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DADOS DA OBRA


Série: Citações Patrísticas Título: “Os Sete Sacramentos e a Criação” Autor: Carlos Martins Nabeto Categoria: Religião Tema: Patrística – Literatura Cristã Primitiva Ano: 2009 Número de páginas: 120 Edição: 1ª

Diante do sucesso de downloads dos Volumes 1 a 4 da série “Citações Patrísticas”, publicamos agora o Volume 5 desta série abordando o tema “Os Sete Sacramentos e a Criação”.

A obra, que conta com o Imprimatur das autoridades eclesiásticas e é prefaciada pelo ex-protestante e apologista católico Marcos Monteiro Grillo, muito conhecido pela clareza e firmeza, reúne o pensamento dos Padres primitivos acerca dos Sacramentos e a Criação de Deus.

Cada tema e subtema é introduzido com versículos bíblicos e exertos do Catecismo da Igreja Católica, demonstrando a linha contínua que liga a Igreja dos primeiros tempos diretamente à Igreja Católica de nossos dias.

Os leitores que ficarem satisfeitos com o conteúdo da obra são incentivados a adquirirem o arquivo em formato .pdf, procedendo um depósito no valor de R$ 10,00 (dez reais), visando a atualização e futura ampliação dos volumes que compõem a série, bem como para colaborar com os novos projetos do Autor, como a expansão e manutenção do site COCP-Central de Obras do Cristianismo Primitivo (http://cocp.veritatis.com.br), que disponibiliza os escritos da Igreja primitiva em sua íntegra.

A série completa, em 6 (seis) volumes, entregará ao leitor mais de 1600 citações patrísticas e estará assim organizada:

  1. Volume 1: A Palavra de Deus e a Profissão de Fé

  2. Volume 2: Deus Pai, Filho e Espírito Santo

  3. Volume 3: Maria, os Santos e os Anjos

  4. Volume 4: A Igreja de Cristo

  5. Volume 5: Os Sete Sacramentos e a Criação (e-book que ora apresentamos)

  6. Volume 6: Escatologia e Questões Diversas

Esta obra é especialmente recomendada a todos os que desejam conhecer a fé dos primeiros cristãos acerca dos sacramentos, fontes de santificação da alma humana, além de leigos em geral que queiram conhecer a doutrina cristã tal como foi professada pela Igreja primitiva (e continua sendo pela Igreja contemporânea!).

BREVE SUMÁRIO DO VOLUME V – OS SETE SACRAMENTOS E A CRIAÇÃO

Sobre os Sacramentos

– 1. Existência – 2. Batismo – 3. Confirmação – 4. Penitência – 5. Eucaristia – 6. Matrimonio – 7. Ordem – 8. Unção dos Enfermos

Sobre a Criação

– 1. A obra de Deus – 2. O Homem – 3. O Pecado

– Anexo: Relação de Padres e Escritores do Período Patrístico – Índice Onomástico

Leia ou peça o seu aqui.

 
 
 

Após a campanha em meios de transporte: «provavelmente Deus não existe»

LONDRES, sexta-feira, 9 de janeiro de 2009 (ZENIT.org).- Uma organização britânica cristã protestou nesta quinta-feira perante a autoridade que regulamenta a publicidade após o lançamento nos meios de transporte públicos do Reino Unido de uma campanha atéia que proclama «provavelmente Deus não existe» e pediu provas que confirmem tal afirmação.

A campanha atéia, exposta em 800 ônibus do país, assim como no Metrô de Londres, foi lançada ao início de janeiro com o apoio da Associação Humanista Britânica (BHA) e foi financiada por mais de 140 mil libras (cerca de 150 mil euros).

O slogan completo da campanha, que também deverá ser promovido em menor escala na Espanha, é «Provavelmente Deus não existe. Deixa de te preocupar e desfruta a vida».

Stephen Green, diretor nacional da associaçãoChristian voice, apresentou uma denúncia à Advertising Standards Authority (ASA), argumentando que a campanha viola o código da publicidade por ser enganosa, dado que carece de fundamento.

Segundo seu regulamento, a ASA estabelece que «a publicidade não pode desorientar os consumidores. Isto significa que os anunciantes devem ter provas que demonstrem o que anunciam sobre seus produtos ou serviços antes de que apareça o anúncio».

Segundo Green, esta publicidade viola o código publicitário, «a não ser que os anunciantes demonstrem que provavelmente Deus não existe».

Segundo o denunciante, os promotores da campanha não podem desculpar-se dizendo que se trata de uma «questão de opinião», «pois nenhuma pessoa ou entidade firma a declaração. Apresenta-se como uma declaração de fato e isto significa que deve ser capaz de ser provada, do contrário se rompem as normas».

Um porta-voz da ASA declarou que a autoridade aceitou a denúncia.

«Nós a avaliaremos nos próximos dias e, a partir desta avaliação, decidiremos se é necessário contatar o anunciante», afirmou.

 
 
 

Bento XVI propõe o Apóstolo São Paulo como exemplo de teólogo

Por Inma Álvarez

CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 5 de novembro de 2008 (ZENIT.org).- «Por si só, a Cruz não poderia explicar a fé cristã; ao contrário, seria uma tragédia, sinal do absurdo do ser.» Para Paulo, a ressurreição é um dado fundamental. Assim explicou Bento XVI o conteúdo do anúncio evangélico – kerigma – paulino, que «hoje, depois de dois mil anos, é também determinante para nós».

«Sem o fato da ressurreição, a vida cristã seria simplesmente absurda», disse o Papa durante a audiência geral desta quarta-feira, celebrada na Praça de São Pedro, no Vaticano.

Bento XVI continuou o ciclo de catequeses sobre a figura do apóstolo Paulo, centrando-se neste caso no kerigma que ele pregava, propondo-o como modelo de pregação e de saber fazer teologia também hoje.

Na morte e ressurreição de Cristo, explicou o pontífice, está o «centro gravitacional» de todo ensinamento de São Paulo: «Aquele que foi crucificado e que manifestou assim o imenso amor de Deus pelo homem, ressuscitou e está vivo no meio de nós».

Este anúncio, por outro lado, ainda que enriquecido e reelaborado pelo Apóstolo, pertencia à tradição apostólica anterior a ele, sublinhou, que nesta catequese, como em outras anteriores, destacou a fidelidade de Paulo à tradição e a comunhão com o resto da Igreja.

Assim, acrescentou, «São Paulo oferece um modelo para todos os tempos sobre como fazer teologia e como pregar. O teólogo, o pregador, não criam novas visões do mundo e da vida, mas estão ao serviço da verdade transmitida, ao serviço do fato real de Cristo, da Cruz, da ressurreição».

Por outro lado, este anúncio da morte e ressurreição de Cristo «continua sendo central e determinante» para os cristãos hoje. «Tudo isso está carregado de importantes conseqüências para nossa vida de fé: estamos chamados a participar, até no mais profundo de nosso ser, em todo o acontecimento da morte e ressurreição de Cristo».

«A primeira conseqüência, ou o primeiro modo de expressar este testemunho, é pregar a ressurreição de Cristo como síntese do anúncio evangélico e como ponto culminante de um itinerário salvífico», explicou o Papa.

Outra conseqüência é que, com a elevação de Cristo pela ressurreição, «começa o anúncio do Evangelho de Cristo a todos os povos; começa o reinado de Cristo, este novo reino que não conhece outro poder que o da verdade e do amor».

Portanto, acrescentou, «a teologia da Cruz não é uma teoria; é a realidade da vida cristã. Viver na fé em Jesus Cristo, viver a verdade e o amor implica renúncias todos os dias, implica sofrimentos. O cristianismo não é o caminho da comodidade, é mais uma escalada exigente, mas iluminada pela luz de Cristo e pela grande esperança que nasce d’Ele».

O bispo de Roma, citando Santo Agostinho, afirmou que os cristãos «não são poupados do sofrimento; ao contrário, a eles cabe um pouco mais, porque viver a fé é uma expressão do valor de enfrentar a vida e a história mais em profundidade».

«Contudo, só assim, experimentando o sofrimento, conhecemos a vida em sua profundidade, em sua beleza, na grande esperança suscitada por Cristo crucificado e ressuscitado.»

O pontífice concluiu afirmando que «não basta levar a fé no coração; devemos confessá-la e testemunhá-la com a boca, com nossa vida, fazendo presente assim a verdade da cruz e da ressurreição em nossa história».

 
 
 
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Esta obra é inteiramente dedicada à Santíssima Virgem Maria!

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