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Quem não fez um curso paroquial em preparação para a primeira comunhão pode receber a Eucaristia? A resposta é sim. O Código de Direito Canônico trata do tema “Da participação na Santíssima Eucaristia”, a partir do cânon 912, que diz: “Qualquer batizado, não proibido pelo direito, pode e deve ser admitido à sagrada comunhão.”

O Código não fala de curso paroquial para adultos, apenas para as crianças, conforme se vê nos cânones seguintes:

Cân. 913 — § l. Para que a santíssima Eucaristia possa ser administrada às crianças, requer-se que estas possuam conhecimento suficiente e preparação cuidadosa, de forma que possam compreender, segundo a sua capacidade, o mistério de Cristo e receber o corpo do Senhor com fé e devoção. § 2. Pode administrar-se a santíssima Eucaristia às crianças que se encontrem em perigo de morte, se puderem discernir o Corpo de Cristo do alimento comum e comungar com reverência. Cân. 914 — Primeiramente os pais, ou quem fizer as suas vezes, e ainda o pároco têm o dever de procurar que as crianças, ao atingirem o uso da razão, se preparem convenientemente e recebam quanto antes este divino alimento, feita previamente a confissão sacramental; compete também ao pároco vigiar por que não se aproximem da sagrada comunhão as crianças que não tenham atingido o uso da razão ou aquelas que julgue não estarem suficientemente preparadas.

Para os adultos, contudo, exige-se tão-somente um conhecimento mínimo sobre a Eucaristia. Este conhecimento é que consta na Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios, no capítulo 11 que diz: “quem como e bebe sem distinguir devidamente o Corpo come e bebe a sua própria condenação” (29). Deste modo, é preciso saber discernir o pão e o vinho que estão ali apenas em aparência, crendo que, na verdade, são o Corpo e o Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Se a pessoa acredita no dogma da Transubstanciação está apta a aproximar-se da Sagrada Comunhão, desde que por outros motivos não esteja proibida. O Código explicita os impedimentos:

em caso de pecado grave: Cân. 916 — Quem estiver consciente de pecado grave não celebre Missa nem comungue o Corpo do Senhor, sem fazer previamente a confissão sacramental, a não ser que exista uma razão grave e não tenha oportunidade de se confessar; neste caso, porém, lembre-se de que tem obrigação de fazer um ato de Contrição perfeita, que inclui o propósito de se confessar quanto antes.

A confissão não é um ato mágico, é necessário que a pessoa esteja arrependida de seu pecado. E o arrependimento é um ato de vontade. Muitas pessoas pensam que não se arrependeram o suficiente, pois, intelectualmente, preveem que irão pecar novamente. Ora, a previsão intelectual é algo bem diferente do ato de vontade que o arrependimento requer.

A segunda proibição diz respeito às pessoas que receberam alguma pena ou sanção imposta pela Igreja:

Cân. 915 — Não sejam admitidos à sagrada comunhão os excomungados e os interditos, depois da aplicação ou declaração da pena, e outros que obstinadamente perseverem em pecado grave manifesto.

Se a sanção foi latae sententiae, ou seja, tão logo a pessoa cometeu o ato, foi julgada por um juiz invisível, incorreu na pena, é necessário recorrer ao confessor, pois ele saberá o que fazer. Se a pena foi imposta, declarada, pública é preciso recorrer ao Bispo ou à Santa Sé, dependendo do caso.

Existem também algumas orientações básicas para quem quer se aproximar da Eucaristia. Elas estão elencadas também no Código de Direito Canônico, apesar de não serem proibições, mas disposições gerais:

– jejum eucarístico: Cân. 919 — § 1. Quem vai receber a santíssima Eucaristia, abstenha-se, pelo espaço de ao menos uma hora antes da sagrada comunhão, de qualquer comida ou bebida, excepto água ou remédios. § 2. O sacerdote, que no mesmo dia celebrar duas ou três vezes a santíssima Eucaristia, pode tomar alguma coisa, antes da segunda ou terceira celebração, mesmo que não medeie o espaço de uma hora. § 3. As pessoas de idade provecta e as que padecem de alguma doença, e ainda quem as trata, podem receber a santíssima Eucaristia, mesmo que dentro da hora anterior tenham tomado alguma coisa. – frequência Cân. 920 — § l . Todo o fiel que tenha sido iniciado na santíssima Eucaristia está obrigado a receber a sagrada comunhão, ao menos uma vez por ano. § 2. Este preceito deve cumprir-se durante o tempo pascal a não ser que, por justa causa, se cumpra noutra ocasião durante o ano. – quantidade Cân. 923 — Os fiéis podem participar no Sacrifício eucarístico e receber a sagrada comunhão em qualquer rito católico, sem prejuízo do prescrito no cân. 844.

Quanto a este último, é mister esclarecer que quando o fiel for comungar pela segunda vez no dia, deverá ser dentro da Santa Missa. A primeira vez pode ser dar em qualquer rito, mas a seguinte terá obrigatoriamente que ser durante a celebração do Santo Sacrifício.

Existe também o dever de comungar, ao menos uma vez por ano, conforme explicitado no Cânon 920, portanto, se não há nenhum empecilho, se a pessoa crê na presença real de Jesus na Eucaristia, ela tem a obrigação de se confessar e de comungar ao menos na Páscoa. Com isso ela estará unindo o seu corpo ao Corpo de Cristo, o seu sangue ao Sangue de Cristo, pois quem come e bebe o Corpo e Sangue de Cristo, como e bebe uma semente de vida eterna.

 
 
 
Papa Francisco

VATICANO, 06 Mai. 13 / 11:24 am (ACI/EWTN Noticias).- Na homilia da missacelebrada neste final de semana na capela da casa Santa Marta, o Papa Francisco assegurou que não se pode dialogar com o diabo, “o príncipe deste mundo”.

“Com o príncipe deste mundo não se pode dialogar, que isso esteja claro!” remarcou, e assinalou que “o diálogo vem da caridade, do amor. Mas com esse príncipe é impossível dialogar: só podemos responder com a Palavra de Deus que nos defende”.

“Assim como (o diabo) fez com Jesus, ele fará conosco”, indicou o Papa.

“’Só olhe’, dirá, ‘faz somente esta pequena fraude… é um assunto pequeno, realmente nada’, e assim ele começa a levar-nos por um caminho que é ligeiramente desviado”, advertiu.

Francisco assinalou que a do demônio é uma “mentira piedosa: ‘faz, faz, faz, não tem problema’ e começa pouco a pouco, sempre, não é mesmo?”.

“Vocês podem perguntar ‘Padre, qual é a arma para defender-nos contra estas seduções e tentações que o príncipe deste mundo oferece?’. A arma é a mesma arma de Jesus, a Palavra de Deus, não o diálogo, mas sempre a Palavra de Deus, e logo a humildade e a mansidão”.

O Santo Padre disse que “pensemos em Jesus, quando lhe dão essa bofetada: que humildade! que mansidão! Ele poderia tê-los insultado”.

“Pensemos em Jesus na Sua Paixão. Seu Profeta diz: ‘como um cordeiro levado ao matadouro’. Ele não chora, no absoluto: humildade e mansidão. Estas são as armas que o príncipe e o espírito deste mundo não toleram, porque suas propostas são propostas de poder mundano, propostas de vaidade, propostas de riquezas (…)”.

O Papa sublinhou que “hoje Jesus nos recorda este ódio que o mundo tem contra nós, contra os seguidores de Jesus”, porque “Ele nos salvou e redimiu”.

O Santo Padre assinalou que devemos permanecer como ovelhas, “porque as ovelhas são mansas e humildes”.

Ao terminar sua homilia, o Papa pediu à Virgem Maria que “no ajude a ser mansos e humildes como Jesus”.

 
 
 
Papa Francisco na Audiência geral: No Céu Jesus é sempre nosso defensor!

Vaticano, 17 Abr. 13 / 10:44 am (ACI).- Diante dos milhares de peregrinos que encheram na manhã desta quarta-feira 17 de abril, o Papa Francisco, continuando as catequeses sobre o Credo falou da parte que toca a Ascensão de Jesus ao Céu.

Primeiramente Francisco explicou que no Credo, encontramos a afirmação de que Jesus “subiu aos céus e está sentado à direita do Pai”.

“A vida terrena de Jesus culmina no evento da Ascensão, que é quando ele passar deste mundo para o Pai, e é elevado à sua direita. Qual é o significado deste evento? Quais são as consequências para a nossa vida?”.

“O Catecismo da Igreja Católica afirma que “a elevação na cruz significa e anuncia a elevação da ascensão ao céu” (n. 661). Também devemos ser claros em nossa vida cristã, que entrar na glória de Deus requer fidelidade quotidiana à sua vontade, mesmo quando exige sacrifício, ele exige tempo para mudar nossos planos”, explicitou.

O Santo Padre destacou que “a Ascensão de Jesus realmente aconteceu no Monte das Oliveiras, perto do lugar onde ele se retirou em oração antes de sua paixão para ficar em profunda união com o Pai, mais uma vez, vemos que a oração nos dá a graça de viver fiel ao projeto Deus.”

Não tenhamos medo de nos dirigir ao Senhor e pedir perdão, bênçãos e misericórdia. Ele nos perdoa sempre. Deus é o nosso advogado. Ele nos defende sempre! Não se esqueçam disso.” Na narração que São Lucas faz do acontecimento, dois elementos chamam a atenção: enquanto era elevado, Jesus abençoava os discípulos que se prostraram diante dele; em seguida, estes voltaram para Jerusalém cheios de alegria.

“No final do seu Evangelho, São Lucas narra o evento da Ascensão muito brevemente. Jesus levou os discípulos “para fora, até Betânia e, levantando as mãos, os abençoou. Enquanto os abençoava, apartou-se deles e foi elevado ao céu. E prostraram-se diante dele, e depois voltaram para Jerusalém com grande alegria, e estavam continuamente no templo, bendizendo a Deus”.

“Eu gostaria de salientar –prosseguiu o Papa- dois elementos da narração. Primeiro, durante a Ascensão de Jesus cumpriu o gesto de bênção sacerdotal e, certamente, os discípulos expressaram a sua fé com a prostração, de joelhos, inclinando a cabeça. Este é um primeiro ponto importante: Jesus é o único e eterno Sacerdote, que com sua paixão atravessou a morte e o túmulo e ressuscitou e subiu aos céus está com Deus Pai, intercedendo para sempre em nosso favor (cf. Hb 9:24)”.

“Como diz São João em sua Primeira Epístola Ele é o nosso advogado, que bom ouvir isso! Quando alguém é chamado pelo tribunal ou ser causa, a primeira coisa que ele faz é procurar um advogado para defendê-lo. Nós não temos um, que sempre defende, protege-nos das ciladas do demônio, nos defende de nós mesmos, de nossos pecados!

” Um segundo elemento: São Lucas menciona que os apóstolos, depois de verem Jesus subir ao céu voltaram para Jerusalém “com grande alegria”. Isto parece um pouco estranho. Normalmente, quando estamos separados de nossas famílias, nossos amigos, e na partida final, principalmente por causa da morte, há em nós uma tristeza natural, porque nós não vamos ver seu rosto, não ouviremos a sua voz mais, não podemos desfrutar mais do seu carinho, sua presença. Em vez disso, o evangelista ressalta a profunda alegria dos Apóstolos. Mas por quê? Porque, com os olhos da fé, eles entendem que, apesar de retirado dos seus olhos, Jesus permanece com eles para sempre, não os abandona, e para a glória do Pai, os os apoia, orienta e intercede por eles”.

“Queridos irmãos e irmãs, temos este advogado: não temos medo de ir até ele para pedir perdão, para pedir a bênção, para pedir por misericórdia! Ele sempre nos perdoa, é o nosso advogado nos defende sempre! Por isso, ao professar no Credo que Jesus “subiu aos Céus, onde está sentado à direita do Pai”, estamos afirmando que Jesus continua no nosso meio, mas de um modo novo. Cristo, junto do Pai, transcende o espaço e o tempo, e por isso pode estar junto de cada um de nós”, afirmou o Santo Padre. “Na nossa vida nunca estamos sós: o Senhor Crucificado e Ressuscitado nos guia”, concluiu.

Após a catequese o Papa Francisco saudou as dezenas de milhares de peregrinos nas várias línguas, incluindo a língua portuguesa:

“Queridos peregrinos de língua portuguesa: sede bem-vindos! Saúdo aos grupos vindos de Brasília, Uberlândia e São Paulo. Lembrai-vos que nunca estais sós: o Senhor crucificado e ressuscitado vos guia, em casa com as vossas famílias e no trabalho, nas dificuldades e nas alegrias, para que leveis ao mundo a primazia do amor de Deus. Obrigado pela vossa presença!”

 
 
 
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Esta obra é inteiramente dedicada à Santíssima Virgem Maria!

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