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VATICANO, 18 Abr. 13 / 03:25 pm (ACI/EWTN Noticias).- Ao celebrar na manhã de ontem a Missa cotidiana na casa Santa Marta junto aos trabalhadores do Vaticano, o Papa Francisco recordou que os cristãos devem assumir as consequências do seu Batismo e anunciar a Cristo porque sem este compromisso a Igreja deixa de ser mãe.

Quando deixamos de anunciar a Cristo “a Igreja deixa de ser mãe, converte-se em uma babá, que cuida das crianças para fazer com que elas durmam. É uma Igreja em estado latente”, assim “pensemos em nosso batismo, na responsabilidade do nosso batismo”, explicou.

O Santo Padre recordou que “ser cristão não é estudar uma carreira para converter-se em um advogado ou em um médico cristão, não. Ser cristão é um dom que nos impulsiona para ir para frente com a força do Espírito para anunciar a Jesus Cristo”.

“Há uma grande responsabilidade para nós os batizados: anunciar a Cristo, levar adiante a Igreja, esta maternidade fecunda da Igreja”, insistiu o Papa.

“Às vezes pensamos: ‘Não, mas se eu sou cristão. Fui batizado, fiz a crisma, a primeira comunhão… e pronto’. E agora, posso dormir tranquilamente, sou um cristão. Mas… Onde está o poder do Espírito que te leva a caminhar?”, questionou.

“Faz falta ser fiéis ao Espírito para anunciar a Jesus com nossa vida, com nosso testemunho e com nossas palavras”.

O Pontífice recordou as perseguições no Japão no século XVII, quando os missionários católicos foram expulsos e as comunidades cristãs se mantiveram por 200 anos sem sacerdotes. Quando voltaram, os missionários encontraram “todas as comunidades em seu lugar, todos batizados, catequizados, todos se casaram na Igreja”, e isso se deu “graças ao trabalho dos batizados”.

Durante a perseguição dos primeiros cristãos –recordou o Papa-, Maria “orava muito”, e alentou os batizados para que sigam adiante com valentia diante da violenta perseguição que começou depois do martírio de São Estevão.

“Isto é um pouco o estilo de vida da Igreja: entre a paz da caridade e a perseguição”. É o que ocorre sempre na história “porque é o estilo de Jesus”, disse.

Com a perseguição, muitos fiéis fugiram e ficaram sozinhos no anúncio do Evangelho, sem sacerdotes, abandonaram sua casa, não tinham nada, estavam em perigo, mas caminharam de lugar em lugar, anunciando a Palavra.

“Levavam com eles a riqueza que tinham: a fé. A riqueza que o Senhor lhes tinha dado… Mas tinham o valor de caminhar e anunciar. E acreditavam neles! E faziam milagres!”, exclamou Francisco.

“Estes primeiros cristãos, que só tinham o poder do batismo, o que lhes deu a valentia apostólica, a força do Espírito, faz-me pensar em nós, batizados. E me pergunto se temos esta força e penso: Mas realmente acreditamos que com o batismo basta, que é suficiente para evangelizar?”.

“Peçamos ao Senhor a graça de ser batizados valentes e confiados no Espírito que temos em nós, recebido no batismo, que sempre nos anima a proclamar a Jesus Cristo em nossa vida, através de nosso testemunho e também com nossas palavras”, concluiu.

 
 
 
Jesus Cristo está em todos os livros da Bíblia. Em Gênesis, Jesus é a Semente da Mulher. Em Êxodo, Ele é o Cordeiro Pascal. No Levítico, Ele é o Sacerdote, o Altar, o Cordeiro do Sacrifício. Em Números, Ele é o Pilar de Nuvem durante o dia e o Pilar de Fogo à noite. No Deuteronômio, Jesus é o Profeta, como Moisés. Aproximem-se e ajoelhem-se diante Dele agora. Em Josué, Jesus é o Capitão da Nossa Salvação. Em Juízes, Ele é o nosso Juiz e Legislador. Em Rute, ele é o nosso parente Redentor. No primeiro e segundo Samuel, Ele é o Profeta a nós confiado. Em Reis e Crônicas, Ele é o nosso Rei Prevalecente. Em Esdras, Ele é o reconstrutor das muralhas destruídas da vida humana. Aproximem-se e ajoelhem-se diante Dele agora. Em Neemias, Jesus é nosso Restaurador. Em Tobias, Ele é o Mensageiro da Nova Vida. Em Judite, Ele é a Fraqueza Transformada em Vitória. Em Ester Ele é nosso Advogado. Em primeiro e segundo Macabeus, Ele é Líder que morre pela lei de Deus. Aproximem-se e ajoelhem-se diante Dele agora. Em Jó, Ele é o nosso Redentor Imortal. Nos Salmos, Ele é nosso Pastor. Em Provérbios, Ele é nossa Sabedoria. Em Eclesiastes, Ele é nossa Esperança e Ressurreição. No Cântico dos Cânticos, Ele é nosso Amável Noivo. Em Sabedoria, Ele é a emanação do pensamento de Deus. No Eclesiástico, Jesus é nossa segurança. Aproximem-se e ajoelhem-se diante Dele agora. Em Isaías, Jesus é o Servo Sofredor. Em Jeremias, Ele é a Descendência Justa. Em Lamentações, Ele é nosso Profeta que Chora. Em Baruc, Ele é a Misericórdia do Eterno. Em Ezequiel, Ele é Aquele que tem o Direito de Governar. Em Daniel, Jesus é o Quarto Homem na Fornalha Ardente. Aproximem-se e ajoelhem-se diante Dele agora. Em Oséias, Jesus é o Marido Fiel para sempre casado com o(a) pecador(a). Em Joel, Ele é Aquele que Batiza com o Espírito Santo de Fogo. Em Amós, Ele é o Restaurador da Justiça. Em Abdias, Ele é Poderoso para Salvar. Em Jonas, Ele é nosso grande missionário estrangeiro. Em Miquéias, Ele é os pés daquele que traz Boas Notícias. Aproximem-se e ajoelhem-se diante Dele agora. Em Naum, Jesus é nossa fortaleza nas desgraças. Em Habacuc, Ele é Deus, meu Salvador. Em Sofonias, Ele é o Rei de Israel. Em Ageu, Ele é o anel do sinete. Em Zacarias, Ele é nosso Humilde Rei montado num potro. Em Malaquias, Jesus é o Filho da Retidão. Aproximem-se e ajoelhem-se diante Dele agora. Em Mateus, Jesus é Deus Conosco. Em Marcos, Ele é o Filho de Deus. Em Lucas, Ele é o Filho de Maria, sentindo o que você sente. Em João, Ele é o Pão da Vida. Em Atos, Jesus é o Salvador do Mundo. Aproximem-se e ajoelhem-se diante Dele agora. Em Romanos, Jesus é a Retidão de Deus. Em 1 Coríntios, Ele é a Ressurreição. Em 2 Coríntios, Ele é o Deus de todo o consolo. Em Gálatas, Ele é nossa liberdade. Ele lhe liberta. Em Efésios, Jesus é a Cabeça da Igreja. Aproximem-se e ajoelhem-se diante Dele agora. Em Filipenses, Jesus é sua Alegria. Em Colossenses, Ele é sua Perfeição. Em Tessalonicenses 1 e 2, Ele é sua Esperança. Em 1 Timóteo, Ele é sua Fé. Em 2 Timóteo, Jesus é sua Estabilidade. Aproximem-se e ajoelhem-se diante Dele agora. Em Tito, Jesus é a Verdade. Em Filêmon, Ele é seu Benfeitor. Em Hebreus, Ele é sua Perfeição. Em Tiago, Ele é o Poder por trás de sua Fé. Em 1 Pedro, Ele é seu Exemplo. Em 2 Pedro, Jesus é sua Pureza. Aproximem-se e ajoelhem-se diante Dele agora. Em 1 João, Jesus é sua Vida. Em 2 João, Ele é seu Exemplo. Em 3 João, Ele é sua motivação. Em Judas, Ele é o Fundamento de sua Fé. Em Apocalipse, Jesus é seu Rei Vindouro. Ele é: O Primeiro e o Último. O Princípio e o Fim. Ele é o Guarda da Criação e o Criador de Tudo. Ele é o Arquiteto do Universo e o Administrador de Todas as Épocas. Ele Sempre Foi, Ele Sempre É, e Ele Sempre será Impassível, Inalterado, Invicto e Jamais será arruinado. Ele foi ferido e nos trouxe a cura. Ele foi trespassado e aliviou a dor. Ele foi perseguido e nos trouxe a liberdade. Ele morreu e nos trouxe a vida. Ele ressuscitou e nos traz poder. Ele reina e nos traz paz. O mundo não pode compreendê-Lo. Os exércitos não podem derrotá-Lo. As escolas não podem explicá-Lo e os líderes não podem ignorá-Lo. Herodes não pôde matá-Lo. Os Fariseus não podiam enganá-Lo. As pessoas não podiam detê-Lo. Nero não pôde esmagá-Lo. Hitler não pôde silenciá-Lo. A Nova Era não pode substituí-Lo. E Oprah não pode dar satisfação Dele. Ele é Vida, Amor, Longevidade e Senhor. Ele é Bondade, Benevolência, Suavidade e Deus. Ele é Santo, Justo, Imenso, Poderoso e Puro. Seus Caminhos são Corretos; Suas Palavras, Eternas; Suas Leis, Imutáveis e Sua Mente está em mim. Ele é meu Redentor, Ele é meu Salvador, Ele é Meu Deus, Ele é Meu Sacerdote, Ele é Minha Alegria, Ele é Meu Conforto, Ele é Meu Senhor, e Ele governa minha vida.
 
 
 

Uma reflexão sobre o valor das religiões, por Ives Gandra Martins

SÃO PAULO, 18 de janeiro de 2012 (ZENIT.org) – Oferecemos aos nossos leitores, um interessante artigo que nos enviou *Ives Gandra da Silva Martins, advogado tributarista, professor e prestigiado jurista brasileiro; uma reflexão sobre o valor das religiões.

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O FUNDAMENTALISMO ATEU

Voltávamos,Francisco Rezeke eu, de uma posse acadêmica em Belo Horizonte, quando ele utilizou a expressão “fundamentalismo ateu” para referir-se ao ataque orquestrado aos valores das grandes religiões que vivemos na atualidade.

Lembro-me de conversa telefônica que tive com o meu saudoso e querido amigo Octávio Frias, quando discutíamos um editorial que estava para ser publicado, sobre Encíclica do Papa João Paulo II, do qual discordava quanto a alguns temas. Argumentei que a Encíclica era destinada aos católicos e que quem não o era, não deveria se preocupar. Com sua inteligência, perspicácia e bom senso Frias manteve o editorial, mas acrescentou a observação de que o Papa, embora cuidando de temas universais, dirigia-se, fundamentalmente, aos que tinham a fé cristã.

Quando fui sustentar, pela CNBB, perante a Suprema Corte, a inconstitucionalidade da destruição de embriões para fins de pesquisa científica – pois são seres humanos, já que a vida começa na concepção -, antes da sustentação fui hostilizado, a pretexto de que a Igreja Católica seria contrária a Ciência e que iria falar de religião e não de Ciência e de Direito. Fui obrigado a começar a sustentação informando que a Academia de Ciências do Vaticano tinha, na ocasião, 29 Prêmios Nobel, enquanto o Brasil até hoje não tem nenhum, razão pela qual só falaria de Ciência e de Direito. Mostrei todo o apoio emprestado pela Academia às experiências com células tronco adultas, que estavam sendo bem sucedidas, enquanto havia um fracasso absoluto nas experiências com células tronco embrionárias. E, de lá para cá, o sucesso com as experiências, utilizando células tronco adultas, continua cada vez mais espetacular. Já as pesquisas com células embrionárias permanecem no seu estágio “embrionário”.

Trago estas reminiscências, de velho advogado provinciano, para demonstrar minha permanente surpresa com todos aqueles que, sem acreditarem em Deus, sentem necessidade de atacar permanentemente os que acreditam nos valores próprios das grandes religiões, que como diz Toynbee,em seu “Estudoda História”, terminaram por conformar as grandes civilizações. Por outro lado, Thomas E. Woods Jr., em seu livro “Como a Igreja Católica construiu a civilização Ocidental” demonstra que, além dos fantásticos avanços na Ciência realizados por sacerdotes cientistas, a Igreja ofereceu ao mundo moderno o seu maior instrumento de cultura e educação, ou seja, a Universidade.

Aos que direcionam esta guerra atéia contra aqueles que vivenciam a fé cristã e cumprem seu papel, nas mais variadas atividades, buscando a construção de um mundo melhor, creio que a expressão do ex-juiz da Corte de Haia é adequada. Só não se assemelham aos “fundamentalistas” do Próximo Oriente, porque não há terroristas entre eles.

Num Estado, o respeito às crenças e aos valores de todos os segmentos da sociedade é a prova de maturidade democrática, como, aliás, o constituinte colocou, no artigo 3º, inciso IV, da C.F, ao proibir qualquer espécie de discriminação.

*IVES GANDRA DA SILVA MARTINS, é advogado tributarista, professor e prestigiado jurista brasileiro; acadêmico das: Academia Internacional de Cultura Portuguesa, Academia Cristã de Letras e Academia de Letras da Faculdade de Direito da USP; Professor Emérito das universidades Mackenzie, CIEE/O, ECEME e Superior de Guerra – ESG; Professor Honorário das Universidades Austral (Argentina), San Martin de Porres (Peru) e Vasili Goldis (Romênia); Doutor Honoris Causa da Universidade de Craiova (Romênia) e Catedrático da Universidade do Minho (Portugal). 

 
 
 
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