top of page

TODOS OS PRODUTOS

Eventos futuros

VATICANO, 06 Mai. 13 / 02:41 pm (ACI/EWTN Noticias).- Na Missa que celebrou nesta manhã na Casa Santa Marta, o Papa Francisco assinalou que “não se pode entender a vida cristã sem a presença do Espírito Santo” que leva o fiel a Jesus, que o acompanha no caminho e lhe dá a vitalidade que necessita para sustentar-se.

Assim o indicou o Santo Padre na homilia da Eucaristia em que estiveram presentes alguns empregados da fábrica de São Pedro. O Papa disse que o Espírito Santo é “justamente Deus, a Pessoa Deus, que dá testemunho de Jesus Cristo em nós” e que “defende-nos” e “sempre está ao nosso lado para nos sustentar”:

“Não se pode entender a vida cristã sem a presença do Espírito Santo: não seria cristã. Seria uma vida religiosa, pagã, piedosa, que crê em Deus, mas sem a vitalidade que Jesus quer para seus discípulos. E aquilo que dá a vitalidade é a presença do Espírito Santo em nós”.

“O Espírito nos dá testemunho de Jesus para que possamos transmiti-lo aos outros”, precisou Francisco.

“A primeira leitura fala de um belo episódio: o de Lídia, a mulher que ouvia Paulo e a quem o Senhor o Senhor abriu o coração para que ouvisse as palavras do Apóstolo. É isto que o Espírito Santo faz: abre nosso coração para conhecermos Jesus. Sem Ele não podemos conhecer Jesus. Nos prepara ao encontro, nos faz caminhar no caminho de Jesus. O Espírito Santo atua em nós durante todo o dia, durante toda nossa vida, como testemunho que nos diz onde está Jesus”.

O Papa exortou rezar, como o caminho para ter, em “cada momento”, a graça da “fecundidade da Páscoa“. Uma riqueza possível graças ao Espírito Santo. O Bispo de Roma refletiu deste modo sobre “o exame de consciência”, “que os cristãos realizam com respeito ao dia que viveram”, um “exercício” que “faz bem para nós porque é tomar consciência daquilo que o Senhor fez em nosso coração”.

“Peçamos a graça de nos acostumar à presença deste companheiro de caminho, o Espírito Santo, desta testemunha de Jesus que nos diz onde está Jesus, como encontrar Jesus, o que Ele nos fala. Graça de termos uma certa familiaridade com o Espírito Santo que é um amigo.

“Porque é uma presença divina que nos ajuda a seguir adiante em nossa vida de cristãos. Peçamos hoje esta graça. E isto fará que, como fazemos naoração, em cada momento tenhamos presente a fecundidade da Páscoa. Assim seja”, concluiu.

 
 
 
Jesus Cristo está em todos os livros da Bíblia. Em Gênesis, Jesus é a Semente da Mulher. Em Êxodo, Ele é o Cordeiro Pascal. No Levítico, Ele é o Sacerdote, o Altar, o Cordeiro do Sacrifício. Em Números, Ele é o Pilar de Nuvem durante o dia e o Pilar de Fogo à noite. No Deuteronômio, Jesus é o Profeta, como Moisés. Aproximem-se e ajoelhem-se diante Dele agora. Em Josué, Jesus é o Capitão da Nossa Salvação. Em Juízes, Ele é o nosso Juiz e Legislador. Em Rute, ele é o nosso parente Redentor. No primeiro e segundo Samuel, Ele é o Profeta a nós confiado. Em Reis e Crônicas, Ele é o nosso Rei Prevalecente. Em Esdras, Ele é o reconstrutor das muralhas destruídas da vida humana. Aproximem-se e ajoelhem-se diante Dele agora. Em Neemias, Jesus é nosso Restaurador. Em Tobias, Ele é o Mensageiro da Nova Vida. Em Judite, Ele é a Fraqueza Transformada em Vitória. Em Ester Ele é nosso Advogado. Em primeiro e segundo Macabeus, Ele é Líder que morre pela lei de Deus. Aproximem-se e ajoelhem-se diante Dele agora. Em Jó, Ele é o nosso Redentor Imortal. Nos Salmos, Ele é nosso Pastor. Em Provérbios, Ele é nossa Sabedoria. Em Eclesiastes, Ele é nossa Esperança e Ressurreição. No Cântico dos Cânticos, Ele é nosso Amável Noivo. Em Sabedoria, Ele é a emanação do pensamento de Deus. No Eclesiástico, Jesus é nossa segurança. Aproximem-se e ajoelhem-se diante Dele agora. Em Isaías, Jesus é o Servo Sofredor. Em Jeremias, Ele é a Descendência Justa. Em Lamentações, Ele é nosso Profeta que Chora. Em Baruc, Ele é a Misericórdia do Eterno. Em Ezequiel, Ele é Aquele que tem o Direito de Governar. Em Daniel, Jesus é o Quarto Homem na Fornalha Ardente. Aproximem-se e ajoelhem-se diante Dele agora. Em Oséias, Jesus é o Marido Fiel para sempre casado com o(a) pecador(a). Em Joel, Ele é Aquele que Batiza com o Espírito Santo de Fogo. Em Amós, Ele é o Restaurador da Justiça. Em Abdias, Ele é Poderoso para Salvar. Em Jonas, Ele é nosso grande missionário estrangeiro. Em Miquéias, Ele é os pés daquele que traz Boas Notícias. Aproximem-se e ajoelhem-se diante Dele agora. Em Naum, Jesus é nossa fortaleza nas desgraças. Em Habacuc, Ele é Deus, meu Salvador. Em Sofonias, Ele é o Rei de Israel. Em Ageu, Ele é o anel do sinete. Em Zacarias, Ele é nosso Humilde Rei montado num potro. Em Malaquias, Jesus é o Filho da Retidão. Aproximem-se e ajoelhem-se diante Dele agora. Em Mateus, Jesus é Deus Conosco. Em Marcos, Ele é o Filho de Deus. Em Lucas, Ele é o Filho de Maria, sentindo o que você sente. Em João, Ele é o Pão da Vida. Em Atos, Jesus é o Salvador do Mundo. Aproximem-se e ajoelhem-se diante Dele agora. Em Romanos, Jesus é a Retidão de Deus. Em 1 Coríntios, Ele é a Ressurreição. Em 2 Coríntios, Ele é o Deus de todo o consolo. Em Gálatas, Ele é nossa liberdade. Ele lhe liberta. Em Efésios, Jesus é a Cabeça da Igreja. Aproximem-se e ajoelhem-se diante Dele agora. Em Filipenses, Jesus é sua Alegria. Em Colossenses, Ele é sua Perfeição. Em Tessalonicenses 1 e 2, Ele é sua Esperança. Em 1 Timóteo, Ele é sua Fé. Em 2 Timóteo, Jesus é sua Estabilidade. Aproximem-se e ajoelhem-se diante Dele agora. Em Tito, Jesus é a Verdade. Em Filêmon, Ele é seu Benfeitor. Em Hebreus, Ele é sua Perfeição. Em Tiago, Ele é o Poder por trás de sua Fé. Em 1 Pedro, Ele é seu Exemplo. Em 2 Pedro, Jesus é sua Pureza. Aproximem-se e ajoelhem-se diante Dele agora. Em 1 João, Jesus é sua Vida. Em 2 João, Ele é seu Exemplo. Em 3 João, Ele é sua motivação. Em Judas, Ele é o Fundamento de sua Fé. Em Apocalipse, Jesus é seu Rei Vindouro. Ele é: O Primeiro e o Último. O Princípio e o Fim. Ele é o Guarda da Criação e o Criador de Tudo. Ele é o Arquiteto do Universo e o Administrador de Todas as Épocas. Ele Sempre Foi, Ele Sempre É, e Ele Sempre será Impassível, Inalterado, Invicto e Jamais será arruinado. Ele foi ferido e nos trouxe a cura. Ele foi trespassado e aliviou a dor. Ele foi perseguido e nos trouxe a liberdade. Ele morreu e nos trouxe a vida. Ele ressuscitou e nos traz poder. Ele reina e nos traz paz. O mundo não pode compreendê-Lo. Os exércitos não podem derrotá-Lo. As escolas não podem explicá-Lo e os líderes não podem ignorá-Lo. Herodes não pôde matá-Lo. Os Fariseus não podiam enganá-Lo. As pessoas não podiam detê-Lo. Nero não pôde esmagá-Lo. Hitler não pôde silenciá-Lo. A Nova Era não pode substituí-Lo. E Oprah não pode dar satisfação Dele. Ele é Vida, Amor, Longevidade e Senhor. Ele é Bondade, Benevolência, Suavidade e Deus. Ele é Santo, Justo, Imenso, Poderoso e Puro. Seus Caminhos são Corretos; Suas Palavras, Eternas; Suas Leis, Imutáveis e Sua Mente está em mim. Ele é meu Redentor, Ele é meu Salvador, Ele é Meu Deus, Ele é Meu Sacerdote, Ele é Minha Alegria, Ele é Meu Conforto, Ele é Meu Senhor, e Ele governa minha vida.
 
 
 

D . EUSÉBIO OSCAR SCHEID Arcebispo da Arquidiocese do Rio de Janeiro

No dia 14 deste mês, a liturgia da nossa Igreja celebrava a festa da Exaltação da Cruz. O fiel é convidado a penetrar as profundezas de um “amor que chegou aos extremos” (Jo 13,1), louvando, agradecendo, exaltando. Não podemos restringir a nossa contemplação ao aspecto doloroso e trágico dessa “bendita e louvada” Cruz, da qual pendeu a salvação do mundo. Ficamos chocados e até, revoltados diante dessa ignominiosa crueldade de condenar um Inocente através do suplício degradante e debochante, que era reservado aos escravos mais vis e revoltados, os bandidos e salteadores.

Queremos engrandecer o heroísmo máximo de quem morreu pelas mais nobres causas, escancarando o acesso à salvação para todos. Sempre olhamos para o Crucificado com certa tristeza… Além de ter diante dos olhos a imagem mais cruel do Homem das Dores, vem-nos à lembrança a causa de tanto sofrimento: os pecados todos desde Adão até o final dos tempos estão retratados ali, naquela imagem de um transfigurado pela dor, ingratidão, pela paixão e pelo sofrimento da humanidade toda. O profeta Isaías, nos Cânticos do Servo de Javé, havia profetizado: “O mais belo dos homens perdeu toda a sua beleza. Não mais parece nem mesmo gente. Aparece como “golpeado, humilhado, desonrado e triturado” (Is 53,5).

Contudo, os Santos viam nEle a suma beleza, o maior objeto de esperança, a figura santa e verdadeira do homem novo. Desta forma, a Cruz será o grande contraste, o desafio por definição. Por um lado demonstra a maldade do ser humano e, por outro, a grandiosidade do amor do Pai “que não poupou a seu próprio Filho” (Rm 8,32) e de Cristo, que demonstra ali o maior amor pelos amigos, “morrendo por eles” (Jo 15,13).

O Crucificado é, efetivamente, o centro da História humana. É naquela hora – a HORA entre as demais horas – que se realiza “a plenitude dos tempos” (Ef 1,10 e Gl 4,4) Jesus havia confidenciado, que naquela hora iria atrair tudo para si. De fato tudo se agrupa ao redor da Cruz; os povos que andam nas trevas e os que avançam ao clarão da luz eterna; a história de cada pessoa e do universo todo adquire pleno sentido à sombra dessa Cruz. É por isso, que São Paulo nos fala do mistério da Cruz como o mistério central, o centro de toda a ciência e sabedoria. O Crucificado, no mistério de sua Paixão e Morte nos assegura o aprendizado dos seus inesgotáveis tesouros de sabedoria e ciência. Achegando-nos ao Crucificado, contemplando-o com profunda compenetração, tornamo-nos seus alunos e, se formos dóceis aos seus ensinamentos, tornamo-nos seguidores dos seus passos todos… até mesmo dos ensagüentados.

“A Cruz está de pé, enquanto o mundo gira”, cantava-se em séculos passados, aparecendo, assim, a Cruz como a rocha firme, o baluarte que não treme diante das coisas que passam. Ela é estável e firme! Ela está firme enquanto os acontecimentos humanos se desenrolam a seus pés, transformados pelo sangue redentor, pelo benefício de um amor eterno.

A Cruz é também o grande sinal da esperança última: “Verão aparecer sobre as nuvens o sinal do Filho do Homem” (Mt 24,30). Os cemitérios, as lápides sepulcrais quase todas estão assinaladas pela Cruz. É a certeza de que aqueles que “morreram em Cristo, também ressuscitarão com Ele” (Rm 6,4).

A Cruz atravessa as sombras da morte, os muros do desconhecido mundo do Além, e abre novas esperanças, a visão preanunciada de uma vida nova de felicidade eterna: agregação conjunta de todos os bens e alegrias, amizade transformante com Deus, imersão na sua glória.

A Cruz, dizíamos, se nos apresenta como um grande contraste, um verdadeiro choque. Ali se defrontam o ódio máximo e o amor maior; o aparente fracasso e a vitória final, já iniciada; a justiça e a misericórdia; as luzes e as trevas; a tristeza da morte e o borbulhar das “fontes da alegria de salvação” (Is, 12,3). A Cruz nos estimula ao sacrifício, ao heroísmo e ao martírio. Nela os missionários de todos os tempos encontravam inspiração e impulso evangelizador. Todos os inumeráveis mártires de ontem e de hoje encontravam nela o ideal e a força para o sofrimento e para o enfrentamento da própria morte, qualquer que fosse.

A Cruz, ainda hoje, nos irmana na solidariedade com os que sofrem: doentes, encarcerados, injustiçados, excluídos… Para todos eles (e para nós também) o Crucificado é a resposta: “Não temais eu venci o mundo” (Jo 16,33).

Ao nos persignarmos com o sinal do cristão – como aprendemos desde o Catecismo – professamos a nossa fé que brota da Cruz e nela se consuma como vitória final. Não percamos o lindo costume de enriquecermos as salas de estar, salas de aula, de decisões maiores, estabelecimentos públicos – com a figura nobre e, ao mesmo tempo, triste do Crucificado. É perene apelo à justiça e honestidade. É garantia de acerto.

Ao contemplarmos um pouco mais de perto o Crucificado, entenderemos melhor os segredos de Jesus e teremos mais coragem para enfrentar os contratempos do dia-a-dia e nossos olhos penetrarão nos abismos do Amor… A Cruz é uma das grandes maravilhas de um amor sem limites e sem explicações, de um amor humano-divino de total  doação.

Fonte: Amai-vos 10/2003

 
 
 
CONTATO
Avalie-nosRuimNão muito bomBomMuito bomÓtimoAvalie-nos

Agradecemos pelo envio !

© 2019 - 2023. INTERVENÇÃO DIVINA - Criado por Divino Design.

Esta obra é inteiramente dedicada à Santíssima Virgem Maria!

bottom of page
ConveyThis