top of page

TODOS OS PRODUTOS

Eventos futuros

Convidamos todos para a palestra cujo tema será: “O Direito à Vida e a Questão do Aborto”. A referida palestra tem como objetivo levar ao conhecimento da população em geral, independente de raça, cor, sexo, religião, convicção política ou filosófica, informações jurídicas e científicas acerca do aborto.

O tema será abordado sob vários enfoques: médico, jurídico, filosófico, político e social, a fim de demonstrar que, de todos os ângulos, o aborto representa um retrocesso da humanidade mediante o sacrifício do bem mais caro do ser humano que é a Vida.

O palestrante é o Dr. Aleksandro Clemente, advogado, Pós-graduando em Direito pela Universidade Mackenzie/SP e Membro da Comissão de Defesa da República e da Democracia da OAB/SP.

Data: 19/08/06 às 9:00 horas Local: Universidade Mogi das Cruzes (UMC), situada na Av. Dr. Cândido Xavier de Almeida e Souza, 200 – Mogi das Cruzes – SP – Tel: (11) 4798-7000.

Maiores informações: Tel: (11) 6205-3846 / 7362-6183 E-mail: aleksandro.clemente@uol.com.br

 
 
 

No ato de oração pelo Oriente Médio, presidido por ele no domingo

RHÊMES-SAINT GEORGES, terça-feira, 25 de julho de 2006 ( ZENIT.org).- Publicamos as palavras que Bento dirigiu, sem papéis, na tarde deste domingo, no ato de oração pela paz no Oriente Médio que ele presidiu na igreja paroquial de Rhêmes Saint-Georges, no Vale de Aosta.

* * *

Eu gostaria somente de oferecer umas breves palavras de meditação sobre a leitura que acabamos de escutar. Com o fundo da dramática situação do Oriente Médio, impressiona-nos a beleza da visão ilustrada pelo apóstolo Paulo (cf. Efésios 2, 13-18): Cristo é a nossa paz. Ele reconciliou uns e outros, judeus e pagãos, unindo-os em seu Corpo. Ele superou a inimizade com o seu Corpo, na Cruz. Com sua morte, superou a inimizade e uniu todos em sua paz.

No entanto, mais que a beleza dessa visão, o que nos impressiona é o contraste com a realidade que vivemos e vemos. E, em um primeiro momento, não podemos fazer outra coisa senão perguntar ao Senhor: «Mas, Senhor, o que é que teu apóstolo está nos dizendo: “Foram reconciliados”?» Na verdade, nós vemos que não estão reconciliados… Ainda há guerras entre cristãos, muçulmanos, judeus; e outros fomentam a guerra, e tudo continua repleto de inimizade, de violência. Onde está a eficácia do teu sacrifício? Onde está, na história, esta paz da qual o teu apóstolo nos fala?

Nós, os homens, não podemos resolver o mistério da história, o mistério da liberdade humana que diz «não» à paz de Deus. Não podemos resolver todo o mistério da relação entre Deus e o homem, de sua ação e de nossa resposta. Temos de aceitar o mistério. No entanto, há elementos de resposta que o Senhor nos oferece.


Um primeiro elemento é que essa reconciliação do Senhor, esse sacrifício seu, não foi ineficaz. Existe a grande realidade da comunhão da Igreja universal, de todos os povos, da rede da Comunhão eucarística, que transcende as fronteiras de culturas, de civilizações, de povos, de tempos. Existe essa comunhão, existem essas «ilhas de paz» no Corpo de Cristo. Existem. E existem forças de paz no mundo. Se contemplarmos a história, podemos ver os grandes santos da caridade que criaram «oásis» dessa paz de Deus no mundo, que acenderam novamente sua luz, e foram capazes de reconciliar e de criar de novo a paz. Existem os mártires que sofreram com Cristo, que deram esse testemunho da paz, do amor, que coloca um limite à violência.

E vendo que a realidade da paz existe, ainda que a outra realidade tenha permanecido, podemos aprofundar ainda mais na mensagem desta carta de São Paulo aos Efésios. O Senhor venceu na cruz. Ele não venceu com um novo império, com uma força mais poderosa que as outras, capaz de destruí-las; não venceu de uma maneira humana, como imaginamos, com um império mais forte que o outro. Ele venceu com um amor capaz de chegar até a morte. Esta é a nova maneira de vencer de Deus: à violência não opõe uma violência mais forte. À violência opõe precisamente o contrário: o amor até o final, sua Cruz. Esta é a maneira humilde de vencer de Deus: com seu amor — e só assim é possível — põe um limite à violência. Esta é uma maneira de vencer que nos parece muito lenta, mas é a verdadeira forma de vencer o mal, de vencer a violência, e temos que confiar nesta forma divina de vencer.

Confiar quer dizer entrar ativamente nesse amor divino, participar desse trabalho de pacificação, para estar em linha com o que o Senhor diz: «Bem-aventurados os pacificadores, os agentes de paz, porque eles são os filhos de Deus». Temos de levar, na medida das nossas possibilidades, nosso amor a todos os que sofrem, sabendo que o Juiz do Juízo Final se identifica com os que sofrem. Portanto, o que fazemos aos que sofrem, estamos fazendo ao Juiz Último da nossa vida. Isso é importante: neste momento, podemos levar sua vitória ao mundo, participando ativamente de sua caridade. Hoje, em um mundo multicultural e multirreligioso, muitos têm a tentação de dizer: «É melhor para a paz do mundo, entre as religiões, entre as culturas, não falar demais do específico do cristianismo, isto é, de Jesus, da Igreja, dos Sacramentos. Contentemo-nos com o que pode ser mais ou menos comum…». Mas não é verdade. Precisamente neste momento, momento de um grande abuso em nome de Deus, temos necessidade do Deus que vence na cruz, que não vence com a violência, senão com seu amor. Precisamente neste momento, temos necessidade do Rosto de Cristo para conhecer o verdadeiro rosto de Deus e para poder levar assim a reconciliação e a luz a este mundo. Por este motivo, junto com o amor, temos que levar também o testemunho desse Deus, da vitória de Deus, precisamente mediante a não-violência de sua Cruz.

Desta forma, voltamos ao ponto de partida. O que podemos fazer é dar testemunho do amor, testemunho da fé; e, sobretudo, elevar um grito a Deus: podemos rezar! Estamos certos de que nosso Pai escuta o grito de seus filhos. Na missa, ao preparar-nos para a santa Comunhão, para receber o Corpo de Cristo que nos une, pedimos com a Igreja: «Livrai-nos, Senhor, de todos os males, e concedei a paz em nossos dias». Que esta seja a nossa oração neste momento: «Livrai-nos de todos os males e dai-nos a paz». Não amanhã, ou depois de amanhã: dai-nos, Senhor, a paz hoje! Amém.

[Traduzido por Zenit © Copyright 2006 – Libreria Editrice Vaticana]

 
 
 

Respostas do Catecismo da Igreja Católica

O que é a Eucaristia? É o próprio sacrifício do Corpo e do Sangue do Senhor Jesus, que Ele instituiu para perpetuar pelos séculos, até seu retorno, o sacrifício da cruz, confiando assim à sua Igreja o memorial de sua Morte e Ressurreição. É o sinal da unidade, o vínculo da caridade, o banquete pascal, no qual se recebe Cristo, a alma é coberta de graça e é dado o penhor da vida eterna.

Quando Cristo instituiu a Eucaristia? Instituiu-a na Quinta-feira Santa, “na noite em que ia ser entregue” (1Cor 11,23), celebrando com os seus Apóstolos a Última Ceia.

O que representa a Eucaristia na vida da Igreja? É fonte e ápice de toda a vida cristã. Na Eucaristia, atingem o seu clímax a ação santificante de Deus para conosco e o nosso culto para com Ele. Ele encerra todo o bem espiritual da Igreja: o mesmo Cristo, nossa Páscoa. A comunhão da vida divina e a unidade do Povo de Deus são expressas e realizadas pela Eucaristia. Mediante a celebração eucarística, já nos unimos à liturgia do Céu e antecipamos a vida eterna.

Como Jesus está presente na Eucaristia? Jesus Cristo está presente na Eucaristia de modo único e incomparável. Está presente, com efeito, de modo verdadeiro, real, substancial: com o seu Corpo e o seu Sangue, com a sua Alma e a sua Divindade. Nela está, portanto, presente de modo sacramental, ou seja, sob as espécies eucarísticas do pão e do vinho, Cristo todo inteiro: Deus e homem.

O que significa transubstanciação? Transubstanciação significa a conversão de toda a substância do pão na substância do Corpo de Cristo e de toda a substância do vinho na substância do seu Sangue. Essa conversão se realiza na oração eucarística, mediante a eficácia da Palavra de Cristo e da ação do Espírito Santo. Todavia, as características sensíveis do pão e do vinho, ou seja, as ?espécies eucarísticas?, permanecem inalteradas.

O que se requer para receber a santa comunhão? Para receber a santa Comunhão, deve-se estar plenamente incorporado à Igreja católica e estar em estado de graça, ou seja, sem consciência de pecado mortal. Quem estiver consciente de ter cometido um pecado grave deve receber o sacramento da Reconciliação antes de se aproximar da comunhão. Importantes são também o espírito de recolhimento e de oração, a observância do jejum prescrito pela Igreja e a atitude do corpo (gestos, roupas), em sinal de respeito a Cristo.

“Na Eucaristia, nós partimos ‘o único pão que é remédio de imortalidade, antídodo para não morrer, mas para viver em Jesus Cristo para sempre’ ” (Santo Inácio de Antioquia)

Jesus é Luz, é Amor!

 
 
 
CONTATO
Avalie-nosRuimNão muito bomBomMuito bomÓtimoAvalie-nos

Agradecemos pelo envio !

© 2019 - 2023. INTERVENÇÃO DIVINA - Criado por Divino Design.

Esta obra é inteiramente dedicada à Santíssima Virgem Maria!

bottom of page
ConveyThis