com estas sombras, ainda que desde uma perspectiva prática uma ganância proeminente, devemos aproveitar a oportunidade para ajudar os que “postergaram” seu divórcio a evitá-lo totalmente.

Para os católicos, é uma oportunidade única de reiterar a importância do matrimônio para muita gente que talvez antes não era receptiva a esta mensagem. E às pessoas que de repente consideram a possibilidade de salvar seu casamento, o ensinamento da Igreja sobre este sacramento lhes dá esperança.

Como Bento XVI afirmou no mês passado, “a firme convicção da Igreja é que a verdadeira solução para os problemas que os casais enfrentam atualmente e que debilitam sua união é um retorno à solidez da família cristã, um lugar de confiança mútua, de doação recíproca, de respeito à liberdade e de educação para a vida social”.

Mensagem forte

O ensinamento da Igreja tem uma forte mensagem teológica -e prática- para os que permanecem juntos.

Considere isto: um estudo de 2002 realizado pelo Institute for American Values revelou que dois terços dos cônjuges de casamentos infelizes que permaneceram casados afirmaram que seus casamentos eram felizes cinco anos depois; além disso, os casamentos mais infelizes afirmaram que o mais dramático tinha sofrido uma reviravolta”.

Também em termos econômicos, o divórcio tem terríveis consequências, seja qual for o momento em que aconteça. Estudos sobre as consequências financeiras do divórcio em mulheres e crianças constataram que a ex-mulher e os filhos sofrem uma queda entre 30% a 73% de seu padrão de vida após o divórcio.

E a religião tem desempenhado uma função crucial nas tendências do divórcio. Segundo a especialista em divórcio Barbara Dafoe Whitehead, as taxas de divórcio cresceram por uma tendência de muitas religiões a ver o matrimônio como uma competência da psicologia, em lugar da teologia.

“As principais denominações religiosas deixaram os processos à psicoterapia -disse. Os terapeutas converteram-se em professores e estabeleceram as normas nos casamentos e, depois, na dissolução deles.”

O resultado foi assombroso. Os sacerdotes e outros tradicionais conselheiros matrimoniais cederam sua função aos terapeutas, destaca Whitehead. E acrescenta: “diferentemente dos que inicialmente proporcionavam conselhos matrimoniais, que ofereciam seus serviços como parte de sua vocação, os terapeutas venderam seus serviços no mercado”.

“Além disso, seus praticantes eram muito sensíveis aos incentivos do mercado, incluído o crescente e lucrativo mercado de americanos cujos casamentos estavam em perigo -explica. Os temores sobre a exploração comercial do divórcio desapareceram ao crescer seu potencial comercial.”

Mas se o dinheiro não chega para um divórcio, pode ser também que as pessoas busquem assessoria em lugares menos caros, lugares que, na maior parte do século XX, incluíam a família, os amigos e o clero, assinala a especialista.

Função dos católicos

Falando no mês passado aos bispos brasileiros reunidos em Roma para a visita “ad limina”, Bento XVI pediu aos sacerdotes que “acompanhem as famílias para garantir que não se deixem seduzir por estilos de vida relativistas promovidos pelo cinema, a televisão e outros meios de comunicação”.

Também falou da importância do testemunho de famílias católicas, afirmando: “confio no testemunho de famílias que encontram as forças para superar as provas no sacramento do matrimônio. Sobre famílias como essas deve ser reconstruído o tecido social”.

Em um momento em que o problema econômico está nos dando uma maior oportunidade de ajudar a salvar casamentos, cada um de nós tem muito a fazer.

Para os sacerdotes, isso significa dedicar tempo a aprender e a aconselhar casamentos sobre os perigos do divórcio e a esperança que chega com a superação dos problemas do matrimônio.

Para os esposos que enfrentam problemas, significa trabalhar como casal, apoiados pela Igreja, para superar seus problemas juntos.

Para os casais cujos matrimônios são felizes, significa pregar com o exemplo e mostrar o amor que é possível e pode ser realizado no matrimônio, e compartilhar os meios com os que eles superaram dificuldades no passado.

Finalmente, para cada um de nós, significa escutar aqueles amigos nossos que possam viver dificuldades em seus matrimônios e dirigi-los aos recursos que os ajudem a salvar seu casamento, tendo em conta que, teologicamente e praticamente, o divórcio e a separação sempre têm consequências trágicas.

Por nosso exemplo, nosso conselho e nossa proximidade aos que estão considerando um divórcio -especialmente agora-, não devemos perder a oportunidade de ajudar a construir a civilização do amor, ao mesmo tempo que uma família e um matrimônio.

(Carl Anderson é cavaleiro supremo dos Cavaleiros de Colombo e autor best-seller do New York Times)

 
 
 

Por ocasião da Jornada Mundial das Comunicações Sociais

CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 20 de maio de 2009 (ZENIT.org).- Bento XVI pediu aos jovens que sejam missionários do mundo digital, na véspera da inauguração de uma nova iniciativa da Santa Sé que aproxima o Santo Padre da juventude, www.Pope2you.net.

A exortação do Santo Padre ressoou na Praça de São Pedro no final da audiência geral da quarta-feira, por ocasião da próxima Jornada Mundial das Comunicações Sociais, que a Igreja celebrará no próximo domingo, 24 de maio.

O Papa quis que este ano esta Jornada esteja dedicada ao tema “Novas tecnologias, novas relações. Promover uma cultura de respeito, de diálogo, de amizade ” para convidar “todos os que utilizam as novas tecnologias da comunicação, em especial os jovens – como ele mesmo disse –, a utilizá-las de uma maneira positiva e a compreender o grande potencial desses meios para construir laços de amizade e solidariedade, que podem contribuir para um mundo melhor.

“As novas tecnologias produziram mudanças fundamentais na maneira de difundir as notícias e a informação, de comunicar-se e relacionar-se – constatou. Desejo alentar todos os que acessam a rede a procurar manter e promover uma cultura de respeito, diálogo e amizade autêntica, para que floresçam valores como a verdade, a harmonia e a compreensão.”

No final, o Papa fez um convite particular aos jovens: “Testemunhai a fé através do mundo digital! Utilizai essas novas tecnologias para dar a conhecer o Evangelho, de modo que a Boa Nova do amor infinito de Deus por todos ressoe de maneiras diferentes em nosso mundo cada vez mais tecnológico!”.

Ao convite de Bento XVI se seguirá, nesta quinta-feira, a iniciativa do Conselho Pontifício para as Comunicações sociais, www.Pope2you.net, uma janela aberta para as novas tecnologias e redes sociais que permitirá aos jovens acompanhar mais de perto a atividade de Bento XVI, em particular através do YouTubeIphoneFacebook.

 
 
 

Questiona o novo arcebispo do Rio de Janeiro

Por Alexandre Ribeiro

BRASÍLIA, terça-feira, 10 de março de 2009 (ZENIT.org).- O novo arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta, considera que uma pergunta não foi feita no caso da menina brasileira de nove anos estuprada pelo padrasto, tendo ficado grávida e os fetos submetidos a aborto: «por que chegamos a isso?».

Antes de desenvolver o artigo em que comenta o caso –texto difundido ontem pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil)–, o arcebispo chama a atenção para o fato de que muito do destaque da mídia brasileira ao episódio foi dado por emissoras de comunicação «mandadas por grupos religiosos independentes».

Ao prosseguir seu artigo, Dom Orani questiona: «quando uma pessoa que, tendo seus desequilíbrios emocionais, é capaz de usar sexualmente e brutalmente de uma criança a sociedade deveria se perguntar: “por que chegamos a isso?”».

«Do modo que coisas se movem no mundo, é bem capaz que o que hoje é crime amanhã seja virtude, como já aconteceu em muitas outras situações – veja-se nesse caso toda a campanha pró-aborto.»

No caso da gravidez da menina, Dom Orani considera que «a magistratura só soube oferecer um tipo de ajuda: a de matar a criança por nascer e ainda ameaçando a mãe da menor que estava nessa situação. Fala-se tanto de direitos para todos e critica-se a Igreja por defender a todos».

«Interessante é o depoimento da mãe da adolescente, que testemunhou que o único lugar em que não foi maltratada e sim respeitada foi o escritório da Caritas. Em todos os demais lugares só recebeu acusações e maus-tratos», escreve.

Mas –prossegue Dom Orani– «a pergunta ainda continua: por que essas coisas acontecem? A nossa resposta está na mudança de época e de cultura que ora vivemos».

«A desvalorização da vida, da família, dos valores, da fé acabou conduzindo-nos a um estilo de vida hedonista, subjetivista, consumista e laxista, que parece não ter volta.»

«Mas nós acreditamos que o nosso mundo tem jeito! É essa nossa esperança e nossa luta!», escreve.

«As situações degradantes e complexas irão aumentar enquanto não avançarmos para uma sociedade moderna, onde as pessoas se respeitam, respeitam a vida e sabem cultivar valores.»

«Enquanto vivermos na “idade da pedra”, resolvendo as coisas matando os inocentes e criando violência em nossa frágil sociedade, o homem sempre terá saudade da utopia do “mundo novo”», afirma o arcebispo.

Dom Orani convida os católicos a pensarem «sobre esses caminhos por onde hoje andamos enquanto vivemos a Quaresma e a Campanha da Fraternidade, que questiona justamente as bases de nossa sociedade», ao discutir a questão da violência e da segurança pública.

«Da resposta que dermos a essas interrogações dependerá o nosso futuro», afirma.

 
 
 
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