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Como explicar ao homem moderno, cada vez mais inserido na cultura do “faça amor, não faça a guerra” e do politicamente correto, a existência nas Sagradas Escrituras de tantas passagens obscuras e difíceis por causa da violência e imoralidade nelas referidas?

Quem responde é o Papa Bento XVI, na exortação apostólica “Verbum Domini”, quando diz que “a revelação adapta-se ao nível cultural e moral de épocas antigas”, assim, as passagens que causam espanto devem ser lidas também em seu contexto histórico e sob a ótica da pedagogia divina.

Neste episódio da Resposta Católica, saberemos qual o ponto de convergência entre o Antigo e o Novo Testamento e como a Palavra se cumpre e floresce mesmo com tanto sangue derramado. [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=WP2tWxS44bU[/youtube]

 
 
 

LONDRES, 08 Jun. 11 / 05:35 pm (ACI)

Na solenidade de Pentecostes, cerca de 60 pastores anglicanos serão ordenados sacerdotes católicos no Reino Unido. Eles devem servir no Ordinariato pessoal de Nossa Senhora de Walsingham, como previsto na Constituição apostólica “Anglicanorum Coetibus”, publicada pelo papa para atender ao anseio de alguns anglicanos de entrar em plena comunhão com Roma.

Os pastores, informou a Rádio Vaticano, frequentaram um programa de formação de 3 meses e meio e uma vez por semana passavam o dia no seminário de Allen Hall, em Chelsea.

O Ordinariato permite a seus membros anglicanos tornarem-se católicos mantendo algumas formas e tradições da liturgia anglicana. Ele foi instituído com um decreto em janeiro passado, quando foi também anunciado o nome do responsável, Keith Newton.

Os primeiros a ingressarem no Ordinariato são três ex-bispos anglicanos que foram ordenados sacerdotes para a Igreja Católica em janeiro passado e receberam o título de Monsenhor.

 
 
 

Tem a Bíblia um índice de Livros inspirados? Ou contém a Bíblia uma lista que declara autoritariamente quais livros devem fazer parte dela?

Não, não tem. A lista dos livros que compõem o Cânon do Novo Testamento foi discutida durante os primeiros quatro séculos da história cristã.

O Apocalipse, Hebreus, Tiago, 2Pedro e Judas são alguns dos livros cuja canonicidade foi controvertida. Em adição, alguns cristãos primitivos julgaram que obras como a Didaqué, a Epístola de Barnabé, o Pastor de Hermas e a Epístola de Clemente eram inspiradas. Não foi senão quase no século V (Concílio de Cartago, ano 397) que o Cânon oficial foi definido. Isto quanto ao Novo Testamento, mas quanto ao Antigo Testamento? Foi também tema de discussões definir quais os livros pertenciam ao Cânon do Antigo Testamento. [O próprio Concílio de Cartago tratou do assunto]. Santo Agostinho sustentou que os Apócrifos (Tobias, Judite, Sabedoria, Eclesiástico, Baruc, 1-2Macabeus e adições gregas a Ester e Daniel) eram canônicos, enquanto que São Jerônimo não os considerava como canônicos. De fato, o nome “Apócrifos” foi dado por São Jerônimo quando se empenhava no trabalho da Vulgata (tradução latina das Escrituras). Na versão hebraica das Escrituras, os Apócrifos eram comumente deixados de lado, enquanto que na versão grega (a Septuaginta) os Apócrifos foram incluídos.

Desde aproximadamente o século V, os Apócrifos foram considerados Escrituras, embora não tivesse havido uma declaração que pusesse um ponto final.

Tudo isso mudou quando os Reformadores determinaram o seu Cânon das Escrituras e rejeitaram os Apócrifos. Como resposta, a Igreja Católica, no Concílio de Trento, declarou a canonicidade dos livros Apócrifos, chamando-os “Deuterocanônicos”, ou seja, do Segundo Cânon.

Por fim, sabemos que o eminente teólogo protestante Dr. RC Sproul os denomina “uma coleção falível de livros infalíveis”. Atualmente, os Luteranos não têm um Cânon estabelecido das Escrituras. São livres para considerar Hebreus, Tiago, 2 Pedro e São Judas (Epístolas) como não canônicos, e estão, também, livres para aceitar alguns livros Deuterocanônicos do Antigo Testamento como canônicos. Lutero originalmente chamou o livro de Tiago uma “epístola de palha” e não a aceitou como canônica. Quando os Reformadores Presbiterianos surgiram com sua lista canônica, usaram dois critérios: autoria apostólica e testemunho interior do Espírito.

Desde que bons cristãos através dos tempos (Jerônimo e Agostinho, justamente esses dois) discordaram sobre quais livros eram inspirados, “o testemunho interior” de canonicidade não parece ser uma boa medida para determinar a canonicidade. Para a Cristandade histórica, o ensinamento da Igreja, que é “a coluna e o fundamento da Verdade”, é considerado como a autoridade para determinar quais dos escritos primitivos fazem parte do Cânon das Escrituras.

A menos que você tenha uma fonte infalível para determinar quais livros compõem a Bíblia, que autoridade ela pode ter?

Fonte: Site “Glory to Jesus Christ!”. Tradução: José Fernandes Vidal.

 
 
 
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