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Vaticano, 25 Abr. 11 / 06:23 pm (

Ao presidir esta segunda-feira a oração do Regina Caeli, que durante o tempo de Páscoa substitui o Ângelus, o Papa Bento XVI exortou a que “não deixe de ressoar no mundo e na Igreja a alegre notícia da ressurreição de Jesus Cristo entre os mortos”.

Da residência pontifícia de Castel Gandolfo onde chegou para um breve período de repouso, o Santo Padre disse, na chamada “Segunda-feira do Anjo”, primeiro dia depois do Domingo de Ressurreição, que “Ressurreição do Senhor assinala a renovação da nossa condição humana”.

“Cristo derrotou a morte, causada pelo nosso pecado, e nos reporta à vida imortal. De tal evento emana a vida inteira da Igreja e a existência mesma dos cristãos”.

Ao referir-se logo à saudação entre os primeiros cristãos na Páscoa “Cristo ressuscitou! Verdadeiramente ressuscitou!”, o Papa disse que esta constitui “uma profissão de fé e um compromisso para a vida toda” como mostra o exemplo das mulheres das que fala o Evangelho de São Mateus e que anunciaram o Senhor após saberem que Ele havia ressuscitado.

Depois de recordar as palavras do servo de Deus Paulo VI quem dizia que todos na Igreja têm a missão de evangelizar, Bento XVI explicou que a forma de encontrar o Senhor e ser um testemunho cada vez melhor está na oração.

O cristão, disse, “deve aprender a dirigir constantemente o olhar da mente e o coração para a altura de Deus, onde está Cristo ressuscitado. Na oração, na adoração, Deus encontra o homem”.

“Somente se sabemos dirigir-nos a Deus, rezar a Ele, podemos descobrir o significado mais profundo da nossa vida, e o caminho cotidiano é iluminado pela luz do Ressuscitado”, concluiu.

Em sua saudação em espanhol, o Papa pediu que “Que não deixe de ressoar no mundo e na Igreja a alegre notícia da ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos. Que a paz, que nasce do triunfo do Senhor sobre o pecado, se estenda por toda a terra, em particular por aquelas regiões que mais necessitam”, finalizou.

 
 
 

Vaticano, 01 Nov. 09 / 09:22 am (

ACI).- Milhares de fiéis e originais chegados de todas as partes do mundo se reuniram este meio-dia na Praça de São Pedro para rezar o Ângelus dominical com o Papa Bento XVI, quem desde a janela do Palácio Apostólico recordou que só seguindo a Cristo nesta vida seremos acolhidos por Ele mesmo no céu.

O Santo Padre definiu a Solenidade de Todos os Santos como um convite “à Igreja peregrina na terra a pré-saborear a festa sem fim da Comunidade celeste e reavivar a esperança na vida eterna”. “Neste Ano Sacerdotal eu gosto de recordar com especial veneração os Santos sacerdotes, tanto aqueles que a Igreja canonizou, propondo-os como exemplo de virtudes espirituais e pastorais; assim como aqueles –muito mais numerosos– que são conhecidos pelo Senhor. Cada um de nós conserva grata memória de algum deles, que nos ajudou a crescer na fé e nos fez sentir a bondade e a proximidade de Deus”, disse o Pontífice.

Da mesma forma o Papa fez referência à comemoração, no dia de amanhã, de todos os fiéis defuntos, convidando a “viver este dia segundo o autêntico espírito cristão, quer dizer à luz que provém do Mistério pascal. Cristo morreu e ressuscitou e abriu a passagem à casa do Pai, o Reino da vida e da paz”. “Quem segue a Cristo nesta vida é acolhido onde Ele nos precedeu. (…) Suas almas –de nossos seres queridos- já ‘estão nas mãos de Deus’. O modo mais eficaz e próprio de honrá-los é rezar por eles, oferecendo atos de fé, de esperança e de caridade. Em união ao Sacrifício eucarístico, podemos interceder por sua salvação eterna e experimentar a mais profunda comunhão à espera de nos re-encontrarmos juntos, gozando para sempre do Amor que nos criou e redimiu”, acrescentou Bento XVI.

Antes de iniciar a oração do Ângelus o Papa enfatizou que a comunhão dos Santos “é uma realidade que infunde uma dimensão diversa a toda nossa vida. Não estamos sozinhos. Somos parte de uma companhia espiritual em que reina uma profunda solidariedade: o bem de cada um é ajuda para todos, e vice-versa, a felicidade comum se irradia em cada um”. Seguidamente Sua Santidade rezou o Ângelus, repartiu sua Bênção Apostólica e saudou os presentes em diversos idiomas.

 
 
 

MEXICO D.F., 13 Abr. 09 / 04:19 pm (ACI).- O Arcebispo Primaz do México, Cardeal Norberto Rivera, destacou em sua homilia por Páscoa de Ressurreição na Catedral desta capital: “Se Cristo ressuscitou, todo mal tem remédio”.

Em sua homilia o Cardeal evocou a figura do apóstolo Tomé e o comparou com quem ainda vive sem acreditar. “Na incredulidade de Tomé, podemos encontrar as dúvidas e incertezas de muitos cristãos de hoje, assim como os medos e desilusões de muitos contemporâneos nossos”, explicou.

“A humanidade –disse– pode ser tentada pela incredulidade de Tomé diante da dor, do mal, das injustiças, da morte, da violência, da crise econômica. Ante isso, a humanidade atual espera dos cristãos um testemunho renovado da ressurreição de Cristo”.

“Entretanto o ressuscitado se faz presente. Não foi um sonho nem uma ilusão; é uma experiência verdadeira, inesperada e por isso comovente” que responde às tentações da “dor, do mal, das injustiças, da morte, da violência, da crise econômica”.

Neste sentido aludiu que a profissão de fé que faz o apóstolo: meu senhor e meu Deus, permite aos cristãos promover uma fé renovada que a humanidade atual necessita.

De igual modo, o Arcebispo assinalou que a ressurreição de Cristo convida ao fiel cristão a viver uma fé sem incredulidade pois só um Deus que carregou com as dores da humanidade pode ser digno de fé pois demonstra que há esperança de um futuro melhor:

“Somente um Deus que nos ama até carregar com nossas feridas e dor, sobre tudo a dor inocente, é digno de fé. Se Cristo ressuscitou, todo mal tem remédio. Cristo ressuscitado é a esperança de um melhor futuro”, concluiu.

 
 
 
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